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Análise dos Times

Mirassol

Principal

Motivo: A matéria foca na conquista histórica do Mirassol e na fala do seu principal jogador sobre a performance e estrutura do clube, destacando positivamente ambos.

Viés da Menção (Score: 0.8)

Motivo: O time é mencionado no contexto da história pessoal de Chico da Costa e seu talismã Chucky, com uma conotação positiva ligada a uma conquista passada.

Viés da Menção (Score: 0.4)

Motivo: O time é mencionado de forma neutra como o clube que emprestou Chico da Costa, sem viés explícito na narrativa.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: O Flamengo é mencionado em relação a um reencontro futuro de Chico da Costa com Léo Ortiz, sem apresentar viés direto na matéria.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Libertadores Brasileirão Cerro Porteño Bolívar Léo Ortiz Mirassol Chico da Costa André Jardine Chucky

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Reportagem Chico da Costa revela segredo para boa fase do Mirassol: 'Me surpreendeu' Yara Fantoni Colunista do UOL 04/12/2025 05h30 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Um dos pilares da classificação do Mirassol para a fase de grupos da Libertadores de 2026, Chico da Costa não esconde que a organização e a estrutura do clube são dois fatores que pesaram muito para a vaga histórica. Em sua primeira vez disputando a Série A do Brasileirão, o Leão Caipira tem uma campanha surpreendente, se garantiu no G4 e, consequentemente, estará na fase de grupos da competição continental na temporada que vem. Tudo isso no ano do centenário da equipe, dando um gosto ainda mais especial. Em entrevista ao Fala Aí! , programa do Canal UOL , Chico da Costa explicou como a estrutura do Mirassol foi importante para a classificação. Juca Kfouri Eneacampeão, Flamengo domina o Brasileirão PVC O incrível técnico que o Fla inventou para o mundo Josias de Souza Autoblindagem de toga é imoral e antidemocrática Sakamoto Prisão no Rio lembra por que querem cabresto na PF [A estrutura] Era algo bem falado antes de eu chegar, todo mundo falou que estava tudo certo, que o clube é organizado, tinha tudo no CT. Eu cheguei e tinha tudo mesmo. Surpreendeu positivamente, é uma das razões para o clube estar onde está. Essa organização me surpreendeu positivamente. Chico da Costa, atacante do Mirassol, ao Fala Aí! Classificação e jogos brasileirao Chico da Costa comemora gol marcado pelo Mirassol contra o Bahia pelo Brasileirão Imagem: Vinicius Silva/AGIF Emprestado pelo Cerro Porteño, Chico da Costa teve participação relevante na campanha do Mirassol — ele anotou seis gols em 20 partidas no Brasileirão. Pouco conhecido antes de chegar ao Leão Caipira, o camisa 91 fez grande parte da carreira fora do Brasil, como uma espécie de "andarilho da bola" na América do Sul. No entanto, a saudade de sua terra natal começou a falar mais alto, e ele não perdeu a oportunidade quando chegou a proposta do Mirassol. O gaúcho é muito identificado com o seu Rio Grande do Sul, e tentará se manter em definitivo no clube paulista para ficar mais perto da família. Foi um golpe anímico bastante positivo de voltar porque eu estava com saudade. Foi um momento da minha vida que a saudade pegou mesmo, estive nove anos fora. Tive a oportunidade de voltar e eu estava com saudade do Brasil. Quando apareceu a oferta do Mirassol, olhei o projeto e a campanha que vinha fazendo. Foi interessante perceber que era um clube sério, que não era por acaso. O Paulinho teve que viajar para o Paraguai, porque o presidente do Cerro não queria me liberar, mas o Paulinho fez um esforço muito grande. Chico da Costa Continua após a publicidade Relacionadas Mirassol vence Vasco e se garante na fase de grupos da Libertadores Da Série B aos grupos da Libertadores: ascensão do Mirassol não é por acaso Mirassol não se contenta com o Brasileirão e quer desbravar a América Boneco de terror da sorte Chico da Costa trouxe consigo para o Brasil um personagem conhecido dos filmes de terror, mas que é um talismã para o atacante. Em seus tempos de Bolívar, ele e o grupo de jogadores adotaram o boneco Chucky como um símbolo de sorte da equipe, que se sagrou campeã nacional. Foi uma fase no Bolívar que a gente comprou o Chucky no aeroporto e começou a dar sorte, levávamos ele para todo lugar. Foi na fase final do campeonato e nós conseguimos sair com o título contra o The Strongest -- no clássico, ganhamos de 3 a 0 e pude fazer dois gols. Aí o Chucky eternizou, eu levava ele para todo lugar, até nas entrevistas pediam para levar. Chico da Costa Chico da Costa com boneco do personagem Chucky Imagem: Reprodução/Instagram @_franciscodacosta Dono do boneco, Chico da Costa não tem medo de que Chucky o assombre durante a noite. Contudo, o personagem ficou muito marcado com o Bolívar, e o atacante não pretende torná-lo talismã também do Mirassol. Ele está lá em casa guardado. Perguntam se eu não vou trazer [para o Mirassol], mas ficou algo marcado do Bolívar, daquele grupo em especial, então é difícil levá-lo para outro lugar, representa muito. Chico da Costa Continua após a publicidade Léo Ortiz e André Jardine fizeram parte de sua formação Nascido em Taquari, no Rio Grande do Sul, Chico da Costa foi para Porto Alegre e iniciou sua carreira na base do Grêmio. Após seis anos no Tricolor, foi para o Athletico-PR, onde se tornou profissional. Ao longo da carreira, já dividiu os campos com muitos nomes, mas um em especial ele conhece de longa data. Chico da Costa e Léo Ortiz jogaram futsal juntos ainda na juventude, em Porto Alegre, e eram treinados por André Jardine, técnico do América do México e campeão olímpico com a seleção brasileira. Chico da Costa e Léo Ortiz, em Flamengo x Mirassol, pelo Campeonato Brasileiro Imagem: Pedro Zacchi/Agência Mirassol Depois de seguirem seus caminhos, da Costa e Léo Ortiz se reencontrarão mais uma vez no domingo, quando o Flamengo vai até Mirassol para enfrentar a equipe paulista na última rodada do Brasileirão. A gente jogou futsal junto no Gaúcho, lá de Porto Alegre, e ele [Léo Ortiz] é filho de um craque. O pai dele, no futsal, era um pivô embaçado, o famoso Ortiz. Então a gente jogou futsal junto, o treinador era o André Jardine, que hoje está no América do México. Continua após a publicidade Foram bons momentos. [...] A gente se reencontrou quando eu estava no Bolívar, enfrentamos o Flamengo em La Paz e no Maracanã, fiz um gol na Bolívia. A gente já se reencontrou algumas vezes, e agora a última rodada do Brasileirão é aqui, em Mirassol, contra o Flamengo. Chico da Costa Veja o episódio do Fala Aí! na íntegra 0:00 / 0:00 Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. 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