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Futebol Paquetá explica como Ancelotti arrumou meio da seleção contra o Haiti Danilo Lavieri , Pedro Lopes e Luiza Oliveira e Thiago Rabelo Do UOL, em Nova Jersey (EUA) 21/06/2026 16h08 Atualizada em 21/06/2026 16h35 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Resumo Ouvir na voz do colunista 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Um dos destaques na vitória da seleção brasileira por 3 a 0 sobre o Haiti, Lucas Paquetá concedeu entrevista coletiva hoje à tarde, em Nova Jersey (EUA), e explicou como o técnico Carlo Ancelotti arrumou o meio de campo diante dos haitianos na 2ª rodada do Grupo C da Copa do Mundo. Para esse segundo jogo a gente já foi um pouco mais definido de jogar com três no meio, diferentemente do outro jogo que eu começava por fora e flutuava por dentro com um pouco mais de liberdade. Acho que essa mudança um pouco tática acaba definindo melhor a maneira que a gente vai se entender dentro de campo. O Cunha tem uma característica diferente, permite uma mobilidade maior minha com ele, uma troca. Isso facilita um pouco com que a gente tenha uma superioridade no meio. O Igor Thiago é um jogador mais de área, mais centralizado, então acho que são características diferentes e para jogos diferentes. Nesse jogo encaixou muito bem, a gente foi feliz em vencer. Lucas Paquetá Alicia Klein Yamal era o que faltava para a Espanha Casagrande Precisamos falar sobre Holanda e Japão na Copa Mauro Cezar Copa tem 4,5 min a mais de jogo do que o Brasileiro Alexandre Borges Caso Credcesta/Master se inspirou no Mensalão Paquetá também revelou quais as orientações que Ancelotti dá especificamente para ele, e garante que tem se sentido à vontade na função: Acho que é uma função que faço e fiz durante grande parte da minha carreira. É um jogador de meio de campo ajudando defensivamente e na construção das jogadas. O Mister sempre pede para colocar para fora minhas características, ele não me traz muito controle com bola. Ele pede para jogar à vontade, participar do jogo. E sem a bola fazer minhas habilidades defensivas. Faço muito à vontade porque é algo que estou acostumado a fazer. Lucas Paquetá O que mais ele falou? Retorno de Neymar: "Estamos todos felizes com a volta dele, de volta a treinar e de estar em campo com todo nós. É um cara importantíssimo para a nossa seleção, tem uma história linda aqui e que ainda pode nos ajudar muito. É muito importante, assim como todos os jogadores do elenco. Estamos felizes por ele, pela volta dele, e esperamos que ele possa estar em campo o quanto antes nos ajudando". Assista aos jogos da Copa ao vivo no SBT pelo UOL Play. Assine agora a partir de R$ 14,90/mês Entrosamento com Vini Jr.: "A gente tem uma amizade muito bonita, de muito tempo. Vi o Vini ainda muito novinho, criamos esse laço desde a época do Flamengo. A gente fica muito feliz de estar junto, independentemente de estar na seleção ou torcendo de longe. É um cara que admiro muito, tenho respeito enorme por ele. Sem dúvida que estar com ele aqui e vivendo mais uma Copa do Mundo é especial demais para nós". Tristeza por Raphinha: "Todos ficamos tristes. O Rapha, principalmente, por esse pequeno empecilho que é a lesão. Mas ele tem o conforto e o abraço de todos nós, isso que faz uma equipe. A gente torce para que possa se recuperar o quanto antes e se coloque à disposição para ajudar no que for preciso na recuperação. Ele trabalha muito e tenho certeza que vai fazer o possível e o impossível para voltar o quanto antes. Quanto à importância dele, dispensa comentários. Vem de temporadas incríveis e crescendo muito dentro da seleção. É uma coisa que a gente tem que reestruturar rápido quando alguém como ele fica de fora. Mas bom, a lista foi muito bem escolhida pelo professor e quem for suprir a ausência dele vai fazer da melhor forma possível". Continua após a publicidade Escócia: "Não só a Escócia, mas todas as equipes da Copa do Mundo são equipes que você deve respeitar, estudar e se preparar para enfrentar. A gente tem muito respeito pelo adversário, mas sabendo que temos que colocar em prática nosso jogo e fazer o que o Mister pede para nós para alcançarmos nossos objetivos, que é vencer". Temeu não ir para Copa quando voltou ao Flamengo?: "Não temi, estava muito convicto da minha decisão. Depois de tudo que passei, eu tinha muito claro na minha cabeça o que eu queria. Eu queria reviver esse sonho de vestir a camisa do Flamengo. Claro que a seleção sempre foi um objetivo, mas independentemente de clube, eu teria que estar fazendo o melhor no meu clube para alcançar espaço na seleção". Como blindar o grupo: "Acho que todos nós passamos por momentos difíceis. A gente aprende desde cedo a blindar o que vem de fora porque não é isso que nos move, que nos vai fazer alcançar um objetivo, realizar um sonho. É trabalho, dedicação, o que a gente faz no campo. A gente aprende desde cedo a lidar com críticas, tenta filtrar o que pode servir de bom, de combustível e segue trabalhando porque é assim que a gente conquista as coisas". Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Yamal entra em top 10 dos mais jovens a marcar em Copas; Pelé lidera lista Escândalo do Credcesta/Master se inspirou no Mensalão O que significa a comemoração '304' feita por Yamal após gol da Espanha 'Esperança vai vencer o medo': como surgiu slogan de Lula que Flávio copiou Espanha goleia Arábia Saudita com brilho de Yamal e redenção de artilheiro