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O técnico Carlo Ancelotti fará nesta segunda-feira a primeira convocação com uma cara completamente sua na seleção brasileira. Desta vez, o italiano participa de forma completa do período de observações e análise dos convocados, tendo como ponto de partida os dois jogos que já fez pela seleção. A lista agora é para os duelos contra Chile e Bolívia. Será a primeira partida dele no Maracanã e também o primeiro jogo com o Brasil na altitude boliviana. A curiosidade também passa pela possibilidade do retorno de Neymar à seleção após quase dois anos — ainda que o camisa 10 tenha sido alvo de controle de carga no Santos durante a semana. Rodrygo não será convocado. Vini Jr deve também ganhar uma folga, até por estar suspenso do primeiro jogo. A tendência é que Ancelotti traga algumas surpresas por algumas razões: Na relação anterior, Ancelotti, sim, inseriu jogadores que gostaria de ver com a amarelinha. O zagueiro Alexsandro, do Lille, e o atacante Richarlison, do Tottenham, foram alguns escolhidos graças à admiração prévia de Ancelotti. Só que majoritariamente o legado de Dorival Júnior foi trazido ao italiano após um processo de análise e relatórios feitos pela comissão técnica remanescente — o coordenador técnico Juan, o analista de desempenho Thomaz Araújo e o coordenador da seleção, Rodrigo Caetano. Ancelotti convocou a seleção pela primeira vez um dia após chegar ao Brasil. Uma correria só, embora ele já tivesse se reunido com Juan e Rodrigo em Madri. Ancelotti teve cerca de dois meses de férias, com hiato para ir à final do Mundial de Clubes, e voltou ao Brasil no último dia 12. Não só bateu ponto na CBF, como rodou estádios de pelo menos quatro estados brasileiros para ver jogos: Rio, Bahia, Rio Grande do Sul e Minas. Quanto a Neymar, o técnico da seleção fez a agenda para ver in loco o que poderia ser o último jogo do camisa 10 antes da convocação. Mas como Neymar está suspenso, não defenderá o Santos neste domingo, em Salvador, contra o Bahia.