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Futebol PVC: 'Brasil não tem direito histórico de ter 32% de posse contra Noruega' Do UOL, em São Paulo 05/07/2026 19h50 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× O Brasil não pode aceitar ter só 32% de posse de bola contra a Noruega, mesmo que a ideia seja jogar no contra-ataque, avaliou PVC no Posse de Bola , do Canal UOL. Ao discutir a eliminação na Copa do Mundo 2026, os comentaristas apontaram que a seleção terminou o jogo mais recuada após mudanças do técnico Carlo Ancelotti e levou dois gols depois das alterações. O Brasil não quis a bola. Ou não quis ou não conseguiu. No final do jogo, depois das alterações, acho que o Ancelotti quis o contra-ataque. Ele deixou e fez um 4-1-4-1 depois das alterações e, incrivelmente, a escalação inicial deu muito mais certo do que a escalação final. As alterações pioraram o time, e o time tomou dois gols. Quando teve as alterações, ele fez um 4-1-4-1 e atrasou a marcação. Não pode ser o Brasil com 32% de posse de bola contra a Noruega. PVC Mauro Cezar Vini bate pênalti mal e não deveria ter cobrado PVC Sobra quase nada para sonhar com hexa em 2030 Alicia Klein A Copa do Mundo de Neymar foi um sucesso Julio Gomes Ancelotti sempre foi menos bobo do que foi na Copa Na análise do comentarista, a seleção até teve 'momentos de valentia' no primeiro tempo, com circulação e empurrando o jogo, mas não sustentou a ideia. Para ele, a discussão passa por uma mudança mais profunda de identidade. PVC também citou um dado para contestar a tese de que ter menos a bola seria, por si só, um caminho eficiente em torneios grandes. "A Copa do Mundo não diz isso. 52% dos jogos são vencidos por quem tem mais a bola", afirmou. Arnaldo Ribeiro cobrou explicações do treinador e estranhou o fato de Carlo Ancelotti não ter falado após a partida. "Quem quis jogar com 30% de posse da bola foi ele contra a Noruega. E quem foi dar a explicação foi o filho dele depois do jogo. Não existe." Arnaldo Ribeiro Assista aos jogos da Copa ao vivo no SBT pelo UOL Play. Assine agora a partir de R$ 14,90/mês Walter Casagrande reforçou a diferença entre escolha e incapacidade. "Uma coisa é um time não querer a bola, deixar a bola com o adversário. Outra coisa é não conseguir pegar na bola. 32% de posse de bola é não conseguir pegar na bola." Walter Casagrande Mauro Cezar Pereira seguiu na mesma linha e disse que a seleção 'rejeita a bola', além de apontar que o segundo tempo piorou após as mudanças. "O Brasil de Ancelotti rejeita a bola, deixa com o adversário. No segundo tempo cresce justamente quando o Carlo Ancelotti faz as mudanças que acabam com o Brasil." Mauro Cezar Pereira Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Vanessa Lopes faz ensaio na banheira e 'vira' sereia em aniversário 'Vida virou um inferno', diz moradora de Pinheiros sobre barulho de bares Atacante da Noruega surpreende com português e avalia: 'Brasil teve azar' Mauro Cezar: Eliminação era esperada; trabalho de Ancelotti é ruim Mauro Cezar: Vini bate pênalti mal e não deveria ter cobrado contra Noruega