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Futebol São Paulo: Gestão Massis articula, e Conselho reprova reforma estatutária Valentin Furlan Do UOL, em São Paulo 27/08/2026 17h03 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Bandeira do São Paulo tremula no escanteio do gramado do Morumbis Imagem: Divulgação/Conmebol O Conselho Deliberativo do São Paulo rejeitou todos os pontos da proposta de reforma estatutária apresentada pela comissão criada para discutir mudanças na estrutura do clube. A votação começou na noite de quarta-feira e terminou nesta quinta, com nenhum dos blocos submetidos aos conselheiros alcançando maioria simples. Vitória da situação A proposta previa mudanças em diferentes áreas da administração, como governança, fiscalização, orçamento, compliance e funcionamento do Conselho de Administração. Os temas foram separados em blocos e votados individualmente, mas a rejeição foi integral, articulada pela gestão Massis e todos os outros grupos que compõem da situação. Na prática, o estatuto do São Paulo permanece sem as alterações discutidas nos últimos meses. A reforma ainda precisaria passar pela Assembleia Geral de sócios caso fosse aprovada pelo Conselho, mas a etapa seguinte deixa de existir diante da rejeição dos conselheiros. Adriana Negreiros Homoerotismo e a relação entre poder e Vorcaro A Hora Teto e piso se encontram para Flávio e Lula PVC Fla segue líder? Meus palpites sobre a rodada Rodrigo Ratier Importar megaprisão de Bukele é 'perigo', diz estudo Oposição em xeque O resultado representa uma derrota para os grupos de oposição, que trabalharam pela aprovação da reforma. A proposta havia sido construída por uma comissão formada especificamente para estudar alterações no estatuto e buscava modificar mecanismos de governança e controle dentro do clube. Entre as mudanças previstas estava uma nova composição do Conselho de Administração, com maior participação de integrantes independentes, além do fortalecimento dos mecanismos de fiscalização e do compliance. Também havia alterações relacionadas ao orçamento e à responsabilização de dirigentes. O que a reforma previa Entre as principais mudanças estavam a reformulação do Conselho de Administração, que passaria a ter nove integrantes, sendo três conselheiros, um representante do Conselho Consultivo e cinco membros independentes. A escolha dos independentes seria feita por empresa especializada e os nomes ainda precisariam ser aprovados pelo Conselho Deliberativo. A proposta também previa mais poderes de fiscalização e controle. O compliance passaria a responder ao Conselho de Administração, enquanto o Conselho Fiscal ganharia maior autonomia para solicitar documentos e informações à diretoria e ao próprio Conselho de Administração. Continua após a publicidade Outra mudança seria na gestão financeira. O Conselho de Administração passaria a participar da elaboração das propostas orçamentárias, além de acompanhar metas e o planejamento estratégico do clube. O colegiado também teria acesso aos contratos de atletas, comissão técnica e intermediários do departamento de futebol. O texto ainda estabelecia novas regras para responsabilização de dirigentes , incluindo punições para casos de uso indevido de recursos, conflitos de interesse, contratos com empresas ligadas a dirigentes ou familiares e falta de transparência na prestação de contas. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Carol Peixinho e Thiaguinho celebram um ano do filho: 'Tudo para mim' Lula e Janja vão a SC pela 1ª vez na campanha e buscam voto feminino TSE aceita abrir ação de Flávio contra Lula por desfile no Carnaval do Rio Cleitinho diz se arrepender de foto com Virginia na CPI: 'Não era momento' Médico é levado à polícia por chamar mulher para atendimento em 'cativeiro'