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Esporte Futebol Copa do Mundo O que deu errado contra o Japão e precisa ser resolvido para as oitavas Paulo Vinicius Coelho (PVC) , Danilo Lavieri , Pedro Lopes e Thiago Rabello Enviados do UOL, em Houston (EUA) 30/06/2026 12h00 Deixe seu comentário Resumo Ouvir na voz do colunista 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Casemiro: gol de cabeça foi planejado? Imagem: REUTERS/Annegret Hilse O mais assustador na vitória de virada do Brasil sobre o Japão foi a segunda metade do primeiro tempo. A queda de produção depois da parada para hidratação coincidiu com o gol do Japão e o declínio psicológico dos 29 aos 49 minutos da primeira etapa. O intervalo precisava chegar o mais rápido possível. O apoio psicológico da seleção, da doutora Marisa Santiago, entende como absolutamente normal o que aconteceu. Queda de confiança até receber o apoio dado pela certeza de que o trabalho está certo, o que aconteceu com a palestra de Carlo Ancelotti no intervalo PVC Como Ancelotti fez de Bruno Guimarães armador Mauro Cezar Estilo de jogo do Paraguai não me comove Alexandre Borges A tragédia da Venezuela é o socialismo Alicia Klein Nova Copa do Mundo: por que choras, Europa? O segundo ponto assustador foi o número de cruzamentos. Os estatísticos do futebol consideram que acima de 33 tentativas de levantar bolas na área, já é exagero. O Brasil fez 40, acertou 11, errou 29. Ancelotti não considerou o índice abusivo. "No primeiro tempo, tentamos entrar por dentro, com trocas de passes. Foi muito difícil, porque eles estavam muito bem posicionados. No intervalo, a tentativa foi preencher mais a grande área e fazer cruzamentos", explicou. O que era erro pode ser considerado acerto, levando em conta o gol de empate, marcado num cruzamento de Gabriel Magalhães, cabeceio de Casemiro. Assista aos jogos da Copa ao vivo no SBT pelo UOL Play. Assine agora a partir de R$ 14,90/mês O técnico da seleção considera que o time segue evoluindo e que a atuação contra o Japão foi melhor do que as anteriores. Ao ser questionado se foi mais sofrido para o técnico do que para a torcida, ele rebateu: "Foi mais difícil para vocês. Eu estava confiante, porque o time estava se comportando bem." A partida contra o Japão registrou o maior índice de posse de bola do Brasil na Copa: 59%. "Quem tem mais a bola nesta Copa tem mais risco de perder", disse o diretor de seleções, Rodrigo Caetano. Não é bem assim. Embora o Paraguai tenha empatado com a Alemanha com 25% de posse de bola e vencido a Turquia com 22%, houve 39 vitórias de times com mais controle e só 15 das equipes com menos tempo de bola no pé. Foram 21 empates. Ou seja, antes de Holanda x Marrocos, quem teve mais posse ganhou 39. Continua após a publicidade A seleção finalizou menos contra o Japão do que contra a Escócia. Foram 17 finalizações contra Marrocos (5 no alvo), 13 contra o Haiti (5), 21 contra a Escócia (9) e 26 contra o Japão (7). O time precisa chutar mais. Chance para isso virá no próximo domingo, às 17h (horário de Brasília), quando o Brasil enfrenta o vencedor de Costa do Marfim e Noruega pelas oitavas de final. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Igreja Universal perde processo e terá de pagar mais R$ 12 mi por templo Um delicado dilema para Djokovic e Sinner Como é a Pedra do Macaco, onde homem caiu de altura de 150 m durante trilha Galvão Bueno analisa vitória do Brasil e pede Noruega por fim de tabu Governo lança Plano Safra de R$ 525,1 bilhões para grandes produtores