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Foi sábado de virada em Salvador: o Bahia recebeu o Cruzeiro e viu a Raposa transformar juventude em protagonismo, virando o jogo por 2 a 1 com o brilho dos meninos da base. Kauã Moraes abriu o caminho ao empatar a partida numa jogada que começou com a recuperação de bola de Matheus Pereira e terminou com o chute certeiro do jovem. Logo depois, Kaique Kenji resolveu no final: chute de esquerda para confirmar a vitória celeste. [ , ]. O goleiro Otávio voltou a ser protagonista defensivo, com quatro defesas importantes que sustentaram o placar e deram tranquilidade ao restante do time, enquanto o sistema ofensivo, ainda que alternando entre jovens em campo, mostrou que o elenco é capaz de responder a cada momento da partida. A análise destacada pela imprensa reforça o papel da base na retomada dos resultados positivos, especialmente com Kauã Moraes e Kaique Kenji brilhando no momento certo. [ ]. Do outro lado, o técnico Artur Jorge manteve o tom firme: não há espaço para poupar ninguém diante do calendário apertado. A prioridade continua abrindo caminho entre Copa do Brasil, Brasileirão e Libertadores, com o Goiás pela frente – o time está na 10ª posição com 19 pontos, e segue sonhando com a Libertadores 2027. A próxima decisão tão cedo é contra o Goiás, em casa, pela Copa do Brasil. [ ]. Enquanto o futebol respira com a força da base, o Cruzeiro também vibra em outra frente: conquista histórica no vôlei masculino. O time levou o título da Superliga ao vencer o Campinas por 3 a 0, consolidando a hegemonia na competição (10º título) e mantendo a tradição celeste no cenário nacional. A comemoração aconteceu no ginásio do Ibirapuera, em São Paulo, coroando mais um capítulo vitorioso da Raposa fora das quatro linhas. [ ].