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Só para assinantes Assine UOL Reportagem Ausência de Neymar coloca dedo em ferida e esfria ânimos da seleção Pedro Lopes Colunista do UOL 10/03/2026 05h30 Deixe seu comentário Neymar durante treino do Santos Imagem: Raul Baretta/ Santos FC Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× A ausência de Neymar no confronto de hoje entre Santos e Mirassol coloca o dedo exatamente na ferida aberta da relação entre Neymar e seleção brasileira. Na semana passada, a coluna ouviu de duas pessoas ligadas ao dia a dia da seleção a mesma coisa: Neymar tem boas chances de ir à Copa e precisa, mais do que brilho técnico, mostrar que suporta uma sequência de jogos inteiros em bom nível físico. Dias depois, Neymar desfalca o Santos em uma partida que seria acompanhada, in loco, por ninguém menos do que o treinador da seleção brasileira Carlo Ancelotti e do coordenador geral de seleções Rodrigo Caetano. A justificativa - verdadeira - de controle de carga para evitar lesões, com o Santos tendo feito seu último no dia 26 de fevereiro, colide exatamente com a resposta que a seleção brasileira espera e precisa de Neymar. Coloca em xeque a sua capacidade de responder fisicamente a uma sequência de jogos. Letícia Casado Ala do STF aguarda gesto de Mendonça após Master Alexandre Borges STF cobra alto para defender democracia Mauro Cezar Quanto custará a 2ª demissão de Crespo Josias de Souza Consultoria da mulher de Moraes foi inútil ao Master A coluna apurou ao longo das últimas semanas que existia um ânimo crescente dentro da seleção em relação à Neymar. A avaliação é de que ele tinha iniciado a temporada bem, em um nível mais alto do que o demonstrado no ano passado. Embora ele não tenha tido oportunidades na era Ancelotti, há na comissão técnica o reconhecimento do que ele poderia agregar ao elenco, seja na parte técnica, seja na liderança e experiência de alguém que já disputou três Mundiais. A ida de Ancelotti a Mirassol - mantida, apesar da ausência - tinha como objetivo, frustrado, observar Neymar de perto. Fica, a partir de agora, cada dia mais claro que a janela do craque para conquistar sua vaga está se fechando. Até a convocação do dia 16, ainda há uma partida do Santos, diante do Corinthians, no dia 15. O treinador da seleção não estará lá, mas a CBF enviará os assistentes Mino Fulco e Francesco Mauri, Bruno Baquete e o preparador de goleiros, Taffarel. É uma chance de mostrar serviço, mas a dúvida quanto à capacidade de Neymar para produzir algo especial ou uma grande atuação em 90 minutos nunca existiu - ela segue sendo sobre a sua condição de suportar, sem lesão, os rigores de uma sequência de jogos. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Pedro Lopes por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Brothers separam Jordana e Chaiany durante treta ao vivo no BBB 26 Trump ameaça Irã com ataque '20 vezes mais forte' se Hormuz for bloqueado Seleção do Paulistão tem domínio de finalistas e 'intruso' da Portuguesa Mendonça autoriza Vorcaro a falar com advogados na prisão sem ser gravado Ratinho critica trocas no horário do programa no SBT: 'Não peço as contas'