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Só para assinantes Assine UOL Reportagem Gustavo Gómez, para variar, resolve a parada Juca Kfouri Colunista do UOL 19/08/2026 20h57 Deixe seu comentário Gustavo Gómez celebra gol do Palmeiras sobre o Cerro Porteño em jogo da Libertadores Imagem: DANIEL DUARTE / AFP Resumo Ouvir na voz do colunista 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× A sorte do Palmeiras no primeiro tempo foi a ruindade do Cerro Porteño, incapaz de transformar em gols a vantagem técnica e tática que impôs até os times quase irem para o intervalo. O Palmeiras parecia travado, embora o clima no estádio Nueva Ola estivesse civilizado e o gramado, aparentemente, em ótimo estado. E como é comum em situações assim, ficava difícil entender por que Mauricio estava no banco. Adriana Negreiros Homoerotismo e a relação entre poder e Vorcaro A Hora Teto e piso se encontram para Flávio e Lula PVC Fla segue líder? Meus palpites sobre a rodada Rodrigo Ratier Importar megaprisão de Bukele é 'perigo', diz estudo O alviverde teve um momento no jogo, entre o 39º e o 40° minutos, quando, primeiramente, Arias fez grande jogada pela direita e passou para Evangelista bater da entrada da área, com desvio da zaga, para escanteio. Batido por Árias, o capitão paraguaio Gustavo Gómez tratou de fazer o que sempre faz: subiu de cabeça e fez o gol da abertura do placar: 1 a 0. Gómez, revelado pelo Libertad, rival do Cerro, botava o Verdão nas quartas de final da Libertadores. Era justo? Ora, injusto não era, porque o Palmeiras não tem culpa da mediocridade do rival. Quem sabe um estalo de bom senso fizesse Abel Ferreira botar outro paraguaio em campo, exatamente Mauricio, que não é exatamente paraguaio. Continua após a publicidade Chovia em Assunção e Abel não mexeu para o segundo tempo. A saga do confronto continuava. No 20° jogo, o mais repetido na história da Libertadores, o Palmeiras vencia pela 11ª vez, com seis empates, e eliminava os paraguaios pela terceira vez, sempre nas oitavas. O Palmeiras voltou absoluto para a etapa final e Murilo quase ampliou, aos 59, em nova bola parada na cabeça do zagueiro. A torcida paraguaia começava a se irritar com a submissão do time e o único risco que os brasileiros corriam era o da famosa bola vadia que castiga quem não mata os jogos. Aos 73, Mauricio no lugar de Vitor Roque. Continua após a publicidade O jogo seguia tão suave que parecia a famosa Batalha Itarararé, a que não houve. Fuchs no lugar de Murilo, aos 80. Uma sucessão de escanteios preocupou a massa verde, mas o Cerro não é o Palmeiras na bola parada. A bola chegava sucessiva e facilmente às mãos de Carlos Miguel. Pacheco, Giay e Emi Martinez em campo; Evangelista, Allan e Arias fora, aos 90, para os seis minutos de acréscimos. Ai, aos 91, Vegetti finalizou e Carlos Miguel fez boa defesa. Continua após a publicidade Verdão nas quartas mais uma vez. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Juca Kfouri por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Flávia Saraiva é ouro nas barras assimétricas em etapa da Copa do Mundo Empresário é condenado por agredir ex-Miss Rio Branco; defesa vai recorrer Eleição já sofre cerco dos EUA. Resta saber alcance da mão peluda de Trump Médico é levado à polícia por chamar mulher para atendimento em 'cativeiro' Qual exercício ajuda a aliviar gases e 'destravar' o intestino mais rápido?