🔎 ou veja todas as análises já realizadas

Análise dos Times

Brasil

Principal

Motivo: O artigo destaca o otimismo da diretora da FIFA sobre o sucesso da Copa no Brasil, enfatizando a cultura e o povo brasileiro como pontos positivos para o torneio. A seleção brasileira é mencionada, mas o foco está no evento e na organização.

Viés da Menção (Score: 0.8)

Motivo: A menção aos Estados Unidos é secundária, relacionada à experiência de Jill Ellis como jogadora e treinadora, e ao fato de o Brasil ter sido palco de sua eliminação nas Olimpíadas de 2016. Não há viés significativo.

Viés da Menção (Score: 0.2)

Palavras-Chave

Entidades Principais

selecao brasileira fifa brasil estados unidos copa do mundo feminina jill ellis estadio mane garrincha governo federal

Conteúdo Original

Jill Ellis fala sobre a Copa do Mundo Feminina no Brasil em 2027 No que depender da percepção da diretora de futebol da Fifa, a inglesa Jill Ellis, a Copa do Mundo Feminina de 2027, que será realizada no Brasil, será um sucesso. A dirigente esteve recentemente no país, onde fez parte de reuniões com o governo federal, além de vistorias no Estádio Mané Garrincha, que receberá oito partidas do Mundial. + Diretora de futebol da Fifa, Jill Ellis torce por Marta na Copa: "Minha esperança é que esteja em 2027" + Fifa confirma Brasília como uma das sedes da Copa do Mundo Feminina de 2027 — Uma das coisas lindas sobre o Brasil é que as pessoas querem vir para esse país. Os fãs vão vir, os fãs vão viajar. Eu acho que teremos muitos torcedores internacionais aqui. Por causa das pessoas, a cultura, a tradição do futebol, há muito o que se explorar aqui. A qualidade do futebol vai ser excepcional — opina. 1 de 3 Jill Ellis elogiou a estrutura do Estádio Mané Garrincha, em Brasília — Foto: Marcos Silva/TV Globo Jill Ellis elogiou a estrutura do Estádio Mané Garrincha, em Brasília — Foto: Marcos Silva/TV Globo Ellis elogiou o trabalho conjunto entre Fifa e governo do Brasil, que vem sendo feito para a Copa do Mundo Feminina repita o sucesso da Copa do Mundo Masculina de 2014 e das Olimpíadas. — O governo brasileiro tem sido um ótimo parceiro para nós, estamos trabalhando passo a passo com eles para tentar ter todas as peças que precisamos, em termos de tudo, das instalações, da tecnologia, da segurança, todas essas coisas que você tem que ter em lugar para a realização de um evento tão grande — revela. Lembranças do Mané Garrincha Atualmente na função de dirigente, a inglesa, que comandou a seleção dos Estados Unidos no bicampeonato mundial em 2015 e 2019, voltou ao palco onde as norte-americanas foram eliminadas pela Suécia, nas Olimpíadas de 2016. 2 de 3 EUA x Nova Zelandia futebol feminino Rio 2016 — Foto: Reuters EUA x Nova Zelandia futebol feminino Rio 2016 — Foto: Reuters A partida, realizada no Estádio Mané Garrincha, ainda traz lembranças para a ex-treinadora, que lembra com carinho como a derrota amarga ajudou os Estados Unidos a recalcularem a rota depois do revés. — Eu sempre digo, A falha traz duas coisas, primeiro, o feedback, depois a oportunidade. A perda aqui, acredite ou não, foi provavelmente o catalisador para o nosso sucesso em ganhar a Copa do Mundo em 2019, porque havia muitas lições para serem aprendidas. Sabíamos que tínhamos que ser mais criativas — recorda. A dirigente também elogiou a construção do estádio, que, segundo ela, dá a impressão dos antigos coliseus romanos. Ellis também deixou claro o tipo de atmosfera que espera durante as partidas da Copa do Mundo Feminina. — A verticalidade dos assentos, as pessoas estão em cima de você, estão perto de você, então eu acho que há uma energia extra aqui. Você se importa com a qualidade do gramado, que eu me lembro de ser fantástico no passado — celebra. A Copa do Mundo Feminina será o terceiro Mundial que Brasília receberá na história. Antes, em 2014, a capital federal foi palco de sete partidas da Copa do Mundo de 2014, incluindo dois jogos da Seleção Brasileira: a goleada sobre Camarões, pela primeira fase, e a derrota por 3 a 0 para a Holanda na disputa de terceiro lugar. 3 de 3 Estádio Mané Garrincha foi iluminado em verde e amarelo após o anúncio de Brasília como sede da Copa do Mundo Feminina — Foto: Lucas Magalhães/ge Estádio Mané Garrincha foi iluminado em verde e amarelo após o anúncio de Brasília como sede da Copa do Mundo Feminina — Foto: Lucas Magalhães/ge O outro Mundial, mais recente, foi em 2019, quando Brasília foi uma das três casas da Copa do Mundo sub-17, que teve o Brasil como grande campeão, em final disputada no Estádio Bezerrão. Originalmente, a previsão é de que o maior estádio do DF recebesse oito partidas no Mundial Feminino: cinco da primeira fase e uma de cada fase nas oitavas, quartas e semifinais. Não há, portanto, garantia de que a Seleção Brasileira passasse por Brasília.