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Dia de contabilidade emocional no Cruzeiro: o clube anunciou a saída de Bolasie, Eduardo e Gamarra, reduzindo a folha em cerca de R$ 1 milhão e abrindo espaço para o planejamento de 2026 [ ]. O atacante Gabigol segue no radar, com salário em torno de 2,5 milhões mensais, e o assunto ganha contornos de decisão quando se aponta a possibilidade de aliviar ainda mais a folha se houver definição sobre o atacante com Tite no comando [ ]. Gabigol, principal do elenco, é citado como fator central na matemática da folha, enquanto o Cruzeiro já aponta reforços pontuais para 2026 sem pretender um grande volume de chegadas, mantendo Tite como trunfo e alinhando o caminho com a comissão técnica [ ]. Entre as saídas confirmadas, Bolasie, Eduardo e Gamarra deixaram o elenco, todos com contratos até 31 de dezembro, o que liberaria espaço para ajustes na folha salarial e para manter o elenco com peças-chave, como Matheus Pereira, que tem acordo encaminhado para renovação e valorização, segundo o formato do texto [ ]. Fagner, Lucas Silva e outros nomes aparecem no radar de continuidade e custos, com o Corinthians citado na relação de vínculos do atacante que hoje compõe o grupo [ ]. A narrativa ainda lembra o peso da folha: Gabigol tem salário de cerca de R$ 2,5 milhões mensais, o que alimenta o debate sobre o interesse do Santos em 2026, caso o Cruzeiro tenha de ceder o jogador apenas quando o cenário financeiro permitir [ ]. O texto também cita que o Cruzeiro encara barreiras financeiras, mesmo com Tite sendo apontado como trunfo pela atuação de Gerson, reforçando a necessidade de equilíbrio entre ambição e cautela [ ].