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"O Santos Futebol Clube esclarece que, após o início das investigações e dos depoimentos, as autoridades informaram que a ocorrência com o atacante Gustavo Caballero não envolveu veículo roubado, mas sim um contrato de locação feito pela empresa locadora em nome de outra pessoa", informou o clube.
Ainda segundo a nota, o atacante prestou esclarecimentos às autoridades e foi liberado.
Caballero foi abordado pela Polícia Militar enquanto dirigia o veículo alugado. A situação levou o atleta à delegacia para esclarecimentos.
Em nota, o escritório de advocacia que atende Cabellero afirmou que o jogador havia alugado regularmente o automóvel junto à Movida Rent a Car em 31 de agosto de 2026, utilizando seus próprios documentos e efetuando os pagamentos com cartão de sua titularidade.
Segundo a defesa, a locadora teria cometido um erro de cadastro ao vincular o contrato aos dados de outra pessoa, que possui parte do nome idêntica à do atleta e também é paraguaia. Após tomar conhecimento da locação que não havia realizado, esse terceiro registrou um boletim de ocorrência, o que motivou a abordagem policial desta terça-feira.
Ainda de acordo com os advogados, a autoridade policial constatou o equívoco, verificou que Caballero não havia consumido bebida alcoólica e liberou o atleta com o veículo. Posteriormente, o atacante devolveu o automóvel à locadora e encerrou o contrato.
A defesa do jogador afirmou que adotará medidas judiciais contra a empresa por entender que a falha cadastral causou danos à imagem pessoal e profissional do atleta.
Caballero esteve em campo na última segunda-feira, quando o Santos foi derrotado por 2 a 1 pelo Red Bull Bragantino, pela 34ª rodada do Campeonato Brasileiro.