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Só para assinantes Assine UOL Opinião Corinthians traz ponto precioso sem jogar bem na Bahia Juca Kfouri Colunista do UOL 26/07/2026 18h09 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Resumo Ouvir na voz do colunista 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Com a Fonte Nova ensolarada e muita gente, o Corinthians enganou até os corinthianos, e mais ainda o Bahia, ao começar o jogo em busca de se impor, sem aceitar a pressão dos anfitriões. E foi assim que um chutaço do argentino Angileri, depois de dois dribles secos na zaga, surpreendeu o goleiro Ronaldo logo aos 7 minutos: 1 a 0. O lateral entrou de última hora por lesão em Bidu. Adriana Negreiros Homoerotismo e a relação entre poder e Vorcaro A Hora Teto e piso se encontram para Flávio e Lula PVC Fla segue líder? Meus palpites sobre a rodada Rodrigo Ratier Importar megaprisão de Bukele é 'perigo', diz estudo Mas foi tudo e só o que o Corinthians fez no primeiro tempo. Classificação e jogos Brasileirão Porque daí para frente foi amassado pelo tricolor que empatou em seguida, mas em impedimento milimétrico flagrado pelo impedimento semiautomático, a boa, por rápida e exata, novidade no Brasileirão. Até o fim do primeiro tempo disputado acima do tom em matéria de virilidade, e com muita catimba paulista, só deu Bahia que empatou, nos acréscimos de oito minutos, com David Duarte, de cabeça, em cobrança de escanteio. Era mais que justo e prenúncio de virada baiana caso o alvinegro não mudasse a postura tão passiva. Até no intervalo houve briga entre os jogadores. Esperava-se mais futebol e menos guerra no segundo tempo que demorou mais de 20 minutos para começar, prática habitual de Rogério Ceni. Continua após a publicidade Pelo menos nos dez minutos iniciais da etapa final os dois times se preocuparam mais em chutar a bola e não as canelas. O Bahia não aceitava empatar e o Corinthians, apesar de errar passes na saída de bola, ameaçava em raros contra-ataques. Com uma hora de jogo, o Bahia finalizara 10 vezes e o Corinthians apenas duas. Ausente na vitória sobre o Remo, Rodrigo Garro não fazia a diferença que dele se espera. Na metade do segundo tempo, os dois treinadores fizeram duas alterações cada um: Labyad e Milans nos lugares de Bidon e Angileri de um lado e Kauê Furquim e Willian José nos de Ademir e Alejo Véliz. O Corinthians pouco produzia, e sofria. Aos 29, novo impedimento anulou a virada baiana. Continua após a publicidade Allan e Matheus Pereira nos lugares de Raniele e André e Everton Ribeiro no de Jean Lucas. O ponto que os paulistanos ganhavam era presente de Todos os Santos, em gramado que mais parecia um areal, com mais cara de Arembepe que de Fonte Nova, com 44 mil torcedores. Yuri saiu e Carrillo entrou, aos 39. Sanabria entrou e Pulga saiu. Fim das trocas, fosse o que os deuses dos estádios quisessem. E não é que uma bobeada da defesa baiana quase permite a Carrillo levar três pontos para o Parque São Jorge? Continua após a publicidade Nos seis minutos de acréscimos o Corinthians esteve mais agressivo que o Bahia. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Juca Kfouri por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Carol Peixinho e Thiaguinho celebram um ano do filho: 'Tudo para mim' Lula diz que quer ganhar eleições para manter Jair Bolsonaro preso TSE aceita abrir ação de Flávio contra Lula por desfile no Carnaval do Rio Flávia Saraiva é ouro nas barras assimétricas em etapa da Copa do Mundo Médico é levado à polícia por chamar mulher para atendimento em 'cativeiro'