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Análise dos Times

Palmeiras

Principal

Motivo: A matéria foca na entrevista do técnico do Palmeiras, Abel Ferreira, suas declarações e a preparação do time para a final, apresentando o clube de forma positiva.

Viés da Menção (Score: 0.5)

Motivo: O Flamengo é mencionado como adversário na final, mas a análise do time e de seu treinador não é o foco principal, resultando em um viés neutro.

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Palavras-Chave

Entidades Principais

Grêmio Flamengo Libertadores Palmeiras Abel Ferreira

Conteúdo Original

Esporte Abel faz mistério no time titular e indica surpresa com mudança de dinâmica Danilo Lavieri Do UOL, em Lima (PER) 28/11/2025 17h53 Deixe seu comentário Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Abel Ferreira, técnico do Palmeiras, durante jogo contra o River Plate Imagem: VINICIUS NUNES/AGÊNCIA F8/ESTADÃO CONTEÚDO Abel Ferreira concedeu entrevista coletiva nesta sexta-feira (28), às vésperas da final da Copa Libertadores. Perguntado sobre o possível time titular, o comandante fez mistério. Apesar disso, o treinador indicou uma possível "mudança com a dinâmica" oferecida pelo elenco palmeirense. De acordo com o português, as variações táticas dos atletas podem ser um trunfo para o duelo contra o Flamengo, neste sábado, às 18h (de Brasília), em Lima. Acredito que será definido por detalhes, onde cada peça pode jogar. Nós sabemos que o treinador do Palmeiras gosta de ter vários jogadores que atuem em várias posições diferentes. Isso pode ser a nossa surpresa. A dinâmica dos atletas. Vocês verão amanhã no jogo o que podemos fazer Abel Ferreira, em entrevista coletiva na capital peruana Daniela Lima Moraes condena omissão da cúpula da PMDF no 8/1 Wálter Maierovitch Moraes cria desarmonia ao opinar sobre Messias Sakamoto Refit, Master: centrão pode ir à cadeia com delações Josias de Souza Perseguição a Messias desmoraliza o Senado "As equipes já se conhecem o suficiente, respeito as opiniões, comentar o que quer que seja. Eu não acredito que o Flamengo, ao final de uma temporada esportiva com poucas mudanças, ao contrário do Palmeiras, que teve muitas mudanças no elenco. Quer no início, quer no meio. Numa altura dessas, vamos fazer coisas diferentes. Tenha certeza que é uma final, mas que as equipes se conhecem melhor do que nunca. Ainda para mais o nosso rival, porque estou há cinco anos no Palmeiras, o treinador do Flamengo está a um. Eles conhecem muito mais a mim", complementou. Classificação e jogos libertadores Entenda o contexto da pergunta O técnico foi questionado sobre a possibilidade de repetir os 11 que foram preservados contra o Grêmio, pelo Brasileirão, no meio de semana. Na ocasião, Abel preferiu não utilizar uma série de jogadores, pensando na final da Libertadores. O português também comentou que as competições são bem diferentes. O foco total do Alviverde está na decisão, que pode torná-lo o primeiro tetracampeão do Brasil no torneio continental. "Não me levem a mal por dizer isso. Uma coisa é um Brasileiro, uma coisa é o gramado brasileiro, CBF. São competições diferentes, organizadas por entidades diferentes. Apesar de ser um adversário que conhecemos, é um jogo único", disse, antes de completar: "Nós ficamos em primeiro na classificação geral, nesse prisma, não há dúvida de que temos méritos, por aquilo que fizemos na competição. É desta competição que estamos a falar. Aquele jogo foi num contexto diferente. As equipes se conhecem na sua essência, num geral. Estamos focados, preparados para jogar do primeiro ao último segundo para ganhar", finalizou. Continua após a publicidade Relacionadas Conmebol bate o martelo e define sede de final da Libertadores 2026 Fla e Palmeiras vivem 'maratona do século' entre finalistas da Libertadores Site vaza suposta camisa da seleção brasileira para a Copa; veja detalhes Tudo sobre a decisão No sábado, a partir das 16h, o Posse de Bola Especial, com Eduardo Tironi, traz as últimas notícias antes da final e análises de Arnaldo Ribeiro, José Trajano, Juca Kfouri, Danilo Lavieri e Mauro Cézar Pereira — os dois últimos direto de Lima — sobre as possibilidades de título de Flamengo e Palmeiras. Depois do jogo, é a vez do Fim de Papo Especial, com Domitila Becker, que trará entrevistas, bastidores e análises de Casagrande, Fabiola Andrade, José Trajano e Alicia Klein, além do ambiente da final com os enviados a Lima. Veja outros pontos abordados na coletiva de Abel Ferreira Carinho pelo Palmeiras "Eu sinto, desde o primeiro dia que cheguei no Palmeiras, que é quase como um casamento que vais construindo ao longo do tempo. Quanto mais tempo passa, é como vinho, melhor. Conhecemos os defeitos e virtudes uns dos outros. Em cinco anos, pegamos 15 finais, 10 títulos ganhos. Amanhã é mais uma final. Se me perguntassem que eu disputaria três vezes a final, diria que não. Sou privilegiado, sou muito grato por ser treinador do Palmeiras. Construímos uma relação muito forte, hoje posso retribuir esse carinho com nossos torcedores. Aconteça o que acontecer no futuro, ficará gravado para sempre na minha memória, no meu coração, todos os momentos que vivi aqui. Se ganhei ou se perdi, o importante é que mil emoções eu vivi." Continua após a publicidade As vontades na terceira final de Libertadores "A verdade é que ainda tenho o peixe, mas não é coincidência. Três vezes não é coincidência, não dá para ser coincidência por conta do calendário que vou feito nos últimos meses. Encavalaram os jogos e a preparação foi diferente. Nas últimas, tivemos tempo para trabalhar, nessa tivemos que fazer escolhas. Não dá, em função do jogo que tivemos na terça. O livro é para pessoas que gostam, para os curiosos do futebol entenderem o que faz um treinador no seu dia a dia. Cada uma das preparações foi num contexto diferente. A única coincidência foi trabalho, sacrifício, o trabalho que fizemos até a final. Não podia estar mais orgulhoso por aquilo que temos feito como equipe, como clube. Precisamos desfrutar e sabemos o que precisamos fazer. (Abel) Não ligo para isso. Eu vim de uma cidade muito pequena, muito humilde, sou filho de gente humilde. Nada foi dado, tudo foi conquistado. É o que eu digo para os meus jogadores, é ser o melhor que conseguir ser, aproveitar essas experiências, porque fica marcado na nossa história e memória. Várias vezes me perguntaram, porque já ganhamos duas, o que ficou. Para mim, Abel Ferreira, o mais importante é a companhia. Com quem vivi, a jornada, os jogadores que vivi. É isso que eu guardo. Isso para mim, mais do que ser primeiro, segundo, quinto. Hoje vou dormir descansado, tenho a minha consciência tranquila porque fiz tudo que podia para preparar meus jogadores. Eles vão estar leves, frescos e rápidos, para que o Palmeiras, saia campeão. Não é o Abel, é o Palmeiras, eu estou aqui para servir. Essa é a minha missão principal enquanto treinador. (Abel) Às vezes até nos esquecemos da reformulação que fizemos. Basta ver casos de outros clubes para ver como é difícil reformular e conquistar. O trabalho foi feito, foi um ano duro, passamos por várias turbulências. Intenso, final do Paulista, uma eliminatória dura contra um grande rival. Quatro dos 28 continuam aqui. Esse ano foi a maior reformulação, mesmo depois de criar uma mentalidade de campeão. Antes, tínhamos um grupo de 15 jogadores, no qual o Weverton pertencia, que já tinha essa mentalidade vencedora. Era preciso criar uma mentalidade vencedora, isso foi o mais difícil, mas conseguimos criar, mesmo com as turbulências. São elas que nos fazem crescer e terminar em momentos como esse. O nosso rival é um rival para cascudos, experientes, enquanto somos jovens irreverentes. Uma equipe que tem presente, futuro e muito potencial. Para mim, como treinador, depois de tudo que fizemos, estar na competição mais importante na América do Sul, é gratificante. Temos que levar para campo aquilo que nos trouxe até aqui, um espírito coletivo forte, uma resiliência, virar resultados que ninguém acredita. Essa equipe já mostrou que pode fazer. Queremos, merecemos e podemos." Clubes estruturados ganham títulos "Sinceramente, dando uma opinião muito direta, são dois grandes clubes. Os dois se organizaram internamente, tem processos muito bem definidos, grandes jogadores, gestões profissionais e são capazes de comprar e vender jogadores. Equipes com saúde financeira também. Ao longo dos anos, eu peguei o Palmeiras numa fase boa, mas o Flamengo também passou por um período conturbado. Só melhorou quando organizou, quando foi profissional. Temos que profissionalizar, gente competente em todas as estruturas. Para o Palmeiras chegar onde chegou, foi preciso tempo, paciência, passar por momentos de turbulência e traçar bem o caminho onde queria chegar. Sabemos que no Brasil é muito difícil, os torcedores são apaixonados e a pressão exterior é forte. Eu não posso ser um mau treinador porque ganhei ou perdi. O Guardiola não pode ser mau treinador porque perdeu, ou o melhor porque ganhou. Treinador se resume a processos, não resultados. Ajudar o clube a inovar, crescer, visão de uma equipe e time que aposta na formação. O Palmeiras tem uma visão, o Flamengo tem outra, mas no final o objetivo das duas é o mesmo. Filosofias diferentes, mas estruturas profissionalizadas e gente competente. Só assim é possível que equipes poderem estar no nível dos melhores clubes europeus, pela sua organização. Vocês puderam constatar os elogios feitos por treinadores e jornalistas europeus durante o Mundial de Clubes. Muitos deles não davam o devido valor ao que era feito aqui, achavam que o jogo era lento. Quando competimos nos mesmos gramados e circunstâncias, não fazer essas viagens de 7 horas, jogar em climas diferentes, altitude. Quando estivemos nas mesmas condições, todos se surpreenderam com o que o Fluminense fez, Palmeiras fez, Flamengo fez e Botafogo fez. São equipes brasileiras com cultura de organização e por isso estão no mais alto nível. Não há outra forma de olhar os clubes como empresas que proporcionam um espetáculo." 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