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Análise dos Times

Sao Paulo

Principal

Motivo: O texto exalta a ascensão e o protagonismo de Rafael no São Paulo, destacando sua importância e as conquistas recentes.

Viés da Menção (Score: 0.8)

Motivo: Menciona as conquistas de Rafael pelo Cruzeiro, mas com um tom de passado, em contraste com o presente glorioso no São Paulo.

Viés da Menção (Score: 0.3)

Motivo: Descreve um período de insatisfação e banco de reservas, com a contratação de outro goleiro preferido do técnico.

Viés da Menção (Score: -0.2)

Palavras-Chave

Entidades Principais

sao paulo cruzeiro jorge sampaoli calleri atletico lucas rafael everson rogerio ceni cardona uribe fabi

Conteúdo Original

Rafael é o cara do São Paulo! Assumiu o protagonismo que um goleiro não adquiria no tricolor desde Rogério Ceni. A defesa da cobrança de Cardona no jogo de ida da Libertadores e do primeiro pênalti de Uribe nesta terça-feira são reflexos da personalidade e da casca que o goleiro tem adquirido ao longo do tempo, o que resulta, inclusive, na braçadeira de capitão nas ausências de Lucas e de Calleri. Cria do Cruzeiro, cresceu ao lado do ídolo Fábio, que estava longe de pendurar as chuteiras e por isso o banco era comum na Toca da Raposa. Para finalmente ter espaço, opta por ir para o Atlético. No Galo, porém, deu azar. Chegou ao clube com Jorge Sampaoli. O técnico argentino, fã do do goleiro Everson pelo jogo com os pés, ainda dos tempos de Santos, pediu a contratação do goleiro e optou por deixar Rafael no banco. Rafael tem 10 títulos pelo Cruzeiro: 2 Campeonatos Brasileiros (2013 e 2014) e 2 Copas do Brasil (2017 e 2018), além de 6 Campeonato Mineiros. No Galo, são 6 canecos, incluindo Brasileiro, Copa do Brasil e Supercopa. Títulos conquistados, praticamente, no banco. No São Paulo ele foi campeão da Copa do Brasil e da Supercopa, já traçando uma linda história com mais capítulos pela frente. E a reviravolta de hoje é mérito dele! De um cara que persistiu e que se tornou gigante, mesmo quando era mais fácil jogar a toalha. Agora, no "Glamour", é fácil aplaudir. Difícil é apoiar e reconhecer quando ainda não chegamos ao topo.