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Millán chegou ao Fluminense com status de reforço que exige paciência, não pressa. Contratado na última janela, o zagueiro colombiano está há quase 40 dias no Rio de Janeiro e ainda não recebeu indícios de que vai estrear pelo time tricolor [ ]. O Fluminense desembolsará cerca de R$ 25,5 milhões pela aquisição em definitivo, um investimento que evidencia a aposta do clube em uma defesa mais segura para a temporada [ ]. No Nacional do Uruguai, último clube dele, Millán era titular absoluto há duas temporadas, perfil que sustenta a expectativa de que ele possa evoluir rapidamente, desde que tenha o tempo de adaptação desejado. Enquanto isso, o técnico Luis Zubeldía trabalha com cautela: para a estreia na Libertadores, relacionou cinco zagueiros, mas Igor Rabello ficou no banco, e a dupla preferida na prática tem sido Jemmes e Freytes, com Ignácio aparecendo como alternativa no elenco [ ]. Millán é, até o momento, o único dos seis reforços da temporada que ainda não entrou em campo, o que alimenta a expectativa de estreia com a paciência necessária para o argentino trabalhar o entrosamento a tempo da Libertadores [ ]. Entre curiosidades da cobertura, surge a referência a uma tensão interna envolvendo Marcelo e Mano Menezes, com o relato de que houve desentendimento: "Ele não falava comigo", trecho citado pela reportagem, que reforça o clima de expectativas e ajustes no vestiário [ ]. O cenário, portanto, resume-se à paciência: Millán precisa ganhar ritmo, o Fluminense precisa encaixar a defesa na Libertadores, e o torcedor fica atento às decisões de Zubeldía, enquanto o Rio de Janeiro, o Uruguai e La Guaira aparecem como referências no radar da temporada [ ].