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Análise dos Times

Flamengo

Principal

Motivo: A matéria foca na conquista do Flamengo e nas falas do técnico sobre o time, elogiando a atitude e o desempenho da equipe. O viés é positivo em relação ao clube e suas conquistas.

Viés da Menção (Score: 0.7)

Motivo: O Fluminense é mencionado como adversário na final, e o técnico Jardim cita a necessidade de anular o time carioca, sugerindo que o Fluminense representou um desafio tático.

Viés da Menção (Score: -0.2)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Fluminense Flamengo Arrascaeta Pedro Leonardo Jardim Bruno Henrique Samuel Lino Filipe Luís Carioca Paquetá Wallace Yan Cebolinha

Conteúdo Original

Futebol Um jogo, um título: Jardim valoriza legado de Filipe Luís no Flamengo Igor Siqueira Do UOL, no Rio de Janeiro 08/03/2026 22h11 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Siga o UOL Esporte no Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Não foi por acaso que a torcida do Flamengo gritou o nome de Filipe Luís após o título do Carioca. O técnico Leonardo Jardim reconheceu o legado do antecessor após bater o Fluminense nos pênaltis e faturar a taça logo na estreia. "Com certeza nós trouxemos muito o que o Filipe tinha realizado. Nesse jogo, eu procurei que nós conseguíssemos anular melhor o Fluminense, principalmente em comparação aos últimos jogos, em que o Fluminense conseguiu muitos chutes a gol. Fomos consistentes na defesa. No processo ofensivo, tivemos ainda algumas dificuldades. Em termos de comportamento, estou feliz com a equipe. Jogaram como Flamengo, com atitude e empenho", disse Jardim. Alívio da crise? " Quem trabalha no Flamengo tem que jogar para ganhar. Com certeza quem perde desvaloriza e quem ganha valoriza. Ganhar Carioca, ser tri… Ganhar é sempre fundamental. Temos um percurso ainda pela frente, vamos trabalhar ainda mais e melhor e organizar uma equipe competente, como foi a do ano passado" Mauro Cezar Fla-Flu ruim tem emoção só nos pênaltis Josias de Souza Haddad, o perdedor predileto de Lula em SP Igor Gielow Teocracia do Irã agora veste farda Mariana Sanches O cálculo eleitoral da guerra no Irã para Trump O que mais ele disse? Paquetá ou Arrasca "Em relação ao Paquetá e ao Arrascaeta, eles têm a preferência pela zona ofensiva, mas o Paquetá tem uma polivalência de jogar por fora e de camisa 8. O Flamengo chega perto de 78 jogos se chegar a todas as finais, estamos falando de mais de 7.000. Na Europa, um jogador normal joga 4.000 minutos. Temos que ter dois jogadores por posição. Não acredito que o Flamengo seja uma equipe com 11 jogadores. Temos sete jogadores de seleção, ainda mais porque o Paquetá fará uma temporada e meia sem parar. É um jogador fundamental para a estrutura do clube. Feliz o treinador que tem dois jogadores dessa qualidade". Como lidar com calendário "Eu no ano passado estive quase 11 meses no Brasil, vivi as competições da Conmebol. Não fui à Libertadores, mas fui à Sul-Americana. Sei dessa carga que existe aqui no Brasil. Por isso a importância de o Flamengo ter um grupo que permite a rodagem de forma a não termos lesões e sermos competitivos em todos os jogos. O que eu gosto é que a equipe pressione mais, blocos mais próximos. Hoje isso aconteceu em alguns momentos, na segunda parte perdemos um pouco essa capacidade. No futuro, vamos ganhar outra condições, e isso vai permitir que sejamos competitivos por mais tempo". Como definiu o time titular "Já conhecia a equipe do Flamengo, alguns jogadores descansaram e estavam mais frescos que os outros. Sinceramente não acredito em 11, é um grupo de trabalho. Quero uma equipe competitiva, fresca, que consiga defender e atacar bem. Sei que os fãs gostam de um time com 11, mas isso não é possível a temporada toda. Temos o Paquetá, o Everton, o Danilo, o Royal e o Ayrton... Temos várias funções. Não há outra forma de conseguir esse tipo de situação. Temos alguns jogadores experiente a nível nacional e internacional, mas eles não vão jogar sempre porque o risco de lesão é muito grande". Continua após a publicidade Ainda quer um camisa 9 "Um campeonato longo como é aqui no Brasil, com competições internacionais, o Pedro sozinho como atacante... Ele é muito bom jogador, quero dar os parabéns para ele porque teve uma atitude e um empenho físico muito grande. Quando falei no segundo tempo, ele já estava com fadiga muscular. Tínhamos o (Wallace) Yan, que é jovem e vai ter oportunidades de jogar naquela posição, temos o Bruno Henrique. Se, no futuro, conseguirmos trazer um jogador que nos permita não mais fazer adaptações, vamos fazer. O desgaste é muito grande, no Flamengo tem que jogar sempre ao máximo. O Flamengo exige manter uma equipe sempre vitoriosa". Reencontro com o Cruzeiro "Vai ser uma preparação normal, amanhã já temos que recuperar nossos jogadores e depois conseguir em termos estratégicos preparar uma equipe competitiva, que possa controlar o jogo na nossa casa. Do outro lado tem uma excelente equipe, no ano passado conseguiu bons resultados com o Flamengo e espero mudar isso". A altura dos blocos de marcação nos treinos "Com relação a isso, foi uma coisa que trabalhamos porque analisamos que o Fluminense conseguia fazer transições perigosas contra nós. Nós expusemos nossos laterais, fizemos uma construção a três. Foi essa a nossa estratégia, trabalhamos isso com os jogadores. Eu acredito nesses jogadores, temos jogadores que são rápidos. Os jogadores, com esse momento, perderam um pouco de confiança, Vamos retomar isso para termos uma equipe competitiva e organizada". Continua após a publicidade Plata de 9 "Com certeza, o Plata não é um centroavante. Conheço o Plata desde os tempos do Sporting, quando iniciou. É um jogador de corredor, que é rápido, que pode ser importante na pressão e para compactar o bloco. Como disse, o Bruno Henrique, por exemplo, está fora e é um jogador que pode jogar à frente. O Wallace (Yan) já não jogava há muito tempo. Por isso, a minha substituição (do Pedro). É um jogador experiente, tem jogado, apesar de ter tido um pequeno problema e só ter treinado dos dias. São essas decisões que a gente tomou, visto aquilo que aconteceu. Wallace (Yan) teve poucos jogos este ano, o Bruno Henrique está lesionado; por isso, tivemos que gerir entre esses dois". Samuel Lino e Cebolinha "Em relação aos contratos (contrato do Cebolinha vai até o fim do ano), isso é com a direção. Sobre a performance, estou feliz em ter os dois. O Cebolinha entrou no lugar do Lino e manteve a intensidade. No futuro o Cebolinha vai ser titular e o Lino vai entrar... A gente tem essa capacidade e satisfação de ter esses dois pontas por esse lado que possam dar qualidade e intensidade. Vocês sabem que esses pontas na minha estrutura são jogadores que têm trabalho porque têm que defender e atacar. Fico feliz de ter opções". Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. 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