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Futebol Diniz quer explorar virtudes de Bruno Guimarães em Bidon no Corinthians Fábio Lázaro Do UOL, em São Paulo (SP) 03/10/2026 05h30 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Breno Bidon durante treino da seleção brasileira em Brisbane, na Austrália Imagem: Rafael Ribeiro / CBF Breno Bidon e Bruno Guimarães encerram neste sábado (3), contra a Índia, em Calcutá, a primeira Data Fifa em que estão juntos na seleção brasileira. Os dois vivem momentos diferentes no futebol brasileiro, mas têm uma característica em comum na avaliação de Fernando Diniz, técnico do Corinthians: a força mental. Essa característica será importante para Bidon na volta ao Corinthians. O meia terá o desafio de usar a experiência com a seleção para continuar evoluindo dentro de campo em um momento difícil para o time, que está há sete jogos sem vencer e apenas três pontos acima da zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro. Resposta à pressão O UOL apurou que a comparação feita por Diniz entre Bidon e Bruno Guimarães está ligada principalmente à forma como os dois lidam com pressão. Segundo pessoas ligadas à comissão técnica, a semelhança vai além da parte técnica e do momento da carreira. Juca Kfouri Gabigol engata a quinta e entristece o Morumbi Sakamoto Fim da 6x1 depende das urnas no domingo Mariliz Pereira Jorge A pior eleição dos últimos tempos Josias de Souza O Brasil merece um segundo turno Diniz vê nos dois jogadores a capacidade de manter o foco, lidar com críticas e reagir a situações de pressão. Para o treinador, eles não construíram suas carreiras por serem os jogadores mais habilidosos ou mais fortes fisicamente dos grupos em que estavam. O diferencial, na visão de Diniz, está na concentração no próprio trabalho e na disposição para continuar evoluindo. Os dois também teriam maior capacidade de não deixar fatores externos interferirem no desempenho. Segundo apurou o UOL, Diniz entende que Bidon e Bruno poderiam se destacar em qualquer profissão pela dedicação, concentração e busca diária por desenvolvimento. Trajetórias passam por Diniz Bidon e Diniz em jogo entre Bahia e Corinthians, em Salvador, pelo Brasileirão Imagem: Rodrigo Coca/Agência Corinthians Diniz participou do início da carreira profissional de Bruno Guimarães no Audax. O jogador chegou ao clube aos 16 anos e foi promovido ao elenco principal pelo treinador aos 17. Continua após a publicidade Naquela época, Diniz já dizia em entrevistas que Bruno poderia se destacar em qualquer profissão por ser aplicado e determinado. O meio-campista passou depois por Athletico-PR e Lyon antes de construir a carreira no futebol inglês e ganhar mais espaço na seleção. Bidon conheceu Diniz em outro momento da carreira. Formado pelo Corinthians e integrado ao elenco profissional antes da chegada do treinador, o meia recebeu sua primeira convocação para a seleção enquanto trabalhava sob o comando dele. Agora, a relação entre os dois passa pela tentativa de transformar as características que Diniz identifica em Bidon em crescimento dentro de campo. Segundo a apuração do UOL , o treinador entende que a forma como o meia lida com críticas, pressão e situações negativas pode ajudá-lo a continuar evoluindo no Corinthians. De estreante a 50 jogos Bruno Guimarães marcou contra a Austrália, compromisso que selou seu 50º jogo pela seleção Imagem: Rafael Ribeiro / CBF Bidon recebeu sua primeira convocação para a seleção principal e disputou apenas os minutos finais da vitória por 4 a 2 sobre a Austrália, em Brisbane. O jogador do Corinthians entrou aos 42 minutos do segundo tempo e ficou em campo por cerca de sete minutos. Continua após a publicidade Bruno Guimarães, por outro lado, completou 50 jogos pelo Brasil naquela mesma partida. O meio-campista marcou o gol da virada e recebeu pela primeira vez a faixa de capitão da seleção durante o jogo. Ainda assim Bruno Guimarães, semelhantemente a Bidon, também precisou esperar por espaço na seleção brasileira. Convocado pela primeira vez em outubro de 2020, o meio-campista estreou no mês seguinte, ao entrar nos acréscimos da vitória sobre o Uruguai. Ele ficou em campo por apenas um minuto. Hoje, ele soma 3.174 minutos com a camisa brasileira e também ajuda na adaptação dos jogadores que chegam ao grupo principal. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Condenada à morte disse que braço 'ia explodir' em execução no Tennessee 'Chorei querendo comer': o efeito silencioso das canetas emagrecedoras Fim de bets pode gerar rotação em escritórios milionários em São Paulo PL avança nas pesquisas para o Senado às vésperas da eleição Cria do Palmeiras vira sensação em novo clube e pode render R$ 30 milhões