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Em 1983, morre Garrincha O leitor do jornal "New York Times" desta segunda-feira pode ter ficado confuso ao notar a publicação do obituário de Garrincha, morto em 1983. Mas isso tem uma explicação. 🔍 Adicione o ge nas suas fontes favoritas do Google 1 de 3
New York Times exalta trajetória de Garrincha em reportagem especial — Foto: Reprodução/NY Times New York Times exalta trajetória de Garrincha em reportagem especial — Foto: Reprodução/NY Times A publicação de uma reportagem enaltecendo quem foi Manoel Francisco dos Santos, mais conhecido como Mané Garrincha, se trata de uma homenagem do jornal americano em uma sessão Intitulada "Overlooked No More", na tradução livre "Não mais esquecidos". A reportagem sobre Garrincha faz parte de uma série de obituários retroativos dedicada a pessoas extraordinárias que, quando morreram, não receberam um obituário no jornal, apesar de sua relevância histórica. 2 de 3
Com Garrincha e Pelé juntos, Seleção nunca foi derrotada — Foto: Reprodução TV Globo Com Garrincha e Pelé juntos, Seleção nunca foi derrotada — Foto: Reprodução TV Globo Na versão digital, publicada em 10 de julho, e na impressa registrada na edição desta segunda, o NY Times enaltece as origens humildes de Garrincha até se transformar em um dos maiores e mais reconhecidos jogadores de futebol da sua época. Sem apego aos números da carreira, o jornal americano trata Garrincha como um talento praticamente impossível, responsável por um dos maiores desempenhos individuais da história das Copas, mas cuja vida terminou de forma profundamente trágica. + Confira a tabela completa da Copa do Mundo 3 de 3
Garrincha e Bellini com a taça de campeões do mundo — Foto: Divulgação Garrincha e Bellini com a taça de campeões do mundo — Foto: Divulgação Garrincha nasceu em 28 de outubro de 1933 em Pau Grande, no Rio de Janeiro. A carreira como jogador teve clubes como Botafogo, Corinthians, Portuguesa Santista, Flamengo, Junior Barranquilla, Novo Hamburgo e Olaria. Pela seleção brasileira, foi campeão das Copas do Mundo de 1958 e 1962. Ao todo, foram cinco gols marcados na história do Mundial. Garrincha morreu em 20 de janeiro de 1983, aos 49 anos, no Rio de Janeiro, em decorrência de complicações causadas pelo alcoolismo.