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O Santos trocou o espaço vazio da camisa por fôlego comercial: o Agibank será patrocinador máster até o fim de 2026, após a suspensão do acordo com a Novibet, e estreia contra o Fluminense neste domingo. A parceria foi apresentada como reforço para sustentar o elenco e projetos do clube — um remendo rápido, mas importante, em tempos de busca por novas receitas. [ , , ] No campo, a semana livre virou oficina de soluções para Cuca. Com Willian Arão fora e Escobar ainda como dúvida, o técnico testou uma formação agressiva, com Neymar, Coutinho, Everton Cebolinha e Gabigol juntos; Luan Peres aparece como opção para recompor a defesa diante do Fluminense, no Maracanã. [ , , , , , ] O retorno de Neymar também carrega uma pequena missão pessoal: ele ainda não marcou pelo Santos no Maracanã desde que voltou ao clube e tenta quebrar esse tabu. Enquanto isso, Gabigol ganhou os números como aliados, liderando o ranking nacional de participação direta em gols na temporada, com envolvimento em 33 dos 84 gols santistas. [ , , ] Fora das quatro linhas, a discussão entre Marcelo Teixeira e o Cuiabá deixou o dia mais áspero. A cobrança de R$ 18,6 milhões pela negociação do zagueiro Joaquim virou troca de acusações com Cristiano Dresch; em resposta, o clube mato-grossense rebateu as provocações e insistiu que a dívida precisa ser paga. O episódio expõe o peso das contas e das cobranças que cercam o Santos. [ , , , , ] Houve ainda espaço para pensar em casa — ou em casas emprestadas: o Santos pediu à CBF para mandar contra o Grêmio, no MorumBIS, e negocia uma permuta de estádios com o São Paulo. Entre patrocínio novo, elenco remendado e contas em disputa, o dia santista foi uma mistura de alívio comercial, expectativa e tensão. [ ]