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Análise dos Times

Santa Cruz

Principal

Motivo: O artigo foca na polêmica envolvendo o Santa Cruz e a exposição de uma camisa pirata, relatando as ações do clube e os desdobramentos.

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Palavras-Chave

Entidades Principais

Santa Cruz Reebok Arruda Fernando Fleury João Caixeiro ATASC

Conteúdo Original

Santa Cruz rescinde contrato com meia William Jr. A direção do Santa Cruz determinou nesta quinta-feira, via notificação, o fechamento imediato de um quiosque de produtos licenciados na sede do Arruda que expôs uma camisa pirata da nova fornecedora de materiais esportivos, a Reebok. A imagem repercutiu nas redes sociais através de um perfil que acompanha notícias do clube e levantou queixas da torcida. + ✅Clique aqui para seguir o novo canal ge Santa Cruz no WhatsApp + Veja mais notícias do Santa Cruz no ge O ge foi às dependências do estádio para saber se as camisas - dois modelos foram expostos, um na cor branca e outro na cor preta - ainda estavam à mostra. O quiosque, inclusive, fica a poucos metros da futura loja oficial de produtos da fornecedora, em fase final de abertura. 1 de 3 Camisa pirata do Santa Cruz é exposta em loja na sede do Arruda — Foto: Reprodução/Internet Camisa pirata do Santa Cruz é exposta em loja na sede do Arruda — Foto: Reprodução/Internet Na chegada da reportagem, aproximadamente às 12h, os manequins não estavam mais no local. O funcionário responsável pelo espaço, de nome preservado pela reportagem, deu a sua versão dos fatos. Primeiro, declarou que a exposição das camisas não ocorreu agora, nesta quinta, e sim há três dias. Um homem, de nome desconhecido por ele, embora reconhecido como "cambista em jogos do Santa Cruz no Arruda", teria pedido os manequins emprestado para tirar fotos das camisas e depois divulgá-las. O homem seria um vendedor de outros produtos pirateados na Internet, não só do clube coral. Imediatamente depois, o responsável pela loja contou que o homem retirou as camisas dos manequins após ter feito os registros com o celular e foi embora. O ge perguntou qual seria o perfil da suposta loja nas redes sociais, bem como o seu fornecedor, mas não houve resposta. O funcionário do quiosque também confirmou e reconheceu a exposição do produto pirateado na sede do Santa Cruz, mas negou que tenha ocorrido venda das camisas. Questionado pela reportagem, ele também refutou ter havido determinação do clube para a retirada das peças. "Essa camisa só foi batida a foto aqui, ela vende nas redes sociais. Só foi tirar a foto para vender fora. Ela não vende aqui, como não vendeu da Cobra Coral, como não vendeu da Volt (antigas fornecedoras de material esportivo do clube). Ele bate a foto e vende fora, como todo mundo faz. Aqui a gente vendeu Finta, Penalty, Hummel, porque são marcas antigas. A atual (da Reebok) nunca foi vendida", disse o controlador do quiosque. 2 de 3 Quiosque de produtos licenciados do Santa Cruz é presença conhecida no Arruda — Foto: Camila Sousa/ge Quiosque de produtos licenciados do Santa Cruz é presença conhecida no Arruda — Foto: Camila Sousa/ge - Ele só foi para bater a foto, pegou o manequim. Não conheço (ele) não. Parece que ele é até cambista também. Ele vende camisa do Brasil, da azul, da amarela, da branca. Vende camisa do Sport, do Náutico . Eu levei de boa, ele pediu. Foi a única vez que ele veio aqui - justifica. Como funciona o quiosque Descrito como "Quiosque do CT Ninho das Cobras", o espaço funciona há seis anos, mas não pertence ao Santa Cruz . A loja funciona com autorização do clube, que cede parte de sua área interna, para vender produtos licenciados como copos, garrafas, livros, bolo de rolo, entre outros. O pequeno empreendimento é, na verdade, da Associação dos Tricolores Amigos do CT, a ATASC. A associação foi criada entre 2007 e 2008 por tricolores com o intuito de arrecadar fundos para o clube. Depois, sob a gestão de João Caixeiro, houve destinação de recursos para melhorias estruturais no centro de treinamento. O dinheiro que entra nas vendas de objetos no quiosque, portanto, não vai direto para o Santa Cruz. Agora, a loja ficará fechada por tempo indeterminado , senso substituída por um espaço oficial do clube - é o que explica o gerente de Marketing e Negócios, Fernando Fleury. 3 de 3 Quiosque na sede do Arruda vende produtos com autorização do Santa Cruz — Foto: Camila Sousa/ge Quiosque na sede do Arruda vende produtos com autorização do Santa Cruz — Foto: Camila Sousa/ge O gestor também pôs em dúvida caso de possível venda indevida das camisas e esclarece não ter sido possível identificar o fornecedor do material. A direção tricolor só diz ter tomado ciência do caso nesta quinta-feira através de relatos de terceiros. - A gente foi informado por terceiros sobre o que estava acontecendo, porque esse quiosque não pertence ao clube. Então a gente não tem controle sobre, nem domínio. Assim que viemos, solicitamos que as camisas e outros produtos irregulares fossem retirados e se cessasse a exposição - afirma. - Não consigo confirmar se estava à venda, mas a gente sabe que teve exposição. A gente notificou ele (o funcionário do quiosque) para parar. Hoje, quando eu mesmo cheguei no clube a camisa não estava mais. Houve descontinuidade de qualquer ação para preservar o espaço interno - encerra Fleury. 🎙️ Ouça o podcast Embolada 🎧 Assista: tudo sobre o Santa Cruz no ge, na Globo e no sportv 50 vídeos