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Análise dos Times

Psg

Principal

Motivo: O texto aponta que o PSG jogou melhor, quis mais a vitória e teve um domínio de posse de bola, o que justifica um viés positivo em relação ao time.

Viés da Menção (Score: 0.6)

Motivo: O texto descreve o Arsenal como um time que jogou de forma defensiva e 'retraída', focando em evitar gols, o que é apresentado de forma neutra, mas sem exaltação.

Viés da Menção (Score: -0.3)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Carlo Ancelotti PSG Luis Enrique Arsenal Dembélé Kvaratskhelia Gyokeres Mikel Arteta Champions League Marquinhos Barcola Havertz Budapeste Mosquera Gonçalo Ramos

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Reportagem A Batalha de Budapeste acabou com o PSG bicampeão Juca Kfouri Colunista do UOL 30/05/2026 16h01 Deixe seu comentário Marquinhos e Havertz em ação durante final da Champions entre PSG e Arsenal Imagem: Richard Sellers/Allstar/Getty Images Resumo Ouvir na voz do colunista 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Com cinco minutos da decisão da Champions em Budapeste, o capitão do PSG, Marquinhos, também anunciado hoje como capitão da Seleção Brasileira por Carlo Ancelotti, estourou em Trossard imprudentemente uma bola que deveria ter posto para fora na lateral do campo, Havertz pegou a sobra e disparou para área até soltar um foguete, estufar a rede e abrir o marcador para o Arsenal: 1 a 0. Os ingleses recuaram e deixaram os franceses com a bola, domínio quase absoluto, criação de lances perigosos quase zero. Com quase 80% de posse de bola, o PSG a esbarrava nas duas muralhas dos Gunners e o primeiro tempo se esvaía sem emoções. A Hora Eleitorado muda e abre mercado 'órfão' para direita Julián Fuks Como terminam as relações Celso de Barros Flávio, seus aliados e a decisão de Trump Rodrigo Ratier Você tem o necessário para ser criativo no trabalho? Ainda antes do fim da etapa inicial, Marquinhos dividiu com Harvertz e evitou o que poderia ter sido o 2 a 0. Gabriel Magalhães espanava a bola aérea parisiense sem maiores dificuldades e o Arsenal, em clima de comemoração do título inglês após 22 anos, se aproximava da conquista inédita na Copa dos Campeões da Europa, ao impedir o bicampeonato francês. O sol se punha na capital da Hungria e o segundo tempo seria disputado em clima mais ameno. Luis Enrique teria de achar a chave para a abrir o lacre de Mikel Arteta e ainda evitar surpresas nos contra-ataques porque, na verdade, o Arsenal acabou mais perigoso que o rival. No primeiro minuto do segundo tempo o primeiro cartão amarelo da final, por cera: para o zagueiro espanhol do Arsenal, Mosquera. Quinze minutos depois, sob pressão do PSG, o mesmo Mosquera cometeu pênalti em Kvaratskhelia e Dembélé empatou 1 a 1 na cobrança. Continua após a publicidade Timber no lugar de Mosquera e Gyokeres no do apagado Odegaard foram as imediatas providências de Arteta. O PSG seguiu com domínio absoluto e deixava claro que o Arsenal chegou à final consciente de que é inferior, sem alterar o modo reativo com que disputaria a decisão. Em rara blitz inglesa, raro contra-ataque francês terminou na trave britânica, em arremate fulminante de Kvaratskhelia. Que saiu para Barcola jogar, aos 82. Martinelli e Madueke nos lugares de Trossard e Saka, também aos 82. Sacar Saka não pareceu correto, essencial que ele é nos contra-ataques. A partir daí o jogo ficou lá e cá, eletrizante. O Arsenal resolveu botar as mangas de fora! Continua após a publicidade Aos 89, Vitinha tirou lasca do travessão em chute espetacular. Mais seis minutos de acréscimos antes da possível prorrogação com a torcida francesa pondo fogo no estádio e dando trabalho à polícia húngara. O PSG, aos 95, pôs Gonçalo Ramos, no lugar de Dembélé, machucado, Aos 97, Barcola desperdiçou o gol do título. E veio a prorrogação. Que começou com o primeiro escanteio para o Arsenal, arma mortal dos ingleses em todo o jogo, contra dez do PSG e com Zubimendi e Eze nos lugares de Skelly e Havertz. O primeiro escanteio causou o segundo que não causou coisa alguma. Continua após a publicidade Emery no lugar de Fabian Ruiz. O primeiro tempo da prorrogação terminou no que já podia ser chamado de A Batalha de Budapeste, porque em clima de pouca emoção, mas muita, muitíssima, tensão. Para o segundo tempo, Vitinha e Marquinhos saíram e Beraldo e Zabarny entraram. De cara o goleiro Raya evitou a virada por Gonçalo Ramos. A transmissão da TNT anunciava, por sugestão de um espectador, A Batalha de Budapeste. Muito original, ora bolas! O Arsenal só queria os pênaltis, o PSG a virada. Continua após a publicidade Arteta é discípulo de Guardiola, mas parecia ter sido de Mourinho. Os ônibus não saíam da frente da área. E vieram os pênaltis, com os quais o PSG derrotou o Flamengo na Taça Intercontinental. Na final da Champions 25 foi bem mais tranquilo: 5 a 0 na Inter de Milão. Gonçalo Ramos abriu as cobranças e fez 1 a 0. Gyokeres empatou. Continua após a publicidade Doué fez 2 a 1. Eze bateu para fora, muito para fora. Nuno Mendes bateu e Raya defendeu! Rice empatou 2 a 2. Hakimi fez 3 a 2. Martinelli fez 3 a 3. Continua após a publicidade Beraldo fez 4 a 3. Os brasileiros iam bem até que Gabriel Magalhães bateu na alturas! PSG bicampeão. Com justiça porque é mais time, jogou melhor, quis mais a vitória etc e tal. E o campeão inglês volta para Londres de cabeça bem erguida. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Juca Kfouri por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Retranca feroz do Arsenal castigada nos pênaltis. PSG ganha bi da Champions Tiroteio na estação São Bento do Metrô deixa cinco baleados em SP Transmissão ao vivo de Flamengo x Coritiba pelo Brasileirão: veja onde assistir 'Mamãe não é boa': pai diz que Henry Borel hesitou em voltar com a mãe PSG é bicampeão e iguala feito que só Real tinha na Champions no século