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O Santos passou o dia diante de uma encruzilhada que veste camisa: a Adidas apresentou uma proposta e pode assumir o material esportivo do clube a partir de 2028. A Umbro ainda tem prioridade para renovar o contrato, válido até dezembro de 2027, e deve dizer até o fim da semana se cobre os valores da concorrente. [ ] O chamariz não é pequeno: a Adidas teria interesse em ampliar as vendas de camisas do Santos, com distribuição em mais de 120 lojas pelo mundo e uma meta que, segundo o relato, quase dobraria o volume atual. Em tempos de caixa apertado e poucas lojas físicas, a possibilidade soa menos como troca de escudo na etiqueta e mais como uma tentativa de fazer o uniforme chegar a quem hoje não consegue encontrá-lo. [ ] Há também a disputa por presença fora do campo: a Adidas foi descrita como uma marca de lifestyle, capaz de alcançar públicos além dos compradores habituais de artigos de futebol. A Umbro, porém, conserva a prioridade contratual; por ora, o Santos aguarda, enquanto a proposta global faz a conversa ganhar outro tamanho. [ ] Em contraste com a expectativa comercial, uma notícia triste atravessou o noticiário santista: Bruno Avelar morreu na queda de um helicóptero em Santa Catarina. Próximo da família de Neymar e ligado a ações do clube, ele comandou leilões beneficentes do Instituto Neymar e afirmou ter participado da chegada de patrocinadores como Loovi Seguros e EQR Capital ao Santos. [ ]