Conteúdo Original
Só para assinantes Assine UOL Reportagem O Palestra Itália mineiro ajuda o paulista ao parar o Flamengo Juca Kfouri Colunista do UOL 22/08/2026 22h27 Deixe seu comentário Arroyo, do Cruzeiro, comemora gol contra o Flamengo, pelo Brasileirão Imagem: Gustavo Aleixo/Cruzeiro Resumo Ouvir na voz do colunista 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Outra vez o Flamengo fez belíssimo primeiro tempo contra o Cruzeiro, e no Mineirão como se fosse o Maracanã. Correu riscos sim, viu o valoroso rival colocá-lo em xeque como deve acontecer em grandes jogos, mas não só foi para o intervalo na frente graças a mais um gol de Pedro, aos 21, como desperdiçou outros dois, com Carrascal, aos 2, e com o próprio Pedro, impensável, em jogada belíssima, aos 18. Sim, o defeito permanecia: perder gols feitos. Adriana Negreiros Homoerotismo e a relação entre poder e Vorcaro A Hora Teto e piso se encontram para Flávio e Lula PVC Fla segue líder? Meus palpites sobre a rodada Rodrigo Ratier Importar megaprisão de Bukele é 'perigo', diz estudo Defeito que contra a maioria dos participantes deste Brasileirão não compromete a campanha, mas contra a minoria, da qual o Cruzeiro obviamente faz parte, pode ser fatal. Houve um momento em que o domínio carioca era tamanho, o toque de bola tão envolvente, em que os dribles se acumulavam quase como deboche, que os mineiros perderam a cabeça e abriram a caixa de ferramentas. Mas veio o segundo tempo, Wesley substituiu João Costa, evidentemente o Cruzeiro não se entregou, passou a pressionar e, aos 10, Arroyo marcou outro golaço para deixar tudo igual: 1 a 1, com direito a deixar novamente Samuel Lino no chão, como no jogo de ida da Libertadores. O que não foi decidido no primeiro tempo, como no Maracanã, cobrava o preço. E lá se foi o Flamengo buscar novo gol que, diga-se, cara a cara com Otávio, Pedro perdeu mais uma vez, dois minutos depois do empate. Aos 17, Plata e Jorginho nos lugares de Arrascaeta e Samuel Lino. Continua após a publicidade Gerson no banco estava e no banco permanecia. O Mineirão, cuja presença de público revelava mais temor que confiança — apenas 34 mil torcedores — tomou-se de brio, e não poupou mais a garganta, só para desmentir que mineiro trabalha em silêncio. Como no Rio, Belo Horizonte via o Trem Azul melhor que o rubro-negro e Evertton Araújo e Bruno Henrique foram chamados, aos 25, para os lugares de Paquetá e Pulgar. Gerson, Neiser e Kenji nos lugares de Romero, Kaio Jorge e Arroyo. Todas as cartas eram postas na mesa e fosse o que os deuses dos estádios quisessem. O Palestra mineiro colaborava, e muito, com o Palestra paulista, coisa que o Vasco dificilmente fará contra o Palmeiras, amanhã, na casa verde. Continua após a publicidade Luiz Araújo no lugar de Pedro e Zé Lucas no de Matheus Henrique e vamos que vamos. Vamos que vamos de Matheus Pereira, autor da virada nos acréscimos: 2 a 1. Detalhes: quem cruzou foi Gerson e a bola desviou em Léo Ortiz. A campanha de Artur Jorge no Brasileirão é um colosso. O que tem de cruzeirense lamentando não ter ido ao Mineirão. E tem palmeirense perguntando: você prefere ganhar jogando mal ou perder jogando bem? Continua após a publicidade Em tempo: outra vez foi um jogaço. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Juca Kfouri por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Ídolo na Ítalia, Sandro Mazzola morre aos 83 anos Flávia Saraiva é ouro nas barras assimétricas em etapa da Copa do Mundo Cleitinho diz se arrepender de foto com Virginia na CPI: 'Não era momento' Cúpula do Master citou advogada que recebeu R$ 33 mi como 'sócia' de Gilmar Empresário é condenado por agredir ex-Miss Rio Branco; defesa vai recorrer