🔎 ou veja todas as análises já realizadas

Análise dos Times

Palavras-Chave

Entidades Principais

Conteúdo Original

Futebol Calor e campos precários viram 'perrengues' na preparação final da Copa Do UOL, em São Paulo 06/06/2026 12h00 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Jogadores da Noruega sofrem com calor nos Estados Unidos Imagem: Divulgação/Noruega A Copa do Mundo é o ápice para qualquer jogador de futebol, mas a caminhada até o torneio também impõe algumas condições severas. Na reta final de preparação para o Mundial de 2026, que começa no próximo dia 11 de junho, algumas seleções estão enfrentando obstáculos que vão desde a qualidade dos gramados até o clima implacável da América do Norte. O termômetro como adversário O calor sufocante do verão norte-americano já começou a castigar os atletas. Em Greensboro, jogadores da Noruega foram flagrados exaustos durante as atividades físicas. Preocupada com o desgaste prematuro do elenco, a comissão técnica nórdica adotou paradas obrigatórias para hidratação a cada bloco de exercícios. ?? MUNDIAL 2026: La selección de Noruega entrena bajo un calor sofocante en Greensboro (EE.UU). Haaland, Ødegaard y compañía terminaron exhaustos y sin camiseta tras la sesión de hoy, a solo seis días del inicio del Mundial 2026. ? Las altas temperaturas están obligando? pic.twitter.com/tsv5jClYLm -- Alerta Mundial (@AlertaMundoNews) June 5, 2026 Josias de Souza Bolsonaro soluça a dias da reanálise de domiciliar Sylvia Colombo Peru aprendeu a viver sem acreditar na política Milly Lacombe Fifa cancela ingressos 'grátis' devido a erro em site Tostão Certas discussões sobre a seleção são obsoletas Os ingleses sentiram o mesmo choque térmico ao desembarcarem na Flórida. Logo no treino de estreia no começo da semana, o grupo enfrentou uma temperatura de 32°C com alta umidade — uma realidade climática completamente oposta à rotina do futebol britânico. O técnico da Inglaterra, Thomas Tuchel, alertou que o clima será um fator decisivo no torneio. "Não estamos acostumados com esse calor e essa umidade. E ainda haverá o desafio da altitude se jogarmos no México. São muitas variáveis complexas nesta Copa do Mundo", avaliou o treinador. O raio-x do clima no Mundial O impacto das altas temperaturas não é um mero preciosismo das comissões técnicas, mas um dado estatístico. Um estudo recente publicado pela organização Climate Central aponta que 97 dos 104 jogos da Copa do Mundo de 2026 serão afetados por condições climáticas desgastantes, sendo que 49 partidas devem registrar temperaturas acima dos 28°C. A seleção brasileira pode sentir esse impacto logo na largada: a previsão indica que a estreia do Brasil contra o Marrocos, no dia 13 de junho, em Nova Jersey, deve acontecer sob termômetros rompendo a barreira dos 30°C. O fantasma dos gramados A qualidade dos campos de jogo tornou-se uma obsessão para a Fifa, especialmente após as duras críticas recebidas durante a Copa América de 2024. Para o Mundial, as arenas que utilizavam grama sintética - principalmente nos Estados Unidos - passaram por reformas profundas para a transição para o piso natural, além de reformas estruturais para atingir as dimensões oficiais da entidade. Continua após a publicidade Apesar do esforço logístico e até um trabalho específico da Universidade do Tennessee para deixar os gramados do Mundial na melhor condição possível, problemas começaram a surgir. O caso mais emblemático envolve a seleção do Japão, que reprovou publicamente a infraestrutura encontrada em sua base de preparação no México. Devido às más condições do piso, os japoneses alteraram o local de treino duas vezes em poucos dias, antes da ida definitiva na semana que vem para a sua concentração em Nashville, nos Estados Unidos. A delegação abandonou inicialmente o campo do Tigres, em San Nicolás de los Garza (região metropolitana de Monterrey), e, na sequência, também rejeitou as instalações da Universidade Autônoma de Nuevo León (UANL). Por fim, os asiáticos se transferiram para um centro esportivo do Monterrey, localizado na cidade vizinha de Santiago. "O campo não estava muito bom, estava duro e tinha buracos", desabafou o meio-campista japonês Take Kubo, detalhando a situação no CT do Tigres. "Tivemos que mudar o planejamento porque os jogadores estavam com medo de arrancar ou de disputar as bolas com mais intensidade", completou. Remendos na Flórida e o alerta inglês A Inglaterra é outra potência que ligou o sinal de alerta em relação aos gramados antes mesmo da bola rolar oficialmente. A equipe britânica projeta dificuldades para o amistoso de hoje contra a Nova Zelândia no Raymond James Stadium, em Tampa, na Flórida — casa do Tampa Bay Buccaneers, da NFL. Imagens divulgadas pelo diário britânico Daily Mail revelaram um terreno bastante irregular e com falhas, reflexo da recente instalação de grama natural no estádio. Continua após a publicidade Exclusive pics of tomorrow's playing surface in Tampa that awaits England Full story below w/ @MikeKeegan_DM https://t.co/UNsHCh6E5c pic.twitter.com/ZTiznsH0RF -- Craig Hope (@CraigHope_DM) June 5, 2026 Para alívio dos ingleses, o último teste antes da Copa do Mundo, na semana que vem, será em outro local nos Estados Unidos. A partida diante da Costa Rica está marcada para o Inter&Co Stadium, localizado na cidade de Orlando. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Endrick pede passagem na seleção como artilheiro dos gols que valem pontos Endrick aproveita chance, marca após dois anos e cria dúvida para Ancelotti Endrick dedica gol ao filho que nascerá e avisa: 'é aqui onde quero estar' Seleção feminina sabotada e ganhadora Endrick decide, e seleção vence o Egito no último jogo antes da Copa