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Na Vila Belmiro, o Palmeiras saiu com um 0 a 0 diante do Santos: noite de duelo físico, pouca criação e duas imagens que resumem o empate — Carlos Miguel segurando o que ameaçava a meta alviverde e Vitor Roque desperdiçando, no fim, a chance mais limpa. [ , , ] O gramado também entrou em campo — e virou personagem. Abel Ferreira voltou a cobrar condições melhores e união entre os clubes; Cuca, técnico do Santos, rebateu a crítica dizendo que o piso não fez diferença no resultado. Duas leituras, um campo encharcado de discussão. [ , ] Na tabela, o empate ganhou peso de pedra: o Palmeiras permaneceu com 70 pontos, enquanto o Flamengo bateu o Vasco por 4 a 1 e abriu três de vantagem. Ainda assim, Abel Ferreira disse que o time não vai abandonar o Brasileirão, mesmo com a agenda apertada entre a Copa do Brasil e a Libertadores. [ , , ] Fora das quatro linhas, a CBF poupou Palmeiras e Flamengo de convocados para a Data Fifa, numa decisão apresentada como proteção à disputa do título — mas que também provocou críticas sobre isonomia e tratamento desigual entre os clubes. A polêmica, como tantas nesta reta final, não teve consenso. [ , , , , ] Entre as notas de esperança e memória, Gabriel Jesus reafirmou o vínculo com o Palmeiras e disse que recusou uma investida do rival carioca. E, no aniversário de 40 anos do grito que abraçou o Porco como mascote, a história do clube ofereceu um lembrete de que identidade também se constrói nas arquibancadas. [ , , ]