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Bruno Guimarães responde projeções negativas sobre o Brasil: "Muita gente quer aparecer" Autor de bonito gol na vitória por 2 a 1 sobre o Egito , Bruno Guimarães deu entrevista coletiva nesta segunda-feira no The Ridge, hotel onde a seleção brasileira está concentrada em Nova Jersey. O volante do Newcastle rebateu com firmeza as projeções que colocam o Brasil fora do grupo de favoritos à Copa do Mundo. Ao perguntar sobre o assunto, repórter mencionou o fato de Olise não ter conseguido apontar um destaque da Seleção em dinâmica feita pelo Bayern de Munique. Outro citado foi o ídolo Hugo Sánchez que, em entrevista à ESPN, disse que dificilmente os brasileiros conseguiriam mais do que o sexto lugar na Copa do Mundo de 2026. Veja a tabela da Copa do Mundo 🔍 Adicione o ge nas suas fontes favoritas do Google "Acho que muita gente faz coisa para aparecer, o Brasil em qualquer competição que vai é um dos favoritos, ninguém tem cinco estrelas no peito", declarou Bruno. — A gente sabe que isso não entra em campo, mas a gente está aqui para a jogar o nosso melhor. Temos grandes jogadores brilhando nos melhores times do mundo, caso do Vini e do Raphinha. Temos que dar o devido respeito aos nossos jogadores — reiterou o titular da Seleção. Seleção Sportv debate resposta de Olise, jogador francês, sobre seleção brasileira Apesar da declaração firme contra as projeções pessimistas em relação à Seleção, Bruno Guimarães reiterou que o Brasil segue respeitado. — Acredito que muita gente, principalmente na Inglaterra, respeita muito o Brasil. A gente se sente respeitado. Dentro de campo tudo pode acontecer, acredito que o Brasil vai ser sempre um dos favoritos. Não significa que o favorito vai ganhar , mas a acredito que a gente está no bolo para desempenhar o melhor futebol e se tudo der certo ser campeão, mas a gente pensa jogo a jogo. Simule os resultados da Copa do Mundo 1 de 2 Bruno Guimarães, meio-campista da Seleção — Foto: Rafael Ribeiro/CBF Bruno Guimarães, meio-campista da Seleção — Foto: Rafael Ribeiro/CBF Bruno Guimarães lamentou o corte do lateral-direito Wesley e disse que todos na Seleção sentiram a saída do jogador da Roma. — Acho que todos receberam a notícia com muita tristeza. Para nós, jogadores, estar na Copa do Mundo é o ápice da nossa carreira, e você perdê-la faltando cinco dias é muito triste. Todos ficaram muito tristes com a notícia. Desejar ao Wesley uma pronta recuperação. Já temos 1000 motivos para correr, mas ganhamos uma a mais, porque vai ser por ele. E aproveitar para desejar boa sorte para Éderson, que possa somar com a gente. O atleta destacou a versatilidade de Éderson, da Atalanta e substituto de Wesley escolhido por Carlo Ancelotti. — A gente não chegou a comentar. Quem fica por conta de toda a convocação são o treinador e seu staff. Ederson pode jogar em mais de uma função, que ele venha e nos ajude. Grande jogador e tem vivido um grande momento na carreira. A gente não opta por convocação. Bruno Guimarães diz que está no auge da carreira: "Vivendo o meu melhor momento" Confira outros tópicos Vitórias nos amistosos — A sensação é a melhor possível. Nos dois amistosos jogamos, ganhamos, tivemos grandes momentos. Estamos cada vez mais prontos e focados, temos mais uma semana para trabalhar e zerar todas as dúvidas do mister. Mas a gente se sente preparado, pronto, mal podemos esperar para começar. - Muito confiante, ainda mais depois desses dois amistosos, com duas vitórias e boas atuações individuais e coletiva. A gente sabe que quando começa a Copa do Mundo todo mundo esquece o antes, então o primeiro passo é o mais importante para a gente. Começar com vitória, se Deus quiser, porque tudo se baseia no primeiro jogo. Queremos muito e nos sentimos preparados para começar com o pé direito. Gol com marcação alta — Acho que uma das principais coisas que ele pede para nós é a marcação alta, acho que meu gol é o retrato disso. O jogador pensou que estava sozinho, já tinha alguém no cangote dele, roubei a bola e fui feliz de fazer o gol. Temos que defender melhor no um-dois. Acreditar que seu rival pode ser perigoso. Temos uma semana para acertar isso. Nas bolas que não recuperamos levamos contra-ataques. 4-3-3 ou 4-2-4? Bruno Guimarães analisa esquemas e diz qual prefere Dá para jogar com linha baixa? — Acho que aquela Champions, principalmente a segunda, que ganhou com o Real Madrid eles jogaram com linha baixa muitas vezes, temos jogadores muito rápidos. Fica a questão do mister decidir como a gente vai jogar. O que mudou de quatro anos para cá? — Em quatro anos muda muita coisa na vida pessoal e profissional. Sou um jogador muito mais pronto hoje do que era há quatro anos. Era tudo muito novo para mim, muita coisa mudou. Não fiz o ciclo completo da última vez. Nesse, se eu não me engano, fui o jogador que mais participou de todo o ciclo, então é outro nível de confiança. Me sinto muito mais experiente, não gasto tanta energia com coisa besta que eu gastava há quatro anos dentro e fora de campo. Me sinto muito mais pronto e tranquilo para entrar e para jogar. Argentina como exemplo — Numa Copa do Mundo só o talento não é suficiente, você tem que se defender com os 11 e atacar na hora que tiver que atacar. E muito coração, é acreditar até o final. A Argentina não era favorita na última Copa e ganhou. Confiança dada por Ancelotti — Juntamente com Diniz foi quem mais me deu confiança de jogar, me perguntou onde eu queria jogar e me deu essa abertura. Me deu confiança para jogar o futebol que jogo no clube. Me sinto muito bem com a confiança do mister. Foi muito importante para mim. Sabe o time ideal? — Ele não contou nada para a gente. Desculpa, eu não posso te contar porque nem eu sei. Mas a nossa dinâmica, ter um jogador a mais no meio, principalmente nesse último jogo, foi muito interessante para as dinâmicas de 1-2 tabela e tivemos muitas chances de marcar, mas pecamos nas finalizações. Tenho entrosamento com o Paquetá desde o Lyon e ficou mais fácil para jogar. Mas isso cabe ao mister se será o 4-4-2 ou o 4-3-3. Importância da família — Família é muito importante, eu sou muito cabeça dura. Estava vendo jogo do Newcastle, estava bolado e queria voltar, mas ela me botou na linha. Ainda mais nesse momento que falam para se focar na família e nos amigos. Onde estou é graças aos meus pais, que investiram no meu sonho, à minha família e aos meus filhos. A família é algo do qual a gente tem que estar cada vez mais próximo. Explicação das mudanças com um volante a mais no meio: — Para atacar, no 4-2-4 te dá mais opções, mas ao mesmo tempo você fica com um time mais direto, sem um meia, depende muito das características. Nesse jogo, comparando ao contra o Panamá, a gente defendeu melhor também. Acho que o gol foi uma infelicidade nossa, eles não criaram para fazer gol na gente. Vai depender de como o Mister vai entender o jogo. Ficamos na expectativa, mas ele colocará os melhores que tem na cabeça dele para jogar no sábado. 2 de 2 Programação e calendário da Seleção até o fim da fase de grupos da Copa do Mundo — Foto: Infoesporte/ge Programação e calendário da Seleção até o fim da fase de grupos da Copa do Mundo — Foto: Infoesporte/ge