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Análise dos Times

Brasil

Principal

Motivo: O artigo foca na jogadora brasileira Alexandra Nascimento, sua volta à seleção e participação no Mundial, com tom de orgulho e exaltação de sua carreira e importância para a equipe.

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Motivo: Mencionada apenas como adversária na fase de grupos, sem avaliação de desempenho ou tom particular.

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Palavras-Chave

Entidades Principais

Brasil República Tcheca Cuba Suécia Alexandra Nascimento Mundial de Handebol de 2025 Cristian Rocha Erice

Conteúdo Original

Maior artilheira das Olimpíadas, Alexandra Nascimento retorna para a seleção de handebol A carreira de Alexandra Nascimento se confunde com a história do handebol brasileiro. Dos 44 anos de vida, a ponta direita dedicou mais de 20 à seleção nacional, entre base e profissional. Em 2021, logo depois das Olimpíadas de Tóquio, chegou a sinalizar aposentadoria para realizar o sonho da maternidade . Mas a pequena Lia nasceu, e a mamãe Alexandra retornou às quadras. Agora, volta também a vestir a camisa do Brasil e vai disputar o oitavo Mundial da carreira, em busca do segundo título. A seleção brasileira está no Grupo G do Mundial de 2025, ao lado de Cuba, Suécia e República Tcheca. A estreia será nesta quinta-feira (27), às 14h (de Brasília), contra as cubanas, em Stuttgart, na Alemanha. O sportv3 transmitirá. + Veja a tabela do Mundial Feminino de Handebol + Brasil pode surpreender no Mundial de handebol e busca pódio improvável, mas não impossível + Com Alexandra na lista, Brasil anuncia convocadas para o Mundial Feminino de Handebol 1 de 3 Alexandra Nascimento em ação nas Olimpíadas de Tóquio, em 2021 — Foto: Reuters Alexandra Nascimento em ação nas Olimpíadas de Tóquio, em 2021 — Foto: Reuters – Para mim, sempre foi um prazer, uma honra representar a seleção. Desde que deixei a equipe, com o desejo de engravidar, continuei acompanhando os jogos. Aí, quando tive a oportunidade de voltar, foi maravilhoso. O motivo de eu continuar a jogar é ainda sentir um friozinho na barriga. Cada Mundial é especial, e já são oito na minha carreira. Ainda sinto um nervosismo, que é normal, porque somos todos seres humanos. Mas é tentar levar esse nervosismo e a alegria da melhor maneira possível para ajudar o Brasil – disse Alexandra, em contato com o ge . O primeiro Mundial da carreira da ponta direita foi na Croácia, em 2003, quando a seleção terminou na 20ª posição. Daí para frente, as campanhas melhoraram, e duas se tornaram especialmente marcantes. Em 2011, o Brasil sediou a competição e ficou em quinto lugar. Alexandra foi a artilheira, com 57 gols marcados. Dois anos depois, em 2013, veio a consagração. Diante de 20 mil torcedores sérvios, a seleção brasileira derrotou as donas da casa e se sagrou campeã mundial. Alexandra, eleita a melhor jogadora do mundo em 2012 , teve participação fundamental na conquista do ouro – até hoje a única medalha do Brasil. 2 de 3 Brasil handebol campeão taça — Foto: AP Brasil handebol campeão taça — Foto: AP A ponta direita continuou como presença constante em Mundiais até 2019, mas ficou de fora das duas edições seguintes, em 2021 e 2023. Foi um período de dedicação à pequena Lia, que nasceu em agosto de 2022. – A maternidade me mudou completamente. Tive que aprender a dividir o tempo com a minha filha. Meu marido me acompanha e ajuda muito. Foi o primeiro a dizer que eu conseguiria voltar a jogar depois de engravidar. Hoje estamos aqui no Mundial, com ajuda da Confederação Brasileira. Estou perto da minha filha, e isso é muito prazeroso. Eu me reinventei – comentou Alexandra. A reinvenção como pessoa e profissional permitiu que a ponta direita retomasse a carreira no handebol. Meses após dar à luz Lia, Alexandra voltou aos torneios de clubes. Em setembro de 2025, foi chamada para um período de treinos da seleção brasileira . Na sequência, conquistou um lugar entre as 18 chamadas pelo técnico Cristiano Rocha para o Mundial . 3 de 3 Alexandra Nascimento com a camisa do Erice, clube da Itália — Foto: Reprodução/Erice Alexandra Nascimento com a camisa do Erice, clube da Itália — Foto: Reprodução/Erice Experiente, Alexandra tem consciência do papel que exerce na seleção. É a mais velha no grupo do Mundial e convive com jogadoras jovens. Doze têm menos de 30 anos, e cinco disputarão o torneio internacional pela primeira vez. – O meu papel hoje é completamente diferente dos outros anos. Nós estamos com atletas muito novas. Algumas poderiam ser minhas filhas. Acredito que o mais importante é entender a cabeça delas, porque é outra geração. Se eu já chegar falando que antigamente treinávamos duro, isso pode não soar bem para elas. Preciso, então, entender o momento em que estão, a necessidade de cada uma, oferecer amor e carinho e passar tranquilidade. Tudo começa na nossa cabeça. Primeiro, temos que acreditar para poder alcançar alguma coisa. Então, é tentar diminuir ao máximo a insegurança delas e fazer com que acreditem em seus potenciais. Aqui estão as melhores do momento – refletiu Alexandra, que também é a maior artilheira da história das Olimpíadas, com 134 gols marcados em cinco edições dos Jogos. Disposta a ajudar as companheiras durante o Mundial, Alexandra olha sempre para frente, apesar do passado vitorioso. A ponta direita tem contrato com o Erice, clube da Itália, até 2027. Aposentadoria, por enquanto, não é uma palavra citada, e o Brasil ainda quer se beneficiar disso. Saiba as chances do Brasil no Campeonato Mundial feminino de handebol Os resultados de Alexandra no Mundial 2003: 20º lugar 2005: 7º lugar 2007: 14º lugar 2011: 5º lugar 2013: Campeã 🏆 2015: 10º lugar 2019: 17º lugar O calendário do Brasil na 1ª fase do Mundial de 2025 (horários de Brasília) Brasil x Cuba – quinta-feira, 27 de novembro – 14h Brasil x República Tcheca – sábado, 29 de novembro – 14h Suécia x Brasil – segunda-feira, 1 de dezembro – 16h30