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Análise dos Times

Flamengo

Principal

Motivo: A matéria é centrada nas declarações de um jogador do Flamengo sobre a preparação e estratégia para a final, com foco em como o time pode vencer.

Viés da Menção (Score: 0.7)

Psg

Motivo: O PSG é tratado como o adversário na final, mas o tom da matéria é sobre o Flamengo e suas estratégias para enfrentá-lo, sem adjetivos específicos sobre o time parisiense.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Mencionado como um exemplo de erro a ser evitado, sem carga positiva ou negativa associada ao time em si.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Utilizado como referência de aprendizado em uma partida anterior, com foco no aprendizado do Flamengo, não em análise do desempenho do Bayern.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Flamengo Chelsea PSG Pyramids Copa Intercontinental Bayern de Munique Rossi Filipe Luís Marquinhos Danilo

Conteúdo Original

Danilo projeta final e diz como Flamengo pode vencer o PSG Herói do título da Libertadores e um dos mais experientes do elenco do Flamengo , Danilo voltou ao Brasil em 2025 para realizar o sonho de jogar pelo clube do coração depois de 13 anos na Europa, onde se acostumou a enfrentar os times da elite do futebol mundial, como o PSG, adversário desta quarta-feira na final da Copa Intercontinental. Um dos líderes do grupo em Doha, no Catar, o zagueiro falou com a imprensa na véspera da decisão e citou como lição o erro da equipe cometido contra o Pyramids na semifinal, quando só não saiu o gol graças ao milagre de Rossi (veja no vídeo abaixo) : GRANDE DEFESA DO ROSSI! — Uma coisa que parece básica, mas a gente esquece, é que o futebol é decidido nas duas áreas. Uma oportunidade um pouco mais clara como o Pyramids teve uma frente a frente com o Rossi, que fez uma incrível defesa, normalmente o Paris naquele tipo de situação faz o gol. + Filipe Luís garante "DNA Flamengo" na decisão e diz: "Teremos armas para neutralizar o ataque do PSG" Ao concluir a resposta, Danilo deu pistas da estratégia do Flamengo para conseguir surpreender o PSG: defender com a bola. — Então tem que ser forte mentalmente para não deixar esse episódio acontecer e tentar de certa forma fazer o tempo passar. Aí eu creio que as coisas podem ficar melhor para nós. 1 de 2 Danilo em ação contra o PSG de Mbappé pela Juventus — Foto: Getty Images Danilo em ação contra o PSG de Mbappé pela Juventus — Foto: Getty Images Em uma temporada incomum, o Flamengo vai enfrentar pela terceira vez um gigante europeu em 2025. Na Copa do Mundo de Clubes no meio do ano, o Rubro-Negro venceu o campeão Chelsea na fase de grupos por 2 a 1, mas perdeu para o Bayern de Munique por 4 a 2 nas oitavas de final. Embora Filipe Luís tenha dito na coletiva que não usou aquele jogo na preparação atual, Danilo citou aquela eliminação como exemplo para tentar uma partida perfeita: — A forma como a gente começa o jogo e lida nos primeiros minutos tem uma influência muito grande em toda partida. Outro dia, eu vi uma frase, uma interpretação de vida que fala: "Nós somos uma sucessão de acasos e caos". Muitas coisas independem de nós, mas o tipo de acaso que a gente vai viver depende da nossa preparação, entrega e determinação. A partida contra o Bayern de Munique foi um grande aprendizado para esta equipe e pode surtir um efeito positivo. ✅Clique aqui para seguir o novo canal ge Flamengo no WhatsApp 2 de 2 Danilo e Filipe Luís em treino do Flamengo no Catar — Foto: Adriano Fontes/Flamengo Danilo e Filipe Luís em treino do Flamengo no Catar — Foto: Adriano Fontes/Flamengo Veja outras respostas de Danilo: Conversas como líder — Diferencial para aqueles que vencem é manter a rotina, o nível de dedicação em todas as situações. Acho que um erro grande que muita gente comete é tentar mudar comportamento nos momentos decisivos, isso normalmente não dá muito certo. É ter a capacidade de se manter focado, concentrado, mas sem mudar nossa rotina na temporada porque fizemos bem até aqui. Isso que pode nos levar a vencer a partida. O que representaria o título? — Acredito que já na competição no meio do ano o futebol brasileiro deixou uma boa figura, demonstrando para o mundo que o trabalho no Brasil inteiro é bem profissional e com objetivos claros. Mas, obviamente, vencer essa competição e esse jogo em si significaria para nós um selo de qualidade. Partida muito difícil, mas como se trata de uma única partida, existe a ilusão de vencer e representar grandiosamente o futebol brasileiro. Trabalho de visualização — Obviamente é um jogo que precisa estar no seu máximo nível, então às vezes já assistindo a vídeos do adversário considero importante fazer esse jogo mental antes, de estar se vendo nas situações, principalmente defensivas, para estar parando os atacantes do Paris, que são muito potentes. E obviamente eu tenho vivido momento peculiar, onde a energia tem me levado a estar sempre perto do gol e podendo fazer gols. Tenho que aproveitar disso, de certa forma trabalhar essa visualização para buscar energicamente as oportunidades e quem sabe poder ajudar mais uma vez. Chance de fazer história — Obviamente isso nos faz brilhar os olhos e aumentar a motivação, a vontade de vencer essa partida, e entrar ainda mais para a história do Flamengo. Mas é tentar de certa forma tratar como se fosse mais um jogo para que não mude suas dinâmicas, sua forma de interpretar a partida. Sabendo que o resultado pode mudar o marco da nossa história no Flamengo. Copa do Mundo de Clubes — Serviu de certa forma externamente. Aqui dentro do Flamengo nós tínhamos uma convicção grande do que representava o nosso jogo do que a gente podia fazer. Obviamente serviu como um selo de qualidade do que está sendo desenvolvido não só no Flamengo, mas no futebol brasileiro de maneira geral em termo de estrutura e capacitação. Como está o time? — Está bem. O pessoal está conseguindo manter um nível de relaxamento saudável, que é importante. Neste momento, a grandeza está em não mudar muito as dinâmicas, as maneiras como a gente treina, a rotina. Acredito que a gente possa fazer igual em campo. A gente sabe o nível de motivação, a importância dessa partida. No final das contas, é mais um jogo. Com um adversário muito complicado, mas não existe uma mudança muito grande de comportamento para fazer vencer o jogo. Marquinhos do outro lado — Marquinhos não responde WhatsApp, nunca responde, só depois de cinco ou seis dias. Então eu prefiro ligar. Neste momento, a gente não se falou muito. Cada um defendendo o seu. Mas tenho um carinho e respeito enormes principalmente neste período de seleção brasileira, em que a gente teve momentos não tão fáceis. E eu e Marquinhos, principalmente, a gente teve uma parceria e um carinho muito grande para estar de certa forma à frente das situações e blindar alguns jogadores mais jovens. Máximo carinho por ele. Retrospecto contra o PSG — Se não me falha a memória, com o Porto, eu ganhei e perdi. Com a Juventus, penso que não ganhei. Mas obviamente é um novo momento, experiência diferente. Vamos fazer o máximo possível para fazer um grande jogo, ter uma ótima noite especial. 🗞️ Leia mais notícias do Flamengo 🎧 Ouça o podcast ge Flamengo Assista: tudo sobre o Flamengo no ge, na Globo e no sportv 50 vídeos