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Análise dos Times

Motivo: O relato da insatisfação do jogador francês Adrien Rabiot com o gramado é presentedo de forma direta, evidenciando o problema.

Viés da Menção (Score: -0.4)

Brasil

Principal

Motivo: As reclamações dos jogadores brasileiros Vini Jr., Bruno Guimarães e Igor Thiago sobre o campo seco e travado são destacadas, com suas falas apresentadas em primeiro plano.

Viés da Menção (Score: -0.3)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Palmeiras Copa do Mundo Brasil Estêvão Fifa Vini Jr. França Bruno Guimarães Didier Deschamps Marrocos Igor Thiago Adrien Rabiot Senegal MetLife Stadium Nova Jersey

Conteúdo Original

Futebol Jovem e seco: gramado da final da Copa vira problema após dois jogos Luiza Oliveira Do UOL, em Nova Jersey (EUA) 18/06/2026 05h30 Atualizada em 18/06/2026 05h30 Deixe seu comentário Novo gramado começou a ser instalado no MetLife Stadium, em Nova Jersey, antes da estreia do Brasil na Copa Imagem: Angelina Katsanis - 8.mai.2026/Reuters Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Após a vitória da França sobre Senegal por 3 a 1, na terça-feira, o meio campista Adrien Rabiot fez uma dura avaliação sobre o local do jogo. "Gramado? Nem sei se dá para chamá-lo assim. Parecia mais uma superfície artificial bem dura e bem rígida", disse. A insatisfação francesa junta-se às reclamações dos jogadores brasileiros, que dias antes empataram por 1 a 1 com o Marrocos. "O jogo fica muito travado. A gente não consegue ter ritmo de jogo", disse Vini Jr. Bruno Guimarães e Igor Thiago completaram: "Não tem que ser desculpa, mas o campo estava muito seco. Até acostumar, nós erramos muitos passes", disse o meio campista. "O campo não ajuda tanto", disse o atacante. Juca Kfouri A heresia de Ronaldo Fenômeno Daniela Lima Trump mente ao falar em 'Bolsonaro Jr.' Carla Araújo Lula mostra que não vai baixar cabeça para Trump Josias de Souza Trump é o artilheiro da campanha de Lula Todas as frases são sobre o palco da final da Copa do Mundo, o MetLife Stadium, em Nova Jersey. Após apenas dois jogos, a grama virou uma questão. Até o dia 19 de julho, o desafio dos norte-americanos é entender o que deu errado com o novo gramado instalado na principal arena do mundial. Sintético x natural O MetLife Stadium é um estádio de futebol americano, casa do New York Giants e New York Jets, que precisou passar por adaptações. Além da adequação do tamanho do campo de jogo (o futebol americano é disputado num campo de 109,7 metros de comprimento por 48,92 m de largura, enquanto o futebol da Fifa é disputado, preferencialmente, em um retângulo de 105 m por 68 m), foi necessário trocar o gramado. Por lá, a grama é artificial. No ano passado, foi instalada uma versão natural para o Mundial de Clubes e não deu muito certo. "A bola estava lenta, atrapalhou o ritmo do jogo", avaliou Estêvão, então no Palmeiras, no primeiro jogo do torneio de 2025. Assista aos jogos da Copa ao vivo no SBT pelo UOL Play. Assine agora a partir de R$ 14,90/mês A entidade já tinha antecipado esse problema e montou um grupo de observação para o assunto. Em sua página oficial sobre o programa de gramados da Copa do Mundo de 2026, admite que buscou "desenvolvimento de soluções revolucionárias de instalação rasa de gramados para locais que exigem instalações temporárias". Gramado jovem Essa preocupação é importante porque um gramado natural precisa de tempo para maturar, exige acertos com irrigação, manutenção e formação adequada das raízes no solo. Fatores como condições climáticas e luminosidade têm influência direta. Continua após a publicidade E instalações temporárias são problemáticas nesse sentido. A grama do Metlife, por exemplo, foi instalada há um mês sobre cama de cimento em que antes existia o piso sintético. Recebeu uma camada de brita, outra de areia enriquecida, e a grama com terra. E foi compactada. Daí a sensação de Rabiot, por exemplo, de um piso duro - em um mês, o estádio recebeu poucos eventos para que a grama seja compactada, descompactada, cresça e crie um ambiente como o de estádios com grama madura. O técnico da França, Didier Deschamps, tentou achar explicações técnicas para a situação e acha que está diferente até em relação à competição do ano passado. "Acho que provavelmente há concreto por baixo, são fibras muito curtas. O quique é um pouco diferente [em relação ao Mundial de Clubes]". Entra, aí, a diferença dos dois esportes. O futebol é uma modalidade de movimentação livre e de jogadores leves. O futebol americano, um jogo de disputa de espaço em que gigantes com mais de 100kg se empurram. O terreno para o primeiro pode ser mais macio. O do segundo, não. Gramado seco Já a questão do gramado seco, que pegou os brasileiros, pode ter outra explicação: o verão americano. Estêvão disse que o campo melhorou quando choveu na estreia do Palmeiras no Mundial. É por isso, por exemplo, que até sintéticos como o do estádio do Palmeiras, em São Paulo, são regados constantemente, antes, durante (o intervalo) e depois dos jogos. Continua após a publicidade O mesmo acontece com os gramados norte-americanos. Mas, com um calor tão intenso, essa irrigação tem sido insuficiente. O próprio Vini Jr. fez essa análise: "Todo o tempo, o calor, a grama acaba secando muito rápido". Procurada, a Fifa disse que "adota um cronograma estruturado de irrigação nos dias de jogo, com aplicações de água seis, três e uma hora antes do pontapé inicial, além de uma irrigação pouco antes do início da partida e no intervalo" para garantir o "nível ideal de umidade da superfície". Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Atriz de 'O Chamado' viveu nas ruas antes de morrer aos 35 anos Câmara aprova 'jabuti' que anistia caminhoneiros de bloqueios bolsonaristas em 2022 Lucas Faraldo: 'A principal mudança na seleção brasileira é o Endrick' Pai de youtuber morto em queda de helicóptero no Rio: 'Não foi acidente' Sem badalação, Kane supera média de gols de Messi, Klose e Ronaldo em Copas