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Futebol Estêvão supera lesão após perder Copa com seleção: 'Focar no futuro' Vitor Pajaro Colaboração para UOL, de Brisbane (AUS) 22/09/2026 00h39 Atualizada em 22/09/2026 07h29 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Sorridente, Estevão concede entrevista na seleção brasileira e diz que lesão que o tirou da Copa ficou para trás Imagem: Rafael Ribeiro / CBF Após perder a Copa do Mundo por conta da grave lesão na coxa direita, Estêvão recomeça sua caminhada na seleção brasileira na primeira Data Fifa deste novo ciclo, onde terá dois amistosos contra a Austrália e um contra a Índia. Em entrevista coletiva hoje em Brisbane (AUS), o atacante do Chelsea disse que se apegou à família e que o episódio ficou para trás. O intuito é focar nos novos objetivos. Minha família, acho que eles foram fundamentais para mim nesse período de lesão, que não é muito fácil para um atleta. Acho que perdemos um momento muito especial (a Copa), mas eles sempre estiveram do meu lado, do começo até o fim, então agradeço muito a eles. Também usei muito uma palavra que é a resiliência, de encarar dia após dia, esquecer o que passou e focar no futuro, então agradeço muito a eles e a Deus também por me ajudar nesse período. Fico muito feliz por estar de volta. Estêvão, em coletiva da seleção em Brisbane Lesão o deixou de fora por mais de 100 dias A lesão que tirou Estêvão da Copa do Mundo aconteceu em 18 de abril de 2026, quando o Chelsea perdeu por 1 a 0 para o Manchester United. Ele sofreu uma lesão grau 4 no posterior da coxa direita, algo que equivale a quase uma ruptura completa do músculo. Sakamoto Flávio deu dinheiro à milícia do caso Marielle Patrícia Campos Mello Em discurso na ONU, Lula faz vacina contra Trump Daniela Lima As três opções de Lula contra as bets Carlos Nobre Seca e o risco de desertificação no Nordeste O atacante decidiu por viajar ao Brasil para realizar o tratamento no Palmeiras, seu ex-clube, numa tentativa de se recuperar a tempo de estar na Copa do Mundo, algo que não conseguiu. No total, ficou mais de 100 dias longe dos gramados. Acho que o primeiro mês foi bem difícil. Claro que o objetivo de todos os atletas que jogam futebol é ir para Copa, é um sonho, mas acho que depois que o primeiro mês passou e que a ficha caiu, a coisa mais importante para mim foi torcer pela seleção. Então a cada jogo, a cada vez que o Brasil fazia gol, eu comemorava muito, porque sei as pessoas que estavam envolvidas, sei o quanto é importante para cada atleta que estava lá. Então, para mim, o mais importante era torcer, passar energia positiva a eles. A única coisa que foquei foi torcer para o melhor da seleção brasileira. Estêvão, em coletiva da seleção em Brisbane O que mais Estêvão falou? Estêvão cumprimenta Carlo Ancelotti na chegada à Austrália Imagem: Rafael Ribeiro/CBF O que tem feito para se prevenir: "Acho que é meio difícil falar, mas tenho me cuidado bastante todos os dias. Estou me prevenindo bastante esse ano, fazendo muita fisioterapia, cuidando bastante do meu corpo, alimentação, sono... Coisas que uma atleta precisa para render ao máximo no campo. É isso que estou fazendo. Foi isso que sempre fiz, mas dando mais atenção também nos dias de hoje". Sem ansiedade no retorno para seleção: "Acho que não é ansiedade, acho que é um privilégio. Acho que cada um dos jogadores que é escolhido aqui é privilegiado, porque a gente trabalha bastante no clube todos os dias e estar aqui é um privilégio. Estar sendo escolhido pelo Ancelotti é um privilégio para mim. Encaro isso como uma motivação de entregar o meu melhor todos os dias nos treinos, nos jogos". Continua após a publicidade Mensagens e apoio de companheiros da seleção: "Tive o total apoio nesse período, foi muito legal, tive diversas ligações de todos, então fico muito feliz e agradeço por esse carinho que é uma coisa incrível. E cara, acho que todos os jogadores têm aqui os seus objetivos, tanto quanto coletivamente, quanto no pessoal. Então não é diferente de mim, que tenho os meus objetivos. Vou tentar trabalhar ao máximo para buscá-los". Pouca minutagem no Chelsea: "Cada técnico tem sua maneira de jogar e claro que a gente trabalha todos os dias, dá o nosso melhor todos os dias. Temos jogadores de extrema qualidade no Chelsea, então o que faço é focar naquilo que posso controlar. Tento dar meu melhor nos treinos, quando recebo oportunidade tento dar meu melhor. Todas as oportunidades que eu tiver e que eu tive, acho que tenho agarrado. Tento controlar aquilo que posso e deixo o dia de amanhã nas mãos de Deus e confio muito em mim também". Reencontro com Endrick: "Temos uma amizade muito grande, nos consideramos irmãos. Jogamos muito tempo na base, no profissional do Palmeiras, na seleção brasileira... O que temos conversado é que é um privilégio imenso saber que fomos escolhidos para estarmos aqui. É uma responsabilidade muito grande que queremos agarrar. É uma coisa incrível saber que não estamos tendo muitas oportunidades no clube, mas sabemos que estão confiando na gente. É uma motivação a mais para tentarmos buscar melhorar cada vez mais tanto no clube quanto aqui. Acho que essa motivação é muito importante. É manter a cabeça erguida". Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. 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