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Análise dos Times

Motivo: O zagueiro demonstra carinho e paixão pelo clube onde foi formado, mencionando amigos e a sensação de 'casa'. Acompanha os jogos e assiste aos melhores momentos, indicando um apego emocional.

Viés da Menção (Score: 0.3)

Motivo: O atleta menciona a diferença de calendário em relação ao Brasil, indicando que joga menos, o que pode ser visto como um ponto de atenção, mas sem expressar insatisfação direta com o clube atual.

Viés da Menção (Score: 0.1)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Palmeiras Abel Ferreira Gustavo Gómez Brasil Cristiano Ronaldo Al-Nassr Endrick Al-Fayha Emirados Árabes Unidos Al-Wasl Gabriel Vareta

Conteúdo Original

Futebol 'Chefão' da safra de Endrick sonha com volta ao Brasil: 'Viver a correria' Renan Liskai Do UOL, em São Paulo 21/03/2026 05h30 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Gabriel Vareta, zagueiro ex-Palmeiras, defende o Al Wasl, dos Emirados Árabes Unidos Imagem: Divulgação/Al Wasl O calendário apertado do futebol brasileiro é motivo de reclamações frequentes por parte de jogadores e técnicos. Mas tem quem vai na contramão e quer viver de perto esta realidade, como é o caso do zagueiro Gabriel Vareta, ex-Palmeiras, e que está no Al-Wasl, dos Emirados Árabes Unidos. Desejo por calendário cheio O desejo do zagueiro de 20 anos tem um motivo: ele nunca jogou profissionalmente no Brasil . Da mesma safra que revelou Endrick no Palmeiras, ele saiu do Brasil no começo do ano passado para jogar no mundo árabe. Primeiro, passou pelo Al-Fayha (Arábia Saudita) e se mudou para os Emirados Árabes Unidos em seguida. Todo atleta tem vontade de jogar na Europa. Eu tenho esse desejo, mas também tenho muita vontade de voltar ao Brasil, de vivenciar o que todo mundo fala, a correria de jogos, a quantidade de jogos que tem. Isso é maneiro, jogar sempre é bom. Aqui é totalmente o contrário, às vezes a gente joga menos. Falo isso por também ser mais novo, quero estar sempre jogando, ter essa correria, mas acho que ficamos mais cansados quando ficamos mais velhos. Quero viver essa doideira de jogos. Gabriel Vareta, ao UOL Sílvio Crespo US$ 200 bi dos EUA para guerra afetariam ações Paulo Camargo Efetividade ou afetividade: o dilema das empresas PVC Meus palpites sobre a nova rodada do Brasileirão Julián Fuks Qual é a forma escrita do silêncio? A realidade nos Emirados Árabes Unidos é diferente . As semanas praticamente só contam com dois jogos quando há partidas pela Champions Asiática. Caso contrário, há apenas os duelos pelos campeonatos nacionais, geralmente aos finais de semana. Os números da última temporada do Al-Wasl e do Palmeiras mostram bem isso . O clube emiradense entrou em campo 44 vezes, enquanto o Alviverde jogou 76 partidas. No Brasil, Vareta fez apenas treinos com o elenco profissional do Palmeiras . Durante o período, ele colheu alguns conselhos com Gustavo Gómez e que aplica no futebol árabe. Por outro lado, as trocas com Abel Ferreira foram poucas. Perguntei algumas coisas pro Gustavo Gómez, alguns momentos de ajuste, de como pressionar, em que momento pressionar, em que momento caçar o jogador fora do ambiente da defesa. Eu treinava muito para compor o elenco, mas nunca tive algo realmente que ele [Abel] chegou em mim para falar. Gabriel Vareta Gabriel Vareta em ação pelo Al-Fayah, da Arábia Saudita Imagem: Reproducão A estreia como profissional aconteceu na Arábia Saudita e teve um ar ainda mais especial: foi contra Cristiano Ronaldo . Então recém-chegado ao Al-Fayha, Vareta foi relacionado para o jogo contra o Al-Nassr, em fevereiro do ano passado. A derrota por 3 a 0 não apagou a realização do defensor. Continua após a publicidade Foi diferente, tinha uma semana de clube ainda e fomos jogar contra o Cristiano Ronaldo. Comecei no banco, mas ficava olhando para ele, é um ídolo de todos nós. Quando entrei em campo, prestava atenção no jogo, mas ficava de olho no cara também [...] Acho que isso foi uma estreia dos sonhos. Gabriel Vareta 'Chefão' da geração de Endrick Gabriel Vareta foi um líder do Palmeiras durante o período nas categorias de base . Ele chegou ao clube ainda criança e empilhou títulos jogando ao lado de estrelas em ascensão, como foi o caso de Endrick. Se o atacante do Lyon era o líder técnico, Vareta era o capitão em algumas ocasiões . O defensor julga que o período ao lado de Endrick serviu para a evolução dos dois. Era maneiro. [Jogar com Endrick] eleva o nível também, por estar mais concentrado e por você jogar com um cara como esse. Os caras elevam o seu nível, você também eleva o nível deles e isso faz com que todo mundo, querendo ou não, evolua. E acho que isso era o que pesava. Era muito bom treinar e jogar com eles. Essa geração é fenomenal. Gabriel Vareta Gabriel Vareta foi criado nas categorias de base do Palmeiras Imagem: Reprodução O Palmeiras segue presente na vida do zagueiro mesmo que de longe . Sempre que pode, Vareta acompanha aos jogos do time ainda que haja diferença de fuso. Continua após a publicidade Tenho bastante amigos [no Palmeiras] ainda, alguns profissionais. Ficou a paixão pelo clube, é minha casa. Passei onze anos ali, foi onde fui mostrado para o mundo, onde desempenhei o melhor de mim. Assisto a todos os jogos que consigo. Caso eu não assista aos jogos, no dia seguinte eu assisto aos melhores momentos. Gabriel Vareta Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Advogada brasileira morre afogada em praia turística no México Reservado, Juca de Oliveira foi casado por 50 anos e teve filha única São Paulo x Palmeiras por liderança com olho no Fla. Informações e palpites Luísa Sonza é 'presa' durante show de Sabrina Carpenter em SP Gattuso convoca Itália por última chance de ir à Copa do Mundo; veja lista