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Análise dos Times

Escócia

Principal

Motivo: A matéria foca na seleção escocesa, detalhando sua composição e histórico, apresentando informações de forma objetiva sem demonstrar favoritismo.

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Motivo: O Brasil é mencionado como adversário da Escócia na Copa e em confrontos passados, mas o foco principal não é o time brasileiro.

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Palavras-Chave

Entidades Principais

Manchester United Premier League Brentford Brasil Napoli Southampton Inglaterra Scott McTominay Copa do Mundo de 2026 Nottingham Forest Bournemouth West Ham Bologna Torino Noruega Aston Villa Marrocos Rangers Elliot Anderson Dinamo Zagreb Celtic John McGinn Birmingham Haiti Escócia Kenny McLean Norwich Steve Clarke Che Adams George Hirst Andy Robertson Aaron Hickey Andy Irving Ryan Christie Lewis Ferguson Lyndon Dykes Ben Gannon-Doak Scott McKenna Ipswich Town Hearts Falkirk Hibernian

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Só para assinantes Assine UOL Reportagem Esporte Adversária do Brasil, Escócia tem 4 ingleses e jogadores de Premier League Mauro Cezar Pereira Colunista do UOL 06/12/2025 05h30 Deixe seu comentário Scott McTominay celebra a classificação para a Copa: nascido na Inglaterra, joga pela Escócia Imagem: Andy Buchanan/AFP Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Brasil 0 x 0 Escócia em 1974; Brasil 4 x 1 Escócia, em 1982: Brasil 1 x 0 Escócia, em 1990; e Brasil 2 x 1 Escócia, em 1998, última Copa do Mundo que a seleção britânica disputou. Após 28 anos, os escoceses estão de volta e, para variar, na chave da seleção brasileira. Em 2026, as duas seleções estarão no Grupo C, ao lado de Haiti e Marrocos, que esteve no grupo de Brasil e Escócia no Mundial da França, completado pela Noruega. Ao final, avançaram brasileiros e noruegueses, marroquinos em terceiro e escoceses em último. A Escócia, por sinal, jamais foi além da fase de grupos nas oito Copas do Mundo que disputou. Em 1998, além da derrota para o Brasil no Stade de France, arredores de Paris; empatou com a Noruega em Bordeaux (1 a 1) e perdeu para Marrocos em Nantes (3 a 0). Paulo Camargo Eu era CEO e não sabia liderar 60 mil pessoas Daniela Lima Reação a Flávio Bolsonaro foi a pior possível Julián Fuks O hábito de sublinhar livros: uma acalorada polêmica Juca Kfouri A nota abaixo de zero do sorteio da Copa do Mundo Além dos quatro Mundiais nos quais enfrentou os brasileiros, a equipe escocesa esteve nas Copas de 1954, 1958, 1978 e 1986. Sob o comando de Steve Clarke, ex-jogador do Chelsea, volta ao Mundial em bom momento, tanto que foi às duas últimas edições da Eurocopa. Sem chances no time da Inglaterra, atletas nascidos no país costumam adotar outras seleções do Reino Unido ou a República da Irlanda, por serem descendentes de pessoas nascidas nessas nações. Mas a atual geração que forma a seleção da Escócia tem poucos ingleses. Dos convocados para o jogo da classificação, na vitória sobre a Dinamarca, apenas quatro nasceram na Inglaterra. Che Adams, hoje atuando no Torino, da Itália, nasceu em Leicester tem uma avó materna escocesa, o que lhe permitiu optar pelo time da terra do uísque. Filho de escocês, Scott McTominay, destaque da equipe e campeão italiano pelo Napoli, nasceu em Lancaster e escolheu o país de seu pai. Já Elliot Anderson, do Nottingham Forest, é de Whitley Bay e defendeu o time sub 21 inglês, mas migrou para a seleção da nação de sua avó. George Hirst, do Ipswich Town, nascido em Sheffield e com avô paterno escocês, optou pela Escócia. Seu pai, o ex-jogador David Hirst, atuou pela seleção principal da Inglaterra. Por onze anos ele defendeu o Sheffield Wednesday, jogando, inclusive, a Premier League. Por falar no badalado campeonato inglês da primeira divisão, McTominay, pelo Manchester United; e Adams, com a camisa do Southampton, atuaram no certame, do qual Hirst filho participou na temporada passada e Anderson segue jogando até hoje pelo Forest. Continua após a publicidade Mas na seleção que voltará a enfrentar o Brasil há outros jogadores, nascidos na Escócia, e que defendem times da ellite do futebol inglês. São os casos de Andy Robertson (destaque do Liverpool), Aaron Hickey (Brentford), John McGinn (Aston Villa), Andy Irving (West Ham) e Ryan Christie (Bournemouth). Lewis Ferguson, do Bologna, completa o trio de atletas da seleção escocesa que atuam na Itália. Na segunda divisão inglesa atuam Kenny McLean (Norwich), Lyndon Dykes e Ben Gannon-Doak (ambos do Birmingham). Já Scott McKenna defende o crota Dinamo Zagreb. Rangers (3), Celtic (2), Hearts (2), Falkirk e Hibernian forneceram os nove nomes que atuam em times escoceses na mais recente convocação. A Escócia estreia sábado, 13 de junho, em Boston ou Nova York, diante do Haiti, em tese o mais fraco oponente. Em seguida, a equipe de Steve Clarke, que é escocês e assumiu o selecionado em maio de 2019, enfrentará Marrocos na sexta-feira, 19 de junho, em Boston ou Filadélfia. O time reencontrará o Brasil, em Atlanta ou Miami, na quarta-feira, 24 de junho. Siga Mauro Cezar no X Siga Mauro Cezar no Instagram Continua após a publicidade Siga Mauro Cezar no Facebook Inscreva-se no Canal Mauro Cezar no YouTube Siga Mauro Cezar no Threads Siga Mauro Cezar no BlueSky Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. 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