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Futebol Brasil tem sua posse de bola mais baixa em Copas e leva goleada de passes Igor Siqueira Do UOL, no Rio de Janeiro 05/07/2026 19h38 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Siga o UOL Esporte no Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× A permissividade da seleção brasileira no jogo da eliminação na Copa do Mundo, diante da Noruega, é representada pela posse de bola e o número de passes completados durante o duelo em Nova Jersey. A Fifa creditou ao Brasil 35% de posse de bola. Segundo estatísticas do OptaChart, foi o pior desempenho do Brasil nesse quesito nas Copas do Mundo. Como se não bastasse, a Noruega completou o dobro de passes em relação ao Brasil. Milly Lacombe Vini, Raphinha, Casemiro: a geração sem personalidade Mauro Cezar Vini bate pênalti mal e não deveria ter cobrado Alicia Klein A Copa do Mundo de Neymar foi um sucesso Alexandre Borges Os riscos de promover provocadores políticos Segundo as estatísticas da Fifa, o Brasil teve 291 passes completos, enquanto a Noruega atingiu 581. Em relação à posse de bola, a Noruega ficou com 55%, enquanto o Brasil teve 35%. A Fifa atribui 10% "em disputa". Há ainda dados de recuperação de bola. A Fifa dá média de 21 segundos para o Brasil, enquanto a Noruega precisou de menos tempo (17 segundos), o que ajuda a construir o cenário de pressão — ou falta dela — no jogo. O Brasil buscou um jogo com linhas baixas e tentando verticalizar quando recuperava a posse. Tanto que deu mais chutes que os noruegueses (10 a 6). Só que a efetividade de Haaland fez a diferença, anotando os dois gols que resolveram o jogo. Assista aos jogos da Copa ao vivo no SBT pelo UOL Play. Assine agora a partir de R$ 14,90/mês Era muito mais complicado fazer pressão alta porque o jogo da Noruega colocava muitos jogadores atrás, baixava muito o Odegaard. Então, fazer uma pressão muito alta era um risco para a velocidade de Haaland de um contra um. C arlo Ancelotti, técnico da seleção O desenho tático de Ancelotti para o segundo tempo também contribuiu. Endrick virou o ponta/atacante aberto pela direita, Vini ficou na esquerda. Na faixa central, Neymar ficou para lá e para cá, sem pressão sobre os homens da bola. Com esse contexto, a Noruega segue invicta historicamente contra o Brasil, e a seleção brasileira caiu diante de um europeu mais uma vez. Continua após a publicidade A lição fica para as próximas Copas. Até 2030, vai vigorar o maior jejum do Brasil em Copas do Mundo: serão pelo menos 28 anos sem título. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Vini, Raphinha, Casemiro: a geração sem personalidade e sem rumo Ligação de Trump e advogados: o esforço coordenado dos EUA no caso Balogun Vini Jr. deveria ter batido pênalti contra a Noruega? Colunistas debatem Justiça condena Havan por se apropriar de voz de Paulo Vieira em propaganda Mauro Cezar: Eliminação era esperada; trabalho de Ancelotti é ruim