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Matheus Cunha explica função dupla e avisa: 'Tem de fazer sacrifício' Paulo Vinicius Coelho (PVC) e Paulo Vinicius Coelho (PVC), Danilo Lavieri e Pedro Costa Do UOL, em Cleveland, Estados Unidos 07/06/2026 12h00 Deixe seu comentário Resumo Ouvir na voz do colunista 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Matheus Cunha já relatou algumas vezes que não é centroavante. Muito mais um ponta-de-lança, ocupa o lado esquerdo para defender e entra na diagonal para jogar entre as linhas, atrás dos volantes, à frente dos zagueiros, e abrir espaço para outros jogadores se infiltrarem. 1/4 Quando o Brasil perde a bola, é Cunha quem recua para deixar Vinicius Júnior como o mais livre do sistema tático. Quando a seleção recupera a posse, deixa Vinicius ter o conforto de jogar pela esquerda. Sakamoto Com as bets, Brasil já entra derrotado na Copa Milly Lacombe Sinto dizer, mas ouço os pavorosos ecos de 2014 Juca Kfouri Que dó que dá não ter Estêvao na Copa Wálter Maierovitch Carta de Zelensky a Putin é 'A Arte da Guerra' na veia Se você ouvir que Vinicius joga como centroavante, esqueça. Não é nem nunca será centroavante. É o homem livre da obrigação de marcar, o mais avançado do sistema, com liberdade para jogar onde se sente confortável, a ponta esquerda. "Não tenho nenhum problema em ajudar o Vinicius a ter este conforto. Se é para ele decidir, vale tudo. Todos sabemos que temos de fazer sacrifícios para sermos campeões mundiais", diz Cunha. A resposta foi sobre sua dupla função. Cunha foi extremamente gentil e abriu o coração para falar como gosta de jogar. "É fechar o lado esquerdo defensivamente." E quando recupera a bola, pergunto, você é um falso nove: "É isso. Não tenho nenhum problema em fazer a função dupla para o bem do time." Ao mesmo tempo, ele reforça que não é centroavante. Tratou e sofreu ao tentar explicar isso na campanha da medalha de ouro da Olimpíada de Tóquio, em 2021. Acabou por marcar o primeiro gol da finalíssima contra a Espanha, vencida na prorrogação com gol de Malcolm. Também marcou o gol da vitória nas quartas-de-final contra o Egito. Ao todo, marcou três vezes, vice-artilheiro do time, atrás apenas de Richarlison, com cinco, goleador olímpico. Na sua visão, nunca jogou em funções tão parecidas no seu clube, o Manchester United, e na seleção brasileira. Fecha o lado esquerdo sem a bola, ataca em diagonal, como ponta-de-lança, com ela. Foi vice-artilheiro do Manchester no Campeonato Inglês, com dez gols. Continua após a publicidade 0:00 / 0:00 Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Possível corte de Wesley mostra Ancelotti na linha tênue entre opção e erro Carta de Zelensky a Putin é arte da guerra na veia Frota se oferece para pagar multa de jornalista perseguido por Zambelli JLo surge 'sem maquiagem' para vender sérum, mas fãs apontam uso de filtro Se perder Wesley, Ancelotti terá que recorrer a plano C ou mudar estratégia