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Futebol Desfigurado, Brasil de Ancelotti encara ataque de 131 participações em gols Danilo Lavieri e Pedro Lopes Colunistas do UOL, em Boston e São Paulo 26/03/2026 05h30 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Léo Pereira em seu primeiro treino com a seleção brasileira e próximo do técnico Carlo Ancelotti Imagem: Rafael Ribeiro / CBF Carlo Ancelotti enfrenta nesta quinta-feira (25), a partir das 17h (de Brasília), o seu teste mais difícil desde a sua chegada à seleção e, para isso, vai estar longe de ter em mãos a melhor versão da seleção brasileira. Para enfrentar a França, um dos ataques mais poderosos do mundo, ele terá 100% de sua defesa reserva. Em uma escalação francesa com MBappé, Dembelé, Olise e Cherki, o time entra em campo com 82 gols e 49 assistências em 2025/26. Esse forte poder de fogo que totaliza 131 participações diretas em gol precisará ser parado por Ederson, Wesley, Léo Pereira, Ibañez ou Bremer, e Douglas Santos. Os franceses do Real Madrid, do PSG, do Bayern de Munique e do Manchester City terão pela frente jogadores do Fenerbahce, Roma, Flamengo, Al Ahli ou Juventus e Zenit. Letícia Casado PL define grupo de Michelle no palanque do DF Casagrande Romário e suas tentativas de censurar quem o critica Amanda Klein STF pode derrubar decisão de prorrogar CPMI do INSS Mônica Bergamo Para Faria Lima, prisão de Vorcaro é desproporcional É exatamente essa a dimensão do teste do italiano, que gostaria de chegar nessa Data Fifa com muito mais poder de fogo do que tema agora. Ele perdeu Alisson, Gabriel Magalhães, Alex Sandro e Marquinhos e já não podia contar com Militão. Apesar do desafio, Ancelotti diz que não vai mudar a sua forma de jogar. Terá seus quatro defensores, dois meio-campistas e quatro atacantes, ainda que todos, claro, tenham responsabilidades na marcação. Os desafios não se limitam a ter uma zaga reserva. A proteção do setor também estará comprometida com a ausência de Bruno Guimarães e, lá na frente, o poder de fogo sofre com a ausência de Rodrygo, que também não estará na Copa do Mundo, e de Estêvão, que não foi convocado por não estar 100% no dia da chamada. Imaginando um time com Vini Jr, Matheus Cunha, Raphinha e João Pedro, a seleção entra em campo com 62 gols e 26 assistências, bem abaixo dos números franceses no mesmo período, totalizando 88. A comparação piora se João Pedro sair para a entrada de Martinelli: 56 gols e 25 assistência, caindo para 81. Ou seja, somando gols e assistências, o número não chega nem aos gols marcados pelos franceses na temporada. Ancelotti já tinha admitido anteriormente que gostaria de ter o time da Copa do Mundo o mais próximo do possível definido nesses jogos. Como não será possível, o jogo servirá como um vestibular com nível de dificuldade muito maior para os candidatos a um lugar no ponto mais alto de carreira de um jogador de futebol no meio do ano. O comandante tenta tratar isso com normalidade. Diz que, hoje em dia, todo treinador tem dificuldade para trabalhar com uma equipe e não tem tempo de treinar. Para ele, que saiu de décadas de trabalho em clube, a adaptação para uma seleção tem sido ainda mais brusca. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Segurança envolvido na polêmica de Chappell Roan com Jorginho se manifesta Melody ostenta mansão e carros após faturar R$ 50 milhões Quem é Noelia Castillo, jovem de 25 anos que obteve direito à eutanásia Solange fala de corpo de Ana Paula e sugere familiaridade com prostíbulo Justiça da Itália decide extraditar Carla Zambelli, presa no país