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Análise dos Times

Vasco

Principal

Motivo: Tom crítico: 'atuação irregular', 'nervosismo', 'busca desesperada', 'vaiado', falha de Léo Jardim destacada no título

Viés da Menção (Score: -0.5)

Motivo: Elogios à defesa 'perfeita ao longo dos 90 minutos' e gol 'salvador'; mérito na classificação reconhecido

Viés da Menção (Score: 0.3)

Motivo: Menção apenas contextual e factual à vitória no jogo de ida

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Menção apenas contextual, sem avaliação de desempenho

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

maracana vasco atletico-mg copa sul-americana leo jardim puma rodriguez boca juniors merentiel montevideo city torque leandro paredes pedro emanuel di lollo

Conteúdo Original

O Vasco perdeu para o Boca Juniors por 3 a 1 na noite desta terça-feira (20), no Maracanã, no jogo de volta da semifinal da Copa Sul-Americana. O resultado eliminou o clube carioca da competição. Di Lollo e Merentiel deram a vantagem aos argentinos no primeiro tempo. Puma Rodríguez diminuiu na etapa complementar e deixou o agregado empatado, mas, já perto dos acréscimos, o Boca conseguiu seu gol "agônico" com Leandro Paredes, em falha de Léo Jardim. A atuação irregular do Vasco frustrou os mais de 66 mil torcedores presentes no Maracanã, que lotaram as arquibancadas após vitória pelo placar mínimo na ida, em La Bombonera. Agora, a equipe comandada por Pedro Emanuel foca na disputa do Campeonato Brasileiro e da Copa do Brasil. A torcida do Vasco estava animada, mas tomou logo uma ducha de água fria aos três minutos. A defesa da equipe de Pedro Emanuel, tão forte na Sul-Americana, só assistiu a cabeçada de Di Lollo que venceu Léo Jardim e abriu o placar. Os jogadores sentiram o gol e até buscaram o empate. Porém, o nervosismo ficou claro em chance desperdiçada por Bruno Duarte e Adson, que bateram cabeça na hora de finalizar. No momento em que o Vasco conseguiu estabilizar o jogo, a defesa voltou a falhar. Melhor para os argentinos, que aproveitaram a indecisão entre Saldivia e Robert Renan para ampliar com Merentiel. Naquele momento, o Boca Juniors tomava a liderança no placar agregado e estava se classificando. Péssimo para o Vasco, vaiado na ida para os vestiários. A necessidade de um gol era gigante. Na etapa complementar, o jogo foi praticamente um ataque contra defesa. O Boca se defendia em bloco baixo, esperando mais uma contra-ataque para sacramentar a vitória e a classificação, enquanto o Vasco buscava o gol de maneira incessante. O problema foi que a busca veio de maneira desorganizada e, de certa forma, desesperada. Cascudos, os argentinos se aproveitavam dos erros do Vasco para ganhar tempo e irritar a torcida no Maracanã. Pouco antes da pausa para hidratação, quando torcida e até o técnico Pedro Emanuel davam sinais de desânimo, o Vasco empatou. E foi justamente em erro da defesa do Boca, perfeita ao longo dos 90 minutos. Lozano cortou mal o cruzamento de Cuiabano, e a bola sobrou para Puma Rodríguez bater de primeira. O resultado levava a decisão para os pênaltis, mas o Vasco queria definir no tempo normal. Tanto que seguiu em cima do Boca Juniors para buscar o empate e a classificação. Quando tudo parecia caminhar para a disputa por penalidades, o Boca conseguiu seu gol salvador com Leandro Paredes. Lesionado e jogando no sacrifício, o volante campeão do mundo pela Argentina finalizou de fora da área e contou com colaboração de Léo Jardim para dar a vaga ao Boca Juniors. Agora, o Boca Juniors aguarda seu adversário na final da Copa Sul-Americana, que sai do confronto entre Atlético-MG e Montevideo City Torque. O Galo venceu o jogo de ida por 3 a 0 na Arena MRV, em Belo Horizonte, e vive situação confortável na eliminatória. Basta não perder por três ou mais gols de diferença para se classificar. O jogo de volta está marcado para a quarta-feira (21), às 19h, no Estádio Centenário de Montevidéu. A final da Copa Sul-Americana será disputada no dia 21 de novembro (sábado), no Estádio Metropolitano Roberto Meléndez, em Barranquilla, na Colômbia.