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Análise dos Times

Cruzeiro

Principal

Motivo: O artigo foca mais em destacar a situação atual do Cruzeiro, suas fragilidades defensivas e potencial ofensivo, além de mencionar sua posição na tabela.

Viés da Menção (Score: 0.1)

Motivo: O Bragantino é analisado principalmente em contraponto ao Cruzeiro, com destaque para seu bom desempenho defensivo e limitações ofensivas como visitante.

Viés da Menção (Score: -0.1)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Libertadores Brasileirão Cruzeiro Bragantino Barcelona de Guayaquil Sul-Americana Carabobo

Conteúdo Original

Cruzeiro x Bragantino: informações e palpite para o jogo Desde 2023, foram apenas três confrontos entre estas equipes, mas o Bragantino ainda não conseguiu vencer, com dois triunfos do Cruzeiro e um empate. Desta vez, terá a vantagem de dois dias a mais para se recuperar para a partida. O Cruzeiro chega para a partida animado pela vitória fora de casa na estreia da Libertadores (1 a 0) contra o Barcelona de Guayaquil, na terça-feira, uma viagem de 8.800 km de ida e volta para o Equador. O Bragantino perdeu na quinta-feira para o Carabobo, da Venezuela, por 1 a 0, pela Sul-Americana também uma viagem de 8.800 km, a partir de São Paulo. Ainda tem a viagem de Bragança Paulista para São Paulo e depois para Belo Horizonte. Há forte potencial para o jogo ser decidido a partir da bola aérea porque o Cruzeiro marcou dessa forma oito dos últimos dez gols, e o Bragantino sofreu dessa forma sete dos últimos dez gols. No ataque, o Bragantino também usou bolas altas para marcar sete dos últimos dez gols, mas o Cruzeiro sofreu assim quatro dos últimos dez, tudo sem contar pênaltis e faltas diretas. 1 de 1 — Foto: Gato Mestre — Foto: Gato Mestre Ainda no Z4 que leva para a Série B, o Cruzeiro está na 19ª colocação, com sete pontos (1 V, 4 E, 5 D, 23%), enquanto o Bragantino está na nona colocação, com 14 pontos (4 V, 2 E, 3 D, 47%). A principal diferença entre as equipes está no desempenho defensivo: enquanto o Bragantino tem o segundo melhor, com dez gols sofridos em dez jogos (1,00), o Cruzeiro está com o segundo pior, 20 gols sofridos (2,00). No agregado dos mandos, o Cruzeiro é o time que menos permite finalizações de adversários, com média 9,8 por jogo, mas está com a menor resistência defensiva, um gol sofrido a cada 5,2 conclusões contrárias. Quando atuou como mandante, o Cruzeiro sofreu ainda menos finalizações, 7,4 por jogo, melhor marca. A resistência também melhorou, mas pouco: sofreu um gol a cada 7,4 conclusões contrárias, segunda pior média. O Bragantino é o quarto time que menos sofre finalizações (10,6) e está com a sétima resistência, um gol sofrido a cada 10,6 tentativas. Quando visitante, sofre mais finalizações (12,4), mas também resiste mais, com média de um gol sofrido por partida. A média de um gol a cada 12,4 conclusões contrárias é a sétima entre os visitantes. Mas há outra questão: embora o Bragantino seja o visitante que mais finalizou, com média 16,8 por partida, mas está com a pior eficiência ofensiva forasteira, com um gol a cada 28,0 tentativas. Com isso, o Cruzeiro tem poder para se impor em casa porque embora seja o 13º mandante em finalizações (12,8), está com a nona eficiência ofensiva, um gol a cada 8,0 tentativas. Conheça a análise dos outros jogos da rodada clicando nos links abaixo. Sábado 16h30 Vitória x São Paulo Remo x Vasco 18h30 Mirassol x Bahia 20h Santos x Atlético-MG 20h30 Internacional x Grêmio Domingo 11h Athletico-PR x Chapecoense 16h Botafogo x Coritiba 18h Fluminense x Flamengo 18h30 Corinthians x Palmeiras Cruzeiro x Bragantino Saiba como funciona o cálculo por trás do percentual de chances da Série A *As probabilidades de ocorrência de cada resultado são calculadas pelo economista Bruno Imaizumi com a aplicação de modelos estatísticos sobre microdados coletados desde 2013 pela equipe do Gato Mestre, formada pelos jornalistas Arthur Sandes, Davi Barros, Felipe Tavares, Guilherme Maniaudet, Gustavo Figueiredo, Leandro Silva, Matheus Guimarães, MIllena Paes Leme (estagiária), Roberto Maleson, Rodrigo Breves e Valmir Storti, pelos cientistas de dados Bruno Benício e Vitor Patalano e pelo programador Gusthavo Macedo.