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O dia no Palmeiras amanheceu com a serenidade dos números e o ruído da arquibancada: a UFMG calculou 60,6% de chance de taça, enquanto o Santos acendeu o alerta do Z4 com 30,1% de risco [ ]. Ao mesmo tempo, o topo do Brasileiro voltou após 16 rodadas, embalo que a cobertura credita à sintonia de Flaco López com Vitor Roque e ao retorno do velho “fator Allianz Parque” [ ]. Ainda ecoava a virada por 3 a 2 no Morumbis diante do São Paulo: Abel Ferreira escolheu o incentivo no intervalo à bronca, e os reservas mudaram a história. Maurício serviu duas vezes; Sosa fechou a conta e preservou a liderança do Campeonato Brasileiro [ ]. O próximo capítulo já tem hora: sábado, contra o Juventude. Sem Vitor Roque e Emiliano Martínez, suspensos, mas com Weverton, Gustavo Gómez, Piquerez e Facundo Torres livres de gancho; e com a enfermaria cheia — Lucas Evangelista operado e só em 2026, Khellven em recuperação após trauma contra o River Plate na Libertadores, e Paulinho ainda afastado [ ]. Se o placar virou, a conversa do dia virou ainda mais sobre arbitragem. Em colunas duras, apontou-se que Andreas Pereira merecia vermelho por entrada em Marcos Antônio e que um pênalti de Allan em Tapia foi ignorado por Ramon Abatti Abel e pelo VAR de Ilbert Estevam da Silva — lances capazes de redesenhar o roteiro do clássico [ , ]. Num olhar mais amplo, o debate mirou a CBF e sua gestão da arbitragem sob Rodrigo Martins Cintra: erro “pré-VAR” com efeito direto na tabela, lembranças do pênalti em Raphael Veiga no início do campeonato e a sensação de que a régua oscila demais para um torneio tão equilibrado [ ]. Entre a razão dos números e a emoção do gramado, o torcedor palmeirense volta a acreditar no Allianz Parque: casa barulhenta, dupla afinada e um elenco que precisará provar profundidade contra o Juventude. Cabe a Abel Ferreira orquestrar — com menos peças, mais ideias — para manter o compasso de líder [ , ].