🔎 ou veja todas as análises já realizadas

Análise dos Times

Palavras-Chave

Entidades Principais

Conteúdo Original

Futebol Colosso da Copa, Azteca foi palco da consagração de Pelé e Maradona Paulo Vinicius Coelho (PVC) e Júlio Gomes e Paulo Vinicius Coelho Cidade do México 11/06/2026 12h00 Deixe seu comentário Resumo Ouvir na voz do colunista 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Estádio Azteca, que vai receber a partida de abertura da Copa do Mundo 2026 Imagem: Hector Vivas/Getty Images O apelido do estádio Azteca é Colosso de Santa Úrsula. A razão é estar no bairro do mesmo nome na Alcadia de Coyoacán, zona sul da Cidade do México. Sua história colossal se confunde com a dos maiores gigantes da história das Copas do Mundo: Pelé e Maradona. Os dois carregados nos ombros de torcedores mexicanos que invadiram o gramado nas finais que consagraram os dois mitos. Pelé fez quatro gols e deu cinco assistências durante o Mundial do Tri, em 1970. Maradona marcou quatro vezes e ofereceu o passe para o gol do título, de Burruchaga. Pelé jogou uma vez e fez um gol no Colosso. Maradona, quatro partidas. Daniela Lima Pauta eleitoreira coopta base do governo Juca Kfouri Planeta Bola não esperou 4 anos para ver esta Copa Letícia Casado PL prepara 'pacote completo' para Michelle Ronilso Pacheco Evangélicos mostram cansaço do bolsonarismo O Azteca foi construído para a dupla missão de o México sediar as Olimpíadas de 1968 e a Copa do Mundo de 1970. Tem mais envolvimento com o Brasil, a partir da inauguração. América do México empatou com o Torino por 2 x 2, com primeiro gol anotado pelo meia Arlindo dos Santos, vice-campeão da Taça Brasil pelo Botafogo, em 1962. Ao completar 85 anos, em 2025, Arlindo disse: "Eu não queria sair do Botafogo, mas o clube me disse que precisava do dinheiro. Hoje, agradeço por ter tido a bênção de ficar na história." O Brasil ainda detém o recorde de público, 119 mil pessoas, registrado num amistoso contra o México, em 1968. Na final contra a Itália, em 1970, eram 107 mil. Argentina 3 x 2 Alemanha levaram 114 mil na decisão de 1986. Chegou a ser o maior estádio de futebol do mundo, depois da reforma e diminuição de capacidade do Maracanã. Mas sua remodelação também tirou-o da disputa por este privilégio. Agora são 87 mil lugares e há controvérsias com versões de 83 mil. Também são discutidos os valores gastos na obra para a Copa. Foram 180 milhões de dólares (R$ 950 milhões), mas o governo fala entre 75 milhões e 180 milhões de dólares. Houve dinheiro público na remodelação, mas o palco pertence à Televisa, maior grupo de comunicação do México, proprietário também do América, time que historicamente joga lá. Continua após a publicidade Também houve venda de naming rights para o Banco Banorte. Após a morte do fundador da Televisa, em 1997, a empresa renomeou o Azteca como estádio Guillermo Cañedo. Não pegou. Agora, o nome fantasia é Estádio Banorte. O nome Azteca é homenagem à herança dos povos passados à cultura mexicana. Foi a captura do Imperador Cualhtemoc pelos espanhóis que fez ruir o império Tenochtitlan e construir a Cidade do México, dominadas pelos hispânicos. Não se perca pelo erro da Fifa. É o Azteca. Pela cidade, chamam-no Colosso. Como Pelé e Maradona. Continua após a publicidade Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por UOL Esporte (@uolesporte) Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Marrocos perde seu melhor driblador, e defesa brasileira pode agradecer Coca-Cola recolhe garrafas e assume prejuízo por furto de figurinha da Copa Renan Santos: o Pablo Marçal de 2026 vem em versão bem melhorada Sobrevivente de queda de avião em Marília está 'bem', diz esposa Homem é preso suspeito de estuprar jovem após segui-la perto de metrô em SP