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Futebol Weverton minimiza desconfiança sobre goleiros do Brasil: 'Sempre assim' Do UOL, em São Paulo 28/05/2026 10h32 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Convocado para sua segunda Copa do Mundo com a seleção, Weverton minimizou a desconfiança dos torcedores sobre os goleiros do Brasil para esta edição do Mundial. Assim como em 2022, ele foi chamado ao lado de Alisson e Ederson. É normal [desconfiança]. Vivemos uma nova realidade, ainda mais com as redes sociais. Você ganha na quarta jogando bem e é craque. Se vai mal no domingo, não é digno de jogar na seleção. Temos de nos adaptar à esta realidade e ter a mente saudável para entendermos quem somos. Encaro de forma natural, faz parte da vida e será sempre assim até pararmos de jogar. A seleção sempre teve goleiros excelentes e que ajudaram muito nas Copas. É normal que a pressão seja grande. Weverton, em entrevista coletiva O goleiro do Grêmio também comentou a disputa pela titularidade , uma vez que Alisson e Ederson sofreram com problemas físicos nos últimos anos. Ele valorizou a "briga" pela posição. Josias de Souza Bolsonarismo chuta próprio traseiro no fim da 6x1 PVC O exame de Neymar e o corte de Romário em 98 Daniela Lima Aliados descartam Caiado como vice de Zema Sakamoto 6x1: Câmara evita risco de virar 'inimiga do povo' Todo mundo que está aqui tem condição de jogar, viemos para isso, para ajudar e competir. A escolha cabe ao professor, quem ele escolher é o melhor para a seleção no momento. Todos queremos jogar, isso é bom, traz competitividade. A escolha é pessoal dele, todos estão aptos. Todos vão fazer o seu melhor, quem jogar e quem não jogar. Weverton Weverton é um dos 15 jogadores convocados para esta Copa do Mundo e que estiveram na edição passada. Para ele, o grupo tem potencial para ser campeão, mas já há dois discursos prontos sobre os jogadores e que devem ser usados em caso de eliminação ou título. O discurso pode estar até pronto: se vencer, era isso, tinha que manter. Se perder, vão dizer que repetiu as mesmas coisas… Tenho certeza que todos que estão aqui foram bem analisados e avaliados por aquilo que podem entregar. A responsabilidade é grande, sabemos dela, mas também já ter a vivência aqui traz mais tranquilidade. O grupo tem potencial para fazer história. A experiência é muito importante. Nosso país tem essa cultura de que quem não ganha acaba não valendo nada e que é melhor trocar. Sabemos que não é assim. Vestir a camisa da seleção é um peso grande, uma responsabilidade enorme. A experiência neste momento de Copa e de campeonato curto é boa. Quanto mais você vive, mais você aprende. A frustração dá experiência, bagagem. Cada um é o que é pelos momentos bons e difíceis que viveram. Quem já viveu a Copa vai trazer uma boa experiência. Muitos vão jogar sua última Copa e vão pensar de maneira diferente, deixar tudo de lado para fazer algo que vai marcar a vida. Weverton O que mais ele disse? Relação com Ancelotti e experiência da Copa passada . "Vivi algo muito especial em 2022. Era o único jogador que não tinha jogado, e o Tite pensou em mim para que eu pudesse participar [no jogo contra a Coreia do Sul]. Vai ficar marcado para sempre na minha vida. O que eu tenho visto é uma alegria muito grande, jogadores felizes de estarem aqui. Sabemos o tamanho da responsabilidade, ninguém aqui foge dela, mas não deixa de ser um ambiente alegre. Não tive tanto contato com o Ancelotti, mas por todos os trabalhos dele ninguém é tão vencedor se não for humano e não cuidar bem dos jogadores. Ele tem feito um grande trabalho aqui e feito o melhor para o grupo. Serão dias importantes para nos conhecermos melhor e nos conectarmos. Continua após a publicidade Relacionadas Seleção: Neymar tem lesão grau 2 e pode ficar até três semanas fora Como Igor Thiago superou falta de base para virar sensação na Europa Ancelotti prova já no primeiro dia o efeito Neymar na seleção O que aprendeu de lá para cá? "O que eu mais levo na minha vida como atleta é que tudo passa. A vida de goleiro muda num piscar de olhos, tem de ser sério o tempo todo, é uma posição difícil, precisa ter mente forte. Você pode, sim, resolver uma partida, mas também pode ser decisivo negativamente. Levantar a cabeça depois de uma falha pode ser difícil. O goleiro precisa ter a mente forte. Por tudo o que vivi, é preciso entrar do início ao fim concentrado, é uma posição muito séria. Comparo a minha posição no campo com a vida: às vezes gostamos de brincar, nos divertir, mas precisamos levar a sério também porque seremos cobrados lá na frente." Caminho para a convocação . "Um goleiro, para pensar em seleção, precisa estar jogando em alto nível. Este ano foi de mudança, eu decidi sair, encerrar uma jornada que foi muito vencedora no Palmeiras e troquei de clube, cidade e cultura. Foi importante para mim e para a minha família. Eu me desafiei, amo isso, e foi muito importante para eu estar aqui. Sou mais exigido e isso também dá visibilidade para o meu trabalho." Religião presente na vida . "Essa fé veio da minha mãe. De tudo que ela poderia me deixar, isso foi o algo mais precioso, foi me apresentar Jesus. Ele me tirou do Acre, de um estado onde é muito difícil saírem jogadores. Hoje, disputando a segunda Copa, eu não posso achar que é só meu esforço e meu talento. É por isso que eu tenho tanta fé nele. Ela veio da minha mãe." Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. 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