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Só para assinantes Assine UOL Reportagem Esporte Jogadores da seleção terão de pagar imposto nos EUA sobre premiação da Copa Rodrigo Mattos Colunista do UOL, no Rio de Janeiro 12/06/2026 05h30 Deixe seu comentário Jogadores da seleção treinam para a Copa: taxação dos EUA à vista Imagem: Pilar Olivares/REUTERS Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Os jogadores da seleção brasileira terão de pagar impostos nos Estados Unidos sobre as premiações que receberem na Copa do Mundo de 2026. Essa é a conclusão da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) após consultar especialistas tributários no país norte-americano. A própria entidade deve contar com uma isenção sobre o pagamento feito pela Fifa (Federação Internacional de Futebol), mas o repasse aos atletas, não. A federação internacional costuma exigir dos países-sedes da Copa uma isenção total para si e para todos os seus parceiros. Em edições anteriores, a medida se estendeu a patrocinadores e federações nacionais. Foi assim no Brasil, na Copa de 2014. Thiago Arantes Copa começou com 2 jogos ruins. E será assim mesmo José Fucs A narrativa de que Trump ameaça o Pix não é real Daniela Lima Alcolumbre sinaliza destravar análise da 6x1 Aline Sordili Anthropic monta rede de distribuição para o Claude Mas, nos EUA, não houve concessão absoluta para a Fifa e seus parceiros. A CBF, por exemplo, já estava estudando quanto pagaria em cima da premiação por participação e avanços de fase no Mundial. A Fifa tinha aumentado o valor pago por participação para cada federação nacional também por conta dos impostos. O montante mínimo é de US$ 12,5 milhões, incluindo despesas. Já o campeão leva US$ 50 milhões. Nos últimos meses antes do Mundial, o governo norte-americano deu uma isenção às federações nacionais sob esses valores. Assista aos jogos da Copa ao vivo no SBT pelo UOL Play. Assine agora a partir de R$ 14,90/mês Mas boa parte das entidades repassa o dinheiro para os jogadores. A CBF, por exemplo, vai dar até 70% do destinado à delegação aos atletas. Esse dinheiro, sim, será taxado. A avaliação da entidade é de o imposto não será alto. Para cada seleção nacional, o imposto depende de como é a relação internacional entre os EUA o país da seleção. A confederação contratou advogados tributários para orientar os atletas sobre a forma de declarar e tocar a burocracia envolvendo esses impostos. Mas eles que terão de fazer os procedimentos. Além disso, a CBF ainda estuda para saber se os jogadores teriam de pagar imposto sobre seus salários recebidos fora dos EUA. Há uma dúvida entre advogados se, por estarem no país, os ganhos de Vinicius Jr no Real Madrid, por exemplo, também não poderiam ser taxados. Continua após a publicidade A expectativa é de que isso não ocorra. Mas a CBF só vai ter a resposta depois devido à complexidade do sistema tributário norte-americano. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Rodrigo Mattos por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Menino de 11 anos morre após suspeita de envenenamento com bolo no RJ A narrativa de que Trump ameaça o Pix não resiste à realidade Copa começa nos EUA sem ICE nos estádios, mas com drones e scanner corporal TCU contraria STF e cria novo penduricalho para servidores da cúpula Chevrolet Sonic 2027 mostra qualidades, mas não consegue esconder origem