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Só para assinantes Assine UOL Reportagem Marcante como zagueiro e treinador, Procópio completa 87 anos Milton Neves Colunista do UOL 21/03/2026 08h30 Deixe seu comentário O olhar do Procópio na janela do trem no embarque do Cruzeiro de Belo Horizonte para o centro-oeste brasileiro, em 1966 Imagem: Crédito da foto: Levi dos Santos Xavier Resumo Por Marcos Júnior Micheletti, da redação do Portal Terceiro Tempo Procópio Cardoso Neto , que marcou época no futebol brasileiro como zagueiro e como treinador, completa 87 anos neste sábado (21). Nascido no município mineiro de Salinas em 21 de março de 1939, Procópio Cardoso Neto foi um grande zagueiro que começou no Renascença, de Minas Gerais, e passou por alguns dos maiores clubes do Brasil como Cruzeiro, Atlético (MG), Palmeiras e São Paulo. Sílvio Crespo US$ 200 bi dos EUA para guerra afetariam ações Paulo Camargo Efetividade ou afetividade: o dilema das empresas PVC Meus palpites sobre a nova rodada do Brasileirão Julián Fuks Qual é a forma escrita do silêncio? Defendeu também a Seleção Brasileira. Após encerrar a carreira, tornou-se treinador e constituiu um currículo respeitável. Começou em 1977 no Cruzeiro e trabalhou depois no Atlético Mineiro, Fluminense, Grêmio, América Mineiro, Atlético Paranaense, Goiás, Bahia, América do Rio e futebol árabe. Suas primeiras referências como atleta aconteceram no grande time do Cruzeiro do final da década de 1950 e início da de 1960, quando conquistou os títulos mineiros de 1959 e 1960. Segundo o Almanaque do Cruzeiro, de Henrique Ribeiro, vestiu a camisa azul em 212 jogos em duas passagens, a primeira entre 1959 e 1961, e a segunda entre 1966 e 1974. Por sinal, em uma partida contra o Santos em 1968, foi atingido por Pelé e rompeu os ligamentos do joelho. Foi dado como joagdor inutilizado, mas com muita força de vontade conseguiu se recuperar e retornar aos gramados cinco anos depois. Nesse tempo, se dedicou a supervisionar e treinar equipes juvenis do clube. No São Paulo Futebol Clube, segundo o Almanaque do São Paulo de Alexandre da Costa, Procópio jogou entre 1961 e 1962 em 36 ocasiões, com 22 vitórias, seis empates e oito derrotas. No Palmeiras, segundo o Almanaque do Palmeiras de Celso Unzelte e Mário Sérgio Venditti, jogou 38 jogos entre 1965 e 1966 com 22 vitórias, oito empates e oito derrotas. Passou também pelo Fluminense e Atlético Mineiro. Pela Seleção Brasileira jogou 10 vezes entre 1963 e 1968 com 5 vitórias, dois empates e três derrotas. Continua após a publicidade Em pé: Zé Carlos, Neco, Darci, Pedro Paulo, Procópio e Raul. Agachados: Natal, Evaldo, Tostão, Dirceu Lopes e Rodrigues. Legenda e foto reproduzidas do blog Tardes de Pacaembu Roberto Perfumo escalou assim sua Seleção de todos os tempos. Goleiro: Fillol; zagueiros: Albrecht e Procópio; laterais: Marzolini e Carlos Alberto Torres; volante: Zito; meias: Maradona; Dirceu Lopes e Didi; atacantes: Pelé e Kempes. Imagem: Placar O ex-zagueiro chegou ao Cruzeiro com 20 anos, em 1959, na sua primeira passagem pelo clube. Imagem: Hall da Fama, Troféu Telê Santana Continua após a publicidade Da esquerda para a direita, em pé: Reginaldo, Dinar, Marcelino, Marcial, William e Procópio. Agachados: Toninho, Luis Carlos, Nilson, Fifi e Noêmio. Foto enviada por José Eustáquio Pela ordem, de cima para baixo: João Carlos, Augusto, Parada, Beto, Correia, Calvet, Nilo, Procópio, Almir e Manga. Reprodução, enviada por Marcus Rouanet Machado de Mello Piazza sob olhares de torcedores na estação ferrovíaria de Belo Horizonte. Continua após a publicidade Histórica foto na estação ferroviária de Belo Horizonte. O trio de ouro da Raposa, da esquerda para a direita: em pé, o saudoso Nicola Calichio, à época diretor-financeiro do Cruzeiro, e nas janelas estão Dirceu Lopes, Piazza e Tostão. Veja que foto fantástica, no vagão refeitório, o Cruzeiro indo de trem para a região do centro-oeste brasileiro. Da esquerda para a direita, Neco, Evaldo, Raul Plassmann e Natal. Natal na janela do trem, com o elenco cruzeirense, indo para o Centro-Oeste brasileiro. Continua após a publicidade Nicola Calichio (já falecido), então diretor-financeiro do Cruzeiro, na janela do trem, no caminho de Belo Horizonte para o Centro-Oeste. Na janelinha do trem, o craque Tostão na estação ferroviária de Belo Horizonte, pronto para embarcar com o seu Cruzeiro para jogar na região centro-oeste do Brasil. Crédito da foto: Levi dos Santos Xavier Veja que foto fantástica, no vagão refeitório, o Cruzeiro indo de trem para a região do centro-oeste brasileiro. Da esquerda para a direita, Neco, Evaldo, Raul Plassmann e Natal.Crédito da foto: Levi dos Santos Xavier Continua após a publicidade No vagão refeitório, Natal e Raul Plassmann chupando uvas e na mesa de trás, Evaldo e Neco. Crédito da foto: Levi dos Santos Xavier O olhar do Procópio na janela do trem no embarque do Cruzeiro de Belo Horizonte para o centro-oeste brasileiro.Crédito da foto: Levi dos Santos Xavier Na estação ferroviária de Belo Horizonte, nos "braços do povo", o atacante Tostão , a frente de dois senhores de óculos no centro da imagem e veja também o "grandalhão" Procópio, de jaqueta sorrindo ao léu.Crédito da foto: Levi dos Santos Xavier Continua após a publicidade Da esquerda para a direita, em pé: Genivaldo, Amauri de Castro, Cléver, Massinha, Benito Fantoni e Procópio. Agachados: Raimundinho, Dirceu, Elmo, Nelsinho e Hilton Oliveira. Foto enviada por José Alves Da esquerda para a direita, Procópio, Amauri de Castro, Emerson, Hilton Oliveira, Nilsinho, Massinha, Cléver, Nelsinho, Dirceu, Raimundinho e o goleiro Genivaldo. Foto enviada por José Alves Da esquerda para a direita, em pé: o massagista Bolão, Procópio, Marcial, Ílton Chaves, William, Geraldino, Massinha e o técnico Mário Celso de Abreu. Agachados: Luís Carlos, Rossi, Marco Antônio, Amauri e Ari Continua após a publicidade Ex-zagueiro do São Paulo. Foto: Revista do Esporte Linda foto de 1961 do São Paulo no Estádio Luis Pereira, em Ribeirão Preto. Em pé, da esquerda para a direita: De Sordi, Procópio, Deleu, Riberto, Suli e Benê. Agachados: Faustino, Prado, Baiano, Jair Rosa Pinto e Canhoteiro Nesta foto estão, da esquerda para a direita: Dalmar, não identificado, Zé Carlos, Procópio, Dirceu Pantera, Piazza, Neco, Raul, Illton Chaves, Dilsinho, Marco Antonio, Evaldo e Dirceu Lopes Continua após a publicidade Vejam a matéria realizada com Procópio pela saudosa publicação. Imagem: Reprodução Lance do jogo amistoso entre Santos x Atlético Mineiro disputado na Vila Belmiro em 1966. Da esquerda para a direita: o goleiro Hélio, Canindé, Toninho Guerreiro, Salomão e Procópio. Foto enviada por Walter Roberto Peres Em pé, da esquerda para a direita, vemos: Grapete, Hélio, Wander, Procópio, Airton e Décio Teixeira. Agachados: Buião, Santana, Roberto Mauro, Buglê e Tião. Continua após a publicidade Antes da partida entre Bonsucesso e Fluminense. A foto é do livro "Vai dar Zebra", de José Rezende Raymundo Quadros Em pé: De Sordi, Poy, Deleu, Riberto, Procópio, Benê e o mordomo Serrone. Agachados: Célio, Gonçalo, Gino, Baiano e Agenor. Nesse dia, o Tricolor fez 2 a 0, mas o Santos venceu a partida por 6 a 3. Foto reproduzida do jornal O Tempo, tirada por Cristiano Trad Continua após a publicidade O zagueiro Procópio faz sinal para um companheiro em jogo no Maracanã, em 1973. Era muito difícil "tomar conta" de Roberto Dinamite. Foto enviada por Walter Roberto Peres e publicada na "Revista Placar Craques do Cruzeiro em evidência Continua após a publicidade Veja o Tricolor nos anos 60. Em pé, da esquerda para a direita: Cerroni, De Sordi, Poy, Rubens Caetano, Roberto Dias, Luís Valente e Procópio. Agachados: Célio, Benê, Gino Orlando, Baiano e Canhoteiro Procópio em 2008. Qual cruzeirense consegue esquecer a sua participação na conquista da Taça Brasil de 1966? Foto: Cruzeiro Em pé: Djalma Santos, Valdir de Moraes, Procópio, Djalma Dias, Zequinha e Ferrari. Agachados: Jairzinho, Ademar Pantera, Servílio, Dudu, Rinaldo e o massagista Reis Continua após a publicidade Em 1962 e 63 Antoninho dirigiu o Galo em Belo Horizonte. Os dois últimos à direita são Procópio (amarrando o calção) e o goleiro Marcial. Marcial novamente em sua época de guarda-metas do Galo Mineiro. Em pé: Reginaldo, Dinar, Marcelino, Marcial, Willian e Procópio. Agachados: Toninho, Luis Carlos (ex-Flamengo), Nilson, Fifi e Noêmio. Em pé: Dinar, Reginaldo, Procópio, Marcial, Willian e Marcelino. Agachados: Toninho, Luis Carlos (ex-Flamengo), Nilson, Fifi e Noêmio. Continua após a publicidade Brasileiros sempre fizeram sucesso trabalhando no futebol árabe. Aqui, alguns nitidamente felizes que ajudaram o futebol do Catar a crescer. Da esquerda para a direita temos Luis Alberto, ex-goleiro do Bangu (o primeiro), o massagista Chico (o terceiro), Ziza (o quinto, em pé) e Procópio Cardoso Procópio com a camisa do São Paulo em 1962 Continua após a publicidade Procópio (de branco) contra César Maluco: um grande duelo dos anos 70 Da esquerda pra direita, em treino do Cruzeiro, no dia 6 de dezembro de 1966, no Pacaembu: Hilton Oliveira, Procópio, Piazza e Dalmar Continua após a publicidade Procópio foi ídolo das torcidas de Cruzeiro e Atlético Mineiro. Aqui, está de camisa listrada. O primeiro à direita é o ex-atacante Éder Aleixo Procópio, Reinaldo e João Leite, homenageados pelo Clube Atlético Mineiro em 2022. Continua após a publicidade Mantendo a forma, em outubro de 2022. Foto: arquivo pessoal de Procópio Comemorando um gol do Cruzeiro Jornada brilhante de Procópio em 4 de novembro de 1967, quando marcou três gols do Cruzeiro na goleada sobre o Araxá por 7 a 1. Imagem: arquivo pessoal de Procópio Continua após a publicidade Treino do Fluminense em 1964. Procópio se esforça para treinar cabeceio com a bola que está amarrada, observado por Carlos Alberto Torres e o treinador Tim, de chapéu. Foto: Reprodução Ficha de Procópio, expedida pela Federação Mineira de Futebol em 4 de setembro de 1956. Procópio era jogador do Esporte Clube Renascença. Arquivo pessoal de Procópio Em 1989, quando treinou o Fluminense Continua após a publicidade Campeão pelo Cruzeiro, carregado nos braços de torcedores. Foto: arquivo pessoal de Procópio Na década de 40, a saborosa infância de Procópio e seu irmão. Foto: arquivo pessoal de Procópio Cardoso Amigos de longa data, Procópio e Nelinho tiram um dedo de prosa. Foto: arquivo pessoal de Procópio Cardoso Continua após a publicidade Em 2000, comandando o Cruzeiro, no Mineirão Em setembro de 2017, Procópio orienta veteranos da equipe Master do Cruzeiro, entre eles Cléber (à esquerda). Ao fundo, de paletó, Nelinho Ficha de inscrição de Procópio na Federação Mineira de Futebol, então como atleta juvenil, aos 14 anos, pelo Esporte Clube Renascença. .Arquivo pessoal de Procópio Continua após a publicidade Então zagueiro do Cruzeiro, Procópio aparece em publicidade dos anos 60. Foto: Reprodução Dois momentos de Procópio Procópio foi destaque na goleada do Cruzeiro contra o Araxá, marcando três dos sete gols celestes, conforme informou jornal mineiro. Reprodução Continua após a publicidade Procópio e sua esposa (irmã do zagueiro Willian), que aparece atrás, que foi padrinho do casamento Destaque para o trio do Flu em 1963, com Procópio, Castilho e Carlos Alberto Torres. Foto: Reprodução Berico e Procópio se cumprimentam antes de Fla-Flu no Maracanã em 1964 ou 1965. Foto: Divulgação Continua após a publicidade Em setembro de 2019, na cidade mineira de Montes Claros, os dois últimos da esquerda para a direita são Laércio e Procópio Procópio no início de carreira, como atacante, no Renascença, em 1958 Procópio Cardoso, Dirceu Lopes e Osmar Ladeia, em foto de 2017 Continua após a publicidade Procópio Cardoso ao lado de Raul, em homenagem recebida em 2018 Procópio sendo homenageado em 2017 Procópio levantando o troféu do bicampeonato mineiro em 1966 Continua após a publicidade Ana Paula e Procópio, ao lado de amigos, visitam o Mineirão. Foto de dezembro de 2018 Procópio e diretores do Cruzeiro, em 2017. Foto: arquivo pessoal Procópio e sua história com o futebol mineiro na capa do jornal Estado de Minas, em maio de 2017. Imagem: reprodução Continua após a publicidade Antes de um duelo entre seleção carioca e seleção mineira: Zózimo, o árbitro Armando Marques e Procópio Da esquerda para a direita: Jorge Luiz é marcado por Procópio, então treinador interino, observados por Betão e Maxwell. Procópio Cardoso, Ana Paula e um amigo Continua após a publicidade Apresentação dos jogadores convocados para a Seleção Mineira em 1968, na sede da Federação Mineira de Futebol. Aparecem na foto: Ferreira (ex-América-MG), Tostão, Amaury Horta, Tião, Dirceu Lopes, Humberto Monteiro e Procópio, (os demais jogadores não foram identificados). Foto envida por José Eustáquio Em 13 de outrubro de 1968, o cruzeirense Procópio grita de dor após dividida com Pelé e romper os ligamentos do joelho e deslocar a rótula. Foto: ASSOPHIS (Associação dos Pesquisadores e Historiadores do Santos F.C) Na capa da Revista do Esporte, edição 278, o trio do Flu: Procópio, Márcio e Carlos Alberto Torres). Márcio, aliás, foi reserva de Castilho por muito tempo. Reprodução enviada por José Eustáquio Continua após a publicidade Os zagueiros Airton Pavilhão e Procópio na capa da Revista do Esporte. Reprodução enviada por José Eustáquio Zózimo (capitão da seleção carioca), Armando Marques e Procópio (capitão da seleção mineira), na década de 60 Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. 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