Conteúdo Original
Só para assinantes Assine UOL Reportagem 'Geração Neymar' já tem baixas, mas ainda vai à Copa com protagonismo Rafael Reis Colunista do UOL 19/03/2026 05h30 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Neymar não foi convocado para última Data Fifa pré-Copa da seleção brasileira Imagem: Jota Erre/AGIF Thibaut Courtois; Nélson Semedo, Virgil van Dijk, Antonio Rüdiger e Lucas Digne; Casemiro, Granit Xhakha e Kevin de Bruyne; Mohamed Salah, Harry Kane e Heung-min Son. A seleção acima é formada exclusivamente por jogadores da mesma geração de Neymar, um ano mais novos ou um ano mais velhos que o camisa 10 do Santos, que devem disputar a Copa do Mundo-2026. Apesar de já estarem começando a perder espaço no cenário internacional da bola, os contemporâneos do astro brasileiro estarão representados com força no torneio mais importante do futebol mundial. PVC Que espetáculo a virada do Vasco contra o Flu Daniela Lima Toffoli rechaça licença e afastamento do STF Mauro Cezar Campanha por Neymar na Copa é constrangedora Helio de La Peña O humor é preterido pelos próprios colegas de teatro O Brasil mesmo pode levar vários atletas entre 32 anos e 35 anos para a América do Norte. Os goleiros Alisson e Ederson, os laterais Danilo e Alex Sandro e os volantes Casemiro e Fabinho, todos presentes na convocação de Carlo Ancelotti para a Data Fifa de março, estão na mesma faixa etária do veterano, que festejou o 34º aniversário em fevereiro. Outros nomes da época de Neymar continuam exercendo o papel de protagonistas das suas respectivas seleções. Virgin van Dijk ainda é o dono da defesa da Holanda, Thibaut Courtois e Kevin de Bruyne são as peças principais da Bélgica, Harry Kane é em quem a Inglaterra deposita as maiores esperanças de voltar a ser campeã mundial e o Egito ainda não deixou de ser Mohamed Salah e mais dez. Há até jogadores de gerações anteriores à de Neymar que desembarcaram no Mundial deste ano como líderes técnicos dos seus países, como os já quarentões Cristiano Ronaldo (Portugal) e Luka Modric (Croácia), além, é claro, de Lionel Messi (Argentina), que completará 39 anos durante o torneio. Só que é óbvio também que existem contemporâneos do brasileiro que, apesar de terem brilhando nos gramados internacionais, já ficaram pelo caminho e se distanciaram da elite do futebol. O exemplo mais óbvio é o francês Paul Pogba, um dos grandes nomes da Copa-2018, que tem tentando ressuscitar a carreira no Monaco após dois anos suspenso por doping. Antoine Griezmann, outro destaque do recente sucesso dos "Bleus", resolveu deixar a seleção, embora continue jogando normalmente pelo Atlético de Madri. Já o belga Eden Hazard, outro dos grandes dessa era, cansou de brigar com os problemas físicos e optou por uma aposentadoria precoce, três anos atrás. Continua após a publicidade Relacionadas Hora de secar: as bombas e as babas de cada pote no sorteio da Libertadores Marcos Leonardo vira banco na Arábia e promete esquentar mercado no Brasil Não é só com a seleção; Itália passa vergonha também na Champions E o Neymar? A situação de Neymar na seleção é uma das grandes questões discutidas pelo torcedor brasileiro às vésperas da Copa. O dono da camisa 10 canarinho nos três últimos Mundiais nunca mais defendeu o Brasil desde que sofreu uma ruptura do ligamento cruzado anterior no joelho esquerdo, em outubro de 2023. Apesar de continuar com limitações físicas e de só ter feito quatro partidas pelo Santos no ano, o astro vivia a expectativa de ser convocado para os amistosos contra Croácia e França, no fim do mês, o que acabou não acontecendo. Neymar tem agora pela frente 16 jogos em 62 dias para convencer Ancelotti de que merece ser chamado para o Mundial, mesmo não tendo feito parte do ciclo do treinador italiano. O comandante da seleção já falou que pode sim convocar o meia-atacante, desde que ele seja capaz de alcançar a melhor forma durante a competição. A maior Copa de todas A Copa-2026 será a mais grandiosa já realizada. Pela primeira vez na história, terá seus jogos espalhados por três países diferentes: Canadá, Estados Unidos e México. Continua após a publicidade Também estabelecerá novos recordes de número de seleções participantes (48, contra 32 dos últimos sete Mundiais), jogadores inscritos (a tendência é que passem de 1.200) e partidas disputadas (104). O pontapé inicial do torneio está marcado para 11 de junho e será dado no estádio Azteca, na Cidade do México, com a partida entre a seleção da casa e a África do Sul. Já a final, será nos EUA, em Nova Jérsei, no dia 19 de julho. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Rafael Reis por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Estreia de Fonseca em Miami é mais perigosa do que parece no papel Master enviou R$ 285 milhões a fundo ligado a Vorcaro antes de liquidação Condenação, renúncia ou absolvição: o que pode acontecer com Claudio Castro Governo vê influência bolsonarista em ameaça de greve de caminhoneiros Rússia aumenta apoio militar ao Irã com imagens de satélite e drones