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Esporte Futebol Abel explica Vitor Roque reserva e manda recado sobre Arias: 'Somos iguais' Do UOL, em São Paulo (SP) 04/03/2026 23h57 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Carregando player de áudio Resumo Após a vitória do Palmeiras no jogo de ida da final do Paulistão, o técnico Abel Ferreira valorizou a vantagem obtida, mas também citou a recuperação de um dia a mais para o Novorizontino. O comandante alviverde também explicou o motivo de Arias e Vitor Roque começarem no banco. O que aconteceu Abel elogiou bastante o Novorizontino e afirmou que o Palmeiras teve dificuldades com o estilo de jogo do adversário. "Estavam previstas duas dificuldades. Primeira do nosso adversário, da forma como joga, da forma muito bem organizada que joga. E a segunda um dia a menos de recuperação", iniciou. Acho que nosso adversário se organizou muito bem, saiu em transição quando tinha que sair. Eu acho que mesmo as transições nós fizemos muito bem de não conceder transições ao nosso adversário, onde são muito fortes. Abel Ferreira, técnico do Palmeiras Juca Kfouri Palmeiras não resolve em casa e correrá risco fora Vinicius Torres Freire A máfia que tinha banco e comprava a República Wálter Maierovitch PGR iria esperar agressão para se manifestar? Nelson de Sá Como funciona o legislativo de Pequim, face da China O técnico do Palmeiras também admitiu as dificuldades de criação da equipe no 2º tempo. "Tirando esse gol anulado e uma jogada do Khellven, que finaliza dentro da área, acho que nosso adversário conseguiu nos bloquear. Nosso primeiro objetivo era ganhar uma vantagem aqui, agora vamos na casa do nosso adversário", afirmou. Assista a todos os jogos do Paulistão 2026 na HBO Max. Assine pelo UOL Play a partir de R$ 22,90/mês. Abel também explicou o porquê de Jhon Arias, recém-chegado ao Palmeiras, e Vitor Roque terem começado no banco de reservas contra o Novorizontino. "(Arias) é um jogador que nos ajuda. Uma equipe não joga só com os 11 que entram, até porque muitos jogos se decidem no 2º tempo, se for estar atento aí", disse. O treinador também afirmou que o Palmeiras precisa de bons atletas como titulares e no banco de reservas. "E ele é um bom jogador que contratamos. Quando jogar de início vai jogar, quando tiver que ficar no banco e entrar como todos os outros. Aqui somos todos iguais", explicou. O técnico português também voltou a criticar o calendário. O Palmeiras eliminou o São Paulo na semifinal no último domingo (1), enquanto o Novorizontino derrotou o Corinthians no sábado (28). Vocês viram o último jogo como eu, sabem que viram o Vitor Roque saindo chorando. Portanto a diferença está entre dois ou três dias de recuperação. Já disse isso várias vezes, com tão pouco tempo de recuperação, é sempre difícil, é chover no molhado. Parece desculpa, mas não tem como. É diferente ter dois dias ou três. Abel Ferreira, técnico do Palmeiras Palmeiras e Novorizontino voltam a se enfrentam no domingo (8), no jogo de volta da final do Paulistão, em Novo Horizonte (SP), às 20h30 (de Brasília). Continua após a publicidade Veja outras falas de Abel Ferreira: Chance de Rômulo jogar na volta. "O Rômulo foi um jogador que nos contratamos dois anos atrás, pela performance dele no Paulistão, nomeadamente no Novorizontino. Depois teve dificuldade conosco, teve dificuldade no Ceará, quando nós o emprestamos. Mas parece que o Novorizontino é a zona de conforto dele, onde ele se sente bem. Às vezes tem muito a ver com o contexto que está inserido. O Palmeiras tem jogadores muito qualificados. Nós procuramos emprestá-lo para ver se conseguia jogar em uma equipe como o Ceará, mas acabou não conseguindo jogar tanto como queria. Mas acho que o Novorizontino acaba sendo uma zona de conforto para ele e aqui ele tem feito jogos muito bons". Vão pagar a multa? "Ninguém o impede de jogar, portanto se o treinador quiser jogar e a direção tê-lo a jogar, ele vai jogar. Não há lado nenhum que diga que ele não pode jogar contra o Palmeiras. É uma decisão do outro lado, não é nossa. Logicamente é um jogador que tem recursos, gosta de jogar no Novorizontino, tem números, tem assistências, tem gols, mas não é uma decisão minha, é do adversário". Dificuldade de criação após gol anulado e jogo de volta em Novo Horizonte. "Na bola parada também fomos capazes de estar, pelo menos defensivamente, bem. Acho que nós, na primeira parte, entramos fortes, dinâmicos. Fizemos o primeiro gol, em seguida uma do Allan na trave. Mesmo antes de acabar o 1º tempo, temos um cabeceio do Andreas, não sei quem erra o cabeceio dentro da área, o Murilo, uma oportunidade também muito ao da nossa parte. Depois no 2º tempo, como você disse, eu tenho que concordar com você. Tirando esse gol anulado e uma jogada do Khellven, que finaliza dentro da área, acho que nosso adversário conseguiu nos bloquear. Nosso primeiro objetivo era ganhar uma vantagem aqui, agora vamos na casa do nosso adversário, é um adversário que já mostrou que tem qualidade e que está por mérito na final. Uma final é sempre difícil e não é nada que já não esperávamos". Arias no banco. "Não falta nada, a equipe está bem, está com boas dinâmicas, é um jogador que nos ajuda. Uma equipe não joga só com os 11 que entram, até porque muitos jogos se decidem no 2º tempo, se for estar atento aí. Então precisamos ter bons jogadores dentro e bons jogadores no banco. E ele é um bom jogador que contratamos. Quando jogar de início vai jogar, quando tiver que ficar no banco e entrar como todos os outros. Aqui somos todos iguais, dentro do clube somos todos iguais. Não é pela idade, nem pela cor, nem pela experiência. Precisa jogar, vai jogar, ele ou qualquer outro. Mas é uma opção que temos que pode entrar do banco e pode entrar de início, quando o treinador quiser". Satisfação com o resultado. " Essas duas dificuldades nós previmos antes, já tinha falado disso aqui, mesmo antes do jogo do São Paulo. Uma delas, a outra o nosso adversário. E como te disse, mesmo sabendo dessas duas dificuldades, criamos. Tivemos uma na trave, tivemos uma do Murilo, tivemos outras oportunidades para fazer outro gol, infelizmente não deu. Vamos preparar para o próximo jogo agora, recuperar bem a nossa equipe. As duas equipes têm três dias de descanso. Nós sabemos da força do nosso adversário em casa, mas também sabemos da força do Palmeiras jogando fora". Continua após a publicidade Gol de Flaco. "Acho que o futebol moderno exige que os atacantes e os defensores sejam completos, para não falar nos goleiros também. Acho que você tem visto a evolução do Flaco López, e tudo é um processo. Não dá para nos contratarmos um jogador e amanhã já estar feito, não é assim que funciona. É tudo um processo, leva tempo, é preciso treino, é preciso repetição, é preciso insistência. Às vezes vai acertar, às vezes vai errar. Umas vezes vai levar uns assobios, outras vezes vai levar uns aplausos. Mas é sempre bom, porque essa é a tarefa 'fundamental' dos centroavantes: fazer gol. E mais uma vez, ele fez gol, mas é um jogador que entende a responsabilidade de ajudar também nas tarefas defensivas". Allan com dificuldades. "É fácil perceber. Do outro lado, a marcação é muito mais apertada. Há laterais que dão mais espaço, que preferem guardar um pouquinho a posição, e não sair logo na marcação. E quando a marcação é mais apertada, é normal que nossos pontas tenham mais dificuldades". Carlos Miguel defendendo pênalti. "É um atleta ainda jovem, um goleiro jovem com potencial tremendo. Temos trabalhado muito com ele, ele também tem muita sorte porque tem o Lomba, que também o ajuda muito. É um belo colega e companheiro de posição que ajuda, que incentiva, que puxa, assim como o Aranha também. São três goleiros fantásticos em estágios de idade e maturidade diferentes. Mas é sempre bom quando tem um pênalti e nestes momentos é sempre importante. Dá confiança ao goleiro, a nós, a nossa torcida, que veio em um dia sempre difícil vir aqui e nos apoiar, mas estiveram aqui para nos ajudarem. Mas acho que é sempre bom para um goleiro que tem presente e futuro, ele tem 25 anos mais ou menos. E quando o contratamos também foi pensando exatamente nisso. Pensar no presente e no futuro. Temos uma equipe que tem presente e futuro, e ele é um deles e ficamos felizes por ele". Chances do Novorizontino. "Primeiro dizer que o jogo de futebol é um jogo de erros. Os erros vão estar sempre presentes, não há equipes que tenham 100% de precisão de passe. É muito difícil encontrá-los, quando consegue os encontrar. E um jogador é muito bom, com 85%, acima de 80% já são jogadores muito bons. Isso quer dizer que durante uma partida um jogador vai perder uma ou duas vezes a bola. É claro que umas ficam mais nos olhos e nós dizemos que essa bola não podemos perder. A bola do lance do pênalti não podemos perder, porque estamos em uma saída, estamos construindo, não estamos preparados para prevenir uma perda de bola. Portanto aí a única forma que temos para estar preparados é não perder a bola. Mas faz parte do futebol, isso é coisa que nos falamos. Tenho certeza absoluta que ninguém quer acertar sempre mais do que os jogadores. Mas eles sabem que são detalhes que são fáceis de corrigir, mas tem muito mais a ver com isso". Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. 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