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Só para assinantes Assine UOL Reportagem 7 estrelas da seleção brasileira que brilharam primeiro na Copa São Paulo Rafael Reis Colunista do UOL 07/01/2026 05h30 Deixe seu comentário Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Mutio antes de se firmar na seleção, Casemiro brilhou na Copinha pelo São Paulo Imagem: Koji Watanabe/Getty Images Santos, São Paulo, Botafogo e Atlético-MG são alguns dos times importantes do futebol brasileiro que vão a campo nesta quarta-feira pela segunda rodada da fase de grupos da Copa São Paulo de Futebol Júnior. Claro que todos os seus jogadores (e também os das outras 124 equipes participantes) desejam o título da 56ª edição da competição de base mais tradicional e importante. Mas o que eles querem mesmo é que o torneio abra as portas para que eles construam carreiras de sucesso, com direito a defender algum clube do primeiro escalão da Europa e vestir a camisa da seleção principal. O "Blog do Rafael Reis" apresenta abaixo sete nomes poderosos da equipe canarinho, cotados para disputar neste ano a Copa do Mundo na América do Norte, que brilharam primeiro na Copinha. Sakamoto Se invadir a Groenlândia, Trump implode a Otan Casagrande Seleções africanas podem chegar longe na Copa PVC Novela Kaio Jorge foi recado do Cruzeiro ao Fla Edu Carvalho Precisamos superar os tempos de surdez coletiva CASEMIRO Volante, 33 anos, Manchester United (ING) Cinco vezes vencedor da Liga dos Campeões quando defendia o Real Madrid, o volante começou a ser conhecido no país ao conquistar a Copinha de 2010 pelo São Paulo, um time que também contava com Lucas Moura e as "eternas promessas" Bruno Uvini e Lucas Gaúcho, que não decolaram tanto assim. Naquela época, Casemiro já era uma das grandes promessas do único clube que defendeu no futebol nacional até ser negociado com o gigante espanhol, em 2013, e se transformar em um dos maiores volantes do planeta. ESTÊVÃO Meia-atacante, 18 anos, Chelsea (ING) Imagem: REUTERS/Isabel Infantes O novo astro da seleção disputou a Copinha de 2023 já livre do peso de dar ao Palmeiras o primeiro título da história (a conquista inédita havia acontecido no ano anterior, sob tutela de Endrick) e ajudou bastante na campanha do bicampeonato. Enfrentando adversários consideravelmente mais velhos e encorpados, o agora jogador do Chelsea era o responsável pelos lances mais mágicos da equipe alviverde. Por conta da questão física, Estêvão passou a maior parte do torneio começando as partidas no banco de reservas e sendo acionado no segundo tempo. Mas, na hora da verdade (final contra o América-MG), foi escalado de início e permaneceu 70 minutos em campo, seu recorde na campanha. MARQUINHOS Zagueiro, 31 anos, Paris Saint-Germain (FRA) Continua após a publicidade Relacionadas Vini Jr. fica '45% pior', convive com vaias e murcha em temporada pré-Copa Janela de janeiro movimenta R$ 2,2 bi; brasileiro é o 2º mais caro do mundo Hora da verdade: 7 brasileiros que têm um semestre para ganhar vaga na Copa Imagem: Getty Images Capitão do PSG e dono também da braçadeira da seleção, o camisa 5 foi um dos responsáveis pela solidez defensiva do Corinthians no título da Copinha de 2012. Na ocasião, Marquinhos já fazia parte do elenco profissional e foi "emprestado" ao time de juniores para disputar o torneio. Ainda no mesmo ano, foi liberado para se transferir para a Roma e começou a construir sua trajetória de sucesso na Europa. Quatorze anos depois de desembarcar no Velho Continente, já soma duas participações em Copas do Mundo, além de 35 títulos pela equipe francesa. VINÍCIUS JR. Atacante, 25 anos, Real Madrid (ESP) Imagem: Getty Images O último brasileiro a ganhar uma eleição de melhor jogador do mundo mudou-se para a Europa assim que completou 18 anos. Logo, não teve o "luxo" de jogar a Copinha na idade ideal e encarou o torneio no meio da adolescência. Mesmo com a desvantagem física por conta da idade, o hoje astro do Real Madrid conseguiu se destacar com o Flamengo em 2017. Sua estreia, contra o Central de Caruaru (PE), foi apoteótica, com direito a dois gols (o segundo, um belo chute no ângulo). Mesmo com a eliminação nas quartas para o Corinthians, Vini fez o suficiente para descolar a promoção para o time adulto e uma venda para o clube mais vitorioso do planeta. BRUNO GUIMARÃES Meia, 28 anos, Newcastle (ING) Continua após a publicidade Imagem: Vitor Silva/CBF Ótimo exemplo de como a Copinha é uma vitrine de primeira grandeza, mesmo para aqueles meninos que não estão em times importantes do cenário nacional. O Osasco Audax não foi longe na edição de 2017 do torneio. Muito pelo contrário: parou ainda na fase de grupos, após ficar atrás de Santos e Rio Branco-AC em sua chave. Mas Bruno Guimarães jogou tanta bola nas três partidas da equipe que ganhou elogios públicos de Fernando Diniz, então técnico do time principal, e entrou na lista de desejos de vários clubes maiores. Meses mais tarde, assinou com o Athletico-PR, onde viu sua carreira decolar. GABRIEL MARTINELLI Atacante, 24 anos, Arsenal (ING) Imagem: REUTERS/Kim Kyung-Hoon Boa parte dos brasileiros não tinha a mínima ideia de quem era Martinelli quando o atacante começou a decidir jogos para o Arsenal no Campeonato Inglês, lá na virada da década. Mas, quem acompanhou com mais atenção a Copinha de 2019, já conhecia o enorme potencial do jogador. Quando o Ituano foi eliminado pelo Red Bull Brasil, na primeira rodada dos mata-matas decisivos, era Martinelli quem liderava a artilharia do torneio. O atacante se despediu precocemente da competição, mas anotou seis gols em quatro partidas e não passou em branco em nenhum dos jogos em que foi aproveitado. LUCAS PAQUETÁ Meia, 28 anos, West Ham (ING) Continua após a publicidade Imagem: Mark Leech/Offside/Offside via Getty Images Um dos jogadores brasileiros mais consolidados na Premier League inglesa, o campeonato nacional número um do planeta, Paquetá vestia a camisa 11 e era o principal criador de jogadas ofensivas do penúltimo título da Copinha levantado pelo Flamengo. Em 2016, o meio-campista se sagrou campeão do torneio de base ao derrotar o Corinthians, nos pênaltis, por 4 a 3. O então garoto de 18 anos converteu uma das cobranças da decisão e foi um dos protagonistas da conquista. Mas, apesar da campanha de destaque, ele ainda precisou esperar um ano inteiro para começar a ser utilizado com alguma frequência no time de cima do clube mais popular do Brasil. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Rafael Reis por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Lotofácil: 13 apostas acertam e levam mais de R$ 530 mil cada; veja dezenas Hulk nega pedido de rescisão, crava 'fico' e diz que Galo quis aposentá-lo Dono de restaurante paga R$ 17 milhões por atum gigante em leilão em Tóquio São Paulo: Votação de impeachment de Julio Casares tem data definida Delcy entregará 50 milhões de barris de petróleo aos EUA, diz Trump