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O Cruzeiro viveu um dia de duas temperaturas: no masculino, a pressão segue fervendo depois das eliminações diante de Flamengo e Atlético-MG, dos tropeços recentes e dos protestos da torcida. O atrito entre Kaio Jorge e Matheus Pereira, os desabafos de jogadores e de Pedro Lourenço ajudam a retratar um ambiente em que a cobrança já transbordou das arquibancadas; uma coluna ainda observou como dinheiro e gratidão nem sempre convivem em paz no futebol. [ , ] Nos bastidores, Paulinho chega para assumir a função de executivo de futebol, enquanto Bruno Spindel passa a se concentrar na administração e no planejamento, sob a estrutura liderada por Pedro Lourenço e Pedro Junio. A atenção agora se volta ao Grêmio: apesar de criar quase 80% mais grandes chances e gols esperados que o rival no recorte citado, a Raposa chega pressionada, com dúvidas na escalação e Felipe Morais suspenso. A comissão da CBF também estará de olho, com jogadores do Cruzeiro ainda no radar de Carlo Ancelotti. [ , , , , ] O contraponto veio das Cabulosas: em sua estreia na Libertadores Feminina, o Cruzeiro venceu a LDU por 2 a 1, em Quito. Gisseli abriu o placar, e Byanca Brasil decidiu na etapa final, garantindo três pontos e um começo vitorioso na primeira participação do clube no torneio. Entre a turbulência de um lado e a alegria do outro, a camisa celeste encontrou motivos para respirar e celebrar. [ , ]