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Opinião Futebol Ana Paula: 'Arbitragem brasileira é muito valorizada na Copa' Do UOL, em São Paulo 09/06/2026 15h03 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Resumo O Brasil chega à Copa do Mundo de 2026 com nove representantes na arbitragem, e isso contraria a percepção de que o país "não tem árbitro", avaliou Ana Paula Oliveira no De Primeira , do Canal UOL. Segundo ela, a lista inclui três árbitros centrais, cinco assistentes e um profissional na cabine do VAR. Ela também comentou a indicação de Wilton Pereira Sampaio para apitar o jogo de abertura. Vale lembrar que nesta Copa do Mundo são nove representantes, três árbitros centrais, cinco assistentes e um profissional na cabine VAR, mostrando a nossa força. Então sempre teve participação de árbitros. E é curioso porque aqui a gente não valoriza, a gente entende que a arbitragem brasileira é ruim. E é a prova que não é. Ana Paula Oliveira Juca Kfouri Felizmente escolhi não ir à Copa nos Estados Unidos Alexandre Borges NY vaiou Trump como o Maracanã vaiou Lula Carlos Nobre Brasil enfrenta escassez hídrica, diz ONU Josias de Souza Usar Deus por votos é perversão de valores A comentarista apontou que o aumento do número de jogadores no banco durante o Mundial também muda o cenário para quem apita. É bom para a equipe, porque tem o companheiro um torcendo pelo outro, mas é ruim para a arbitragem, porque aumenta o número de pessoas para você gerenciar. Você gerencia 22 jogadores no campo de jogo e mais 15 jogadores suplentes, mais o corpo técnico que é composto por nove profissionais. É muita gente reclamando. Ana Paula Oliveira Ela também detalhou por que vê Wilton Pereira Sampaio como um nome que agrada à Fifa. Ana Paulo citou preparo físico, perfil mais reservado e adesão às diretrizes como traços que pesam na escolha para jogos com grande visibilidade. Ele tem um excelente preparo físico. Por ser tímido, fala pouco. Só fala quando realmente precisa. E a terceira característica que agrada muito a FIFA: ele é um cumpridor das diretrizes. Se você fala cartilha, tem que cumprir o item 1, 2, 3, 4, 5. Eu vou escolher o Wilton porque ele vai lá, vai cumprir a cartilha e vai mostrar para os demais o que a FIFA espera deste torneio. Ana Paula Oliveira A ex-árbitra também comentou a atuação de Wilton em Inglaterra x França, na Copa do Qatar, e sugeriu que o desempenho tirou o brasileiro da rota da final. Foi uma boa arbitragem, mas não foi uma arbitragem extraordinária que o habilitasse pra grande final. Se a gente tá falando de sarrafo alto, arbitragem nota 10, o Wilton teve uma arbitragem em nota 7. Para o padrão FIFA, não seria suficiente para fazer a grande final. Ana Paula Oliveira Continua após a publicidade Ao comparar o modelo de trabalho da Fifa com o cenário brasileiro, Ana Paula disse que a crítica costuma "condenar a ponta", sem discutir os critérios de ranqueamento, escala e treinamento. Para ela, o desafio passa por gestão mais técnica do que política. A gente precisa refletir a maneira em que estamos fazendo a gestão da arbitragem no nosso país. Muitas vezes a gente critica e condena a ponta. Porque a ponta final do processo é o árbitro. Eu entendo que na gestão da arbitragem precisamos cada vez mais de pessoas mais técnicas do que políticas liderando a arbitragem. Ana Paula Oliveira Veja horários das lives do UOL Esporte Imagem: Arte/UOL Imagem: Arte/UOL Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Felizmente escolhi não ir à Copa nos Estados Unidos Mulher de 37 anos que fingiu ter 12 é denunciada por dois crimes em SC Sinais de diabetes podem surgir primeiro na boca; veja 3 sintomas Proposta de delação de Vorcaro diz que Moraes não cometeu crime Paolla veste biquíni brazilcore e adere até a calcinhas sobrepostas: Sorte