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Só para assinantes Assine UOL Opinião Palmeiras só fez o gol com dez e Carlos Miguel deu o empate ao Cerro Juca Kfouri Colunista do UOL 12/08/2026 20h56 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Resumo Ouvir na voz do colunista 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Não é novidade que fazer gols é a maior dificuldade até entre os melhores times brasileiros, como Palmeiras e Flamengo. O primeiro tempo na casa verde não foi diferente. O Palmeiras finalizou 12 vezes, sete no gol, mas não foi capaz de sair do 0 a 0, ao desperdiçar pelo menos duas chances claras, contra o defensivo Cerro Portenho que, nos minutos iniciais, graças à uma pontada perigosa, pareceu que jogaria com mais coragem. Adriana Negreiros Homoerotismo e a relação entre poder e Vorcaro A Hora Teto e piso se encontram para Flávio e Lula PVC Fla segue líder? Meus palpites sobre a rodada Rodrigo Ratier Importar megaprisão de Bukele é 'perigo', diz estudo Logo, no entanto, se recolheu, abusou de faltas pesadas, perdeu um gol feito com Cecilio Dominguez — que ainda pediu pênalti no lance em que, na verdade, pisou no goleiro Carlos Miguel. A torcida disse presente e, se alguns andam reclamando de maneira exagerada depois dos jogos, hoje, durante, apoiou. E continuou a apoiar depois de ver, aos 50, Piquerez perder mais um gol, como Vitor Roque e Flaco López haviam perdido nos 45 minutos iniciais. Aos 54, Arias quase fez golaço de fora da área em bola que raspou na junção das traves. Com o que tem de melhor, exceção feita à ausência do capitão Gustavo Gómez, em sua casa, no seu gramado artificial, o Verdão não conseguia fazer o gol e Arias perdeu mais um, com o gol escancarado em passe de Allan, aos 58. O segundo tempo chegava aos 65 minutos, a massa seguia no apoio, o Cerro abdicava de qualquer veleidade ofensiva, e Abel Ferreira chamou Arthur para o lugar de Emi Martinez. Continua após a publicidade Aos 68, Carlos Miguel precisou defender o primeiro chute a gol dos paraguaios, de fora da área. E, aos 70, Benítez fez a festa na área verde, com direito a caneta em Murilo, e fez o gol, anulado pelo VAR. A casa verde explodiu de contentamento. Na continuação da partida, Andreas Pereira ao tentar se livrar de agarrão, exagerou no gesto, no meio de campo, e acabou expulso com excesso de rigor pelo uruguaio assoprador de apito. Estava montada a tempestade perfeita. A massa se impacientou e Evangelista, Sosa e Felipe Anderson entraram com as saídas de Allan, Vitor Roque e Arias. Continua após a publicidade Mesmo com dez o Palmeiras não podia negociar pelo empate e não negociou. Aos 81, Murilo foi à linha de fundo, a zaga afastou, Marlon Freitas pegou o rebote de cabeça e achou Flaco López livre na esquerda para fazer o suado 1 a 0. Nada mais justo. O capitão Gustavo Gómez foi chamado para o lugar de Flaco e para comandar a resistência final diante de mais de 39 mil torcedores. Sete minutos de acréscimos ainda fariam o torcedor sofrer e lamentar a falha grave de Carlos Miguel que resultou em gol de Torres, com participação de Vegetti: 1 a 1. Péssimo para o líder do Brasileirão. Continua após a publicidade Eu vi o gol como de Torres, a Conmebol creditou-o ao ex-vascaíno Vegetti e outros o debitaram a Carlos Miguel, contra. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Juca Kfouri por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Médico é levado à polícia por chamar mulher para atendimento em 'cativeiro' Cleitinho diz se arrepender de foto com Virginia na CPI: 'Não era momento' TSE aceita abrir ação de Flávio contra Lula por desfile no Carnaval do Rio Lula diz que quer ganhar eleições para manter Jair Bolsonaro preso Cúpula do Master citou advogada que recebeu R$ 33 mi como 'sócia' de Gilmar