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Só para assinantes Assine UOL Reportagem Esporte Grêmio prepara 1º acordo de controle de gastos com agência da CBF Rodrigo Mattos Colunista do UOL 27/08/2026 05h30 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Zagueiro Wallace foi um dos contratados do Grêmio nesta janela antes de restrição Imagem: Roberto Vinicius/AGIF O Grêmio entrou com um pedido de plano coletivo de dívidas na CNRD (tribunal da CBF) para pagar R$ 16 milhões em dívidas. Pelas novas regras de Fair Play, a agência da CBF - Agência Nacional de Regulação e Sustentabilidade do Futebol (Anresf) - determinou que o clube tem restrição de contratar e de gastos. O próximo passo é um acordo entre Grêmio e CBF para que as contas do clube sejam controladas pela agência para seguirem exigências do Fair Play. Para isso ocorrer, no entanto, é preciso que a CNRD aprove o plano de pagamento de dívidas feito pelo Grêmio. O plano é de pagar os R$ 16 milhões em cinco anos - são 23 credores. Mas o clube já trabalha para estruturar o acordo com a agência da CBF. Adriana Negreiros Homoerotismo e a relação entre poder e Vorcaro A Hora Teto e piso se encontram para Flávio e Lula PVC Fla segue líder? Meus palpites sobre a rodada Rodrigo Ratier Importar megaprisão de Bukele é 'perigo', diz estudo "Ao entrar com o plano da CNRD, estamos conscientes do caso de insolvência e do acordo na CBF. Para a gente, na linha da nova gestão, na linha de recuperação, conversamos que a gente já tinha esse propósito de seguir as regras", contou Jefferson Thomas, executivo de governança do Grêmio. No período de transição, agora, o Grêmio não pode gastar mais em contratação do que em venda. Suas transferências têm que ser aprovadas pela agência da CBF para atenderem esse parâmetro. E sua folha salarial não pode ser maior do que no período anteriores. Thomas diz que não há impacto neste momento. "Imediato não. O Grêmio já tem bloqueio preventivo. Já fizemos contratações, e tu podes olhar a janela que fizemos (barata). Caso precisasse registrar algum, o Grêmio já vendeu R$ 166 milhões no ano. E reduzimos a folha em 20%. Se precisar fazer algum desembolso, teria um Cap (teto) se trouxesse a custo zero. No caso específico, o Grêmio não será prejudicado", contou o executivo. O dirigente gremista até entende que, no início da aplicação da regra, pode haver um desequilíbrio porque outros clubes na CNRD não terão restrições. Os limites só valem para times que entraram com pedidos de RJ ou planos coletivos após abril. Mas sua percepção é de que isso é normal na implantação de uma nova regra. O Grêmio servirá de exemplo do que pode ocorrer com outros clubes no caso de novas adesões na CNRD ou modificações das anteriores, e de planos de Recuperação Judicial ou Extrajudicial. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Rodrigo Mattos por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora TSE aceita abrir ação de Flávio contra Lula por desfile no Carnaval do Rio Eleição já sofre cerco dos EUA. Resta saber alcance da mão peluda de Trump Empresário é condenado por agredir ex-Miss Rio Branco; defesa vai recorrer Médico é levado à polícia por chamar mulher para atendimento em 'cativeiro' Flávia Saraiva é ouro nas barras assimétricas em etapa da Copa do Mundo